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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 13/04/2021

13 de Abril de 2021

Monsenhor Vasconcellos: ‘Deposito em Maria meu presente e meu futuro’

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13 de Abril de 2021

Monsenhor Vasconcellos: ‘Deposito em Maria meu presente e meu futuro’

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14/03/2021 00:00 - Atualizado em 15/03/2021 15:22
Por: Redação

Monsenhor Vasconcellos: ‘Deposito em Maria meu presente e meu futuro’ 0

“Sou o padre mais idoso da arquidiocese; vou fazer 94 anos em agosto. Talvez seja o padre mais pecador, mas a minha confiança na misericórdia de Deus é eterna”, disse monsenhor José Maria de Oliveira Vasconcellos, durante missa em ação de graças que presidiu pelos seus 69 anos de sacerdócio, na Paróquia da Ressurreição, em Copacabana, na qual é vigário paroquial, no dia 8 de março.

“Jesus nunca fez pecados, mas sofreu mais que nós, por causa das consequências dos nossos pecados. Ele teve fome, cansaço, sede e paciência. No Calvário, gritou: ‘meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste’. Ele que sofreu mais que nós, sofreu por amor, nos dá esperança e confiança. Que nossa Senhora nos abençoe, nos acompanhe, e cada vez mais nos faça feliz nesta vida e na outra”, acrescentou monsenhor Vasconcellos.

Ação de graças
Diante das circunstâncias da pandemia, a missa precisou ser privada. Foram concelebrantes, o pároco, padre Ionaldo Pereira da Silva, o vigário paroquial, padre Darlan Carvalhal Hechet, e o padre Marcelo de Assis Paiva, que estudou no período que monsenhor Vasconcellos foi reitor do Seminário São José. Ainda o diácono Emerson Manoel da Silva, que será ordenado sacerdote no próximo dia 24 de abril.

Estavam presentes na celebração a irmã de monsenhor Vasconcellos, Maria José, as religiosas da Sociedade de Vida Apostólica Donum Dei, que trabalham na comunidade Pavão-Pavãozinho e funcionários.

“Estamos felizes por celebrar os 69 anos de sacerdócio de monsenhor Vasconcellos, uma vida totalmente dedicada à Igreja. Sua perseverança ao chamado nos faz visualizar a canção que cantamos na ordenação: ‘Tu és sacerdote para sempre’. Que ele seja uma inspiração para nós que fomos chamados a servir Jesus Cristo, que possamos também fazer a experiência da fidelidade, mesmo diante das dificuldades da vida e da missão”, disse padre Ionaldo, no início da celebração.

Sacerdote fiel e dedicado
Recordando o zelo de monsenhor Vasconcellos pela salvação das almas, padre Ionaldo destacou que era comum vê-lo paramentado antes e depois das missas, principalmente aos domingos, à espera dos penitentes. “Ninguém precisava ligar para marcar uma confissão, monsenhor Vasconcellos sempre estava de prontidão para os penitentes, dedicando seu tempo à salvação das almas, cumprindo o chamado que recebeu de Deus”, disse.
“Temos a certeza que a celebração dos 69 anos de sacerdócio de monsenhor Vasconcellos é uma bênção para a Paróquia da Ressurreição, e das demais que ele passou durante sua vida. Que nossos paroquianos sintam agraciados pela oportunidade de conviver com um sacerdote fiel e dedicado. Que o Senhor abençoe sempre”, desejou padre Ionaldo, agradecendo todas as manifestações de carinho que monsenhor Vasconcellos recebeu pelo seu aniversário de ordenação, em especial, do arcebispo, Dom Orani, e de vários padres que estudaram no seminário quando ele foi reitor.

Devoção a Nossa Senhora
Na homilia, monsenhor Vasconcellos destacou que seu sacerdócio é repleto de acontecimentos, de muita graças, e que deve tudo a Nossa Senhora, a mãe de Deus.

“Tenho o nome de Maria no meu nome, e eu a honro com minha devoção. Tudo devo a ela, porque ela sempre me acompanha e me protege. Acompanhou minha vocação e sempre protegeu meu sacerdócio. Deposito em Maria meu presente e meu futuro. A ela, meu respeito, minha esperança”, disse.

Monsenhor Vasconcellos destacou que fez uma atualização da oração da Ave-Maria, lembrando que Maria não é bendita só entre as mulheres, mas entre os anjos e arcanjos, os santos e santas, entre todas as criaturas.

“Ela é poderosa. Fez Jesus realizar o primeiro milagre fora da época. Ela consegue mudar os planos de Deus para o nosso bem. Maria é o tesouro da nossa Igreja. O Brasil tem tanta devoção por ela, que deveria chamar Terra de Maria”, disse. 

“Mesmo tendo conhecimento que uma espada iria transpassar seu coração, Maria não se se desesperou, mas aceitou os planos de Deus”, lembrou monsenhor Vasconcellos, desejando que ela seja “um sinal de esperança de futuro, de paz, de fraternidade, de amor para o povo de Deus”.

Monsenhor Vasconcellos agradeceu a Deus por ter uma mãe no céu, por ter dado presente a sua própria mãe, uma criatura abençoada que está em toda parte, acompanhando os fiéis. Também pediu sua oração e proteção agora e na hora da morte.

“Tenho pecados, consciência de minhas faltas, mas eu confio em Maria. Que ela nos ajude a purificar nossos corações do veneno que prejudica a fraternidade cristã, e nos proteja agora, na hora e depois da nossa morte, na passagem para a verdadeira vida, a eternidade”, completou.



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