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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 12/11/2018

12 de Novembro de 2018

A serviço do Reino

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25/08/2013 00:00
Por: Bruno Tortorella

A serviço do Reino 0

A serviço do Reino / Arqrio

Ser catequista é uma vocação, um chamado de Deus. Simbolizando um expressivo contingente de catequistas atuantes em nossa arquidiocese, Maria do Carmo e Vilma Silene, ambas da Paróquia Bom Jesus da Penha,  na Penha, no Vicariato Leopoldina, compartilham suas experiências, vivências e desafios decorrentes do serviço ao Reino.

A atual coordenadora da catequese na paróquia, Maria do Carmo, começou a ser catequista aos 10 anos de idade em uma cidade no interior de Minas Gerais.

— Havia uma menina que queria casar, e naquele tempo catequese no interior era rara. Então eu comecei a catequizá-la. Eles iriam casar e não sabiam nada da fé. Eu nem sabia que ali estava sendo catequista, mas começou, assim, minha vocação, contou.

Com cerca de 320 crianças, divididas entre quartas e sábados e numa faixa etária que varia de 5 a 13 anos, Maria enumera os desafios da evangelização na catequese. Ela afirmou que a dispersão causada pelos novos meios de comunicação e a desestruturação familiar dificultam o ensinamento.

— As crianças hoje são muito conectadas. O desafio é trazer essa criança, que vive num mundo de shopping, de internet, para se despojar de tudo, porque para estar com Jesus não precisa desse aparato. Cristo não mandava email. Ele chegava perto das pessoas, dava um abraço, tinha esse calor humano. O desafio está na proximidade que o catequista e a Igreja precisam ter para com as crianças, afirmou.

De acordo com a catequista Vilma Silene, os papéis se inverteram e, hoje, as crianças estão evangelizando os pais.

— Muitos pais começam a fazer Eucaristia ou entram na Pastoral Familiar através das crianças da catequese.

Ela recordou que iniciou seu serviço na catequese após sentir o chamado de Deus! “Foi Deus! Eu estava com muitos problemas e decidi fazer o Luz e Vida aqui na paróquia (Escola da Fé). A convite de uma catequista, aceitei o desafio de participar”, disse Vilma.

O pároco Giovani Pontes, observou que os primeiros catequistas devem ser os pais, mas destacou o papel evangelizador da comunidade cristã na vida das crianças. 

— É importante, de fato, ajudar a criança a fazer a experiência de Jesus. Hoje nossas crianças têm sede do encontro pessoal com Jesus não só na Primeira Eucaristia, mas ao longo desse processo de educação na fé. Nossa paróquia tem a responsabilidade de ajudá-las a fazer essa experiência de fé, afirmou.

A Igreja na formação das Famílias

Aos sábados, a paróquia promove diversas ações na “Tarde com as Famílias”, que visam criar um ambiente no qual as crianças e, inclusive, os pais possam se sentir acolhidos e chamados a estar com Cristo de um modo diferente.

— Temos um encontro semanal com as famílias, de catequese para os pais, com adorações, animação e outras atividades. O interessante é que as famílias comparecem, correspondem ao nosso convite, frisou dona Vilma.

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