Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 28/11/2020

28 de Novembro de 2020

'Precisamos corresponder à graça de Deus, ouvir a Sua Palavra com alegria, abrir o coração à ação do Espírito Santo e, assim, seremos felizes e o mundo será melhor'

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28 de Novembro de 2020

'Precisamos corresponder à graça de Deus, ouvir a Sua Palavra com alegria, abrir o coração à ação do Espírito Santo e, assim, seremos felizes e o mundo será melhor'

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31/10/2020 00:00
Por: Redação

'Precisamos corresponder à graça de Deus, ouvir a Sua Palavra com alegria, abrir o coração à ação do Espírito Santo e, assim, seremos felizes e o mundo será melhor' 0

Neste ano, a Festa de Nossa Senhora da Penha foi concluída na manhã do dia 25 de outubro, na Catedral de São Sebastião, no Centro, presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta. Todos os devotos foram acolhidos pelo pároco da Catedral, cônego Cláudio dos Santos.
Segundo o reitor da Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha, na Penha, padre Thiago Sardinha, a mudança de local aconteceu em virtude da pandemia.

“Para evitar aglomerações, não foi possível realizar a procissão da Paróquia Bom Jesus da Penha até o Santuário da Penha, como fazemos todos os anos. Porém, respeitando todas as restrições impostas pela pandemia, celebramos na Catedral, que teve a possibilidade de reunir um número maior de devotos. Assim, mantivemos a tradição da festa, e aproveitamos para fazer uma carreata da Catedral até o Santuário da Penha, pedindo para que Maria abençoe a nossa cidade”, disse o reitor.
No início da celebração, o andor com a imagem de Nossa Senhora da Penha foi introduzido na Catedral, conduzido pela equipe missionária e pela diretoria da Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha de França, tendo como provedor, Ilidio Leite Ferreira Filho.
 
Renovação do chamado
Na homilia, Dom Orani manifestou alegria por concluir no mês missionário a tradicional Festa da Penha, pedindo a intercessão por todos os cariocas, e de modo especial, pelo povo de Deus que caminha na Igreja do Rio de Janeiro.

“Estamos encerrando a Festa de Nossa Senhora da Penha com restrições no número de fiéis, de um modo diferente, mas com todo carinho e devoção. A festa continua com a mesma dinâmica, a oportunidade de tornar presente a que fomos chamados: a conversão de vida, a santidade, a busca de Deus, o seguimento de Jesus Cristo”, disse.

Conversão contínua
Na reflexão da liturgia, o arcebispo destacou que a essência da vida cristã se resume no Evangelho do dia, que foi a resposta de Jesus quando quiseram provocá-Lo: Amar a Deus e ao próximo, o resumo de toda a lei e os profetas. Jesus foi além, ensinou a amar o próximo e também os inimigos: ‘Amar como eu vos amei’. Dom Orani lembrou que Jesus pediu para “fazer o bem aos que nos odeiam”, caso contrário não haverá nada de diferente, e portanto, sem mérito algum.

“Somos pecadores, e nem sempre adoramos o Senhor acima de todas as coisas, nem o próximo como a nós mesmos. Quando reina em nosso coração o egoísmo, o pecado, somos infelizes, fazemos os outros infelizes e contribuímos para uma sociedade injusta, contaminada pelo mal. A conversão é contínua. Somos chamados, a cada dia, a buscar a santidade. Precisamos corresponder à graça de Deus, ouvir a Sua Palavra com alegria, abrir o coração à ação do Espírito Santo e, assim, seremos felizes e o mundo será melhor”, disse o arcebispo.
 
Impulsionados à missão
Dom Orani enfatizou que o anúncio do Evangelho, em função da capilaridade da Igreja, através das paróquias, alcança muitas pessoas, mas que nem sempre a mensagem chega ao coração. Junto com os desafios da evangelização, ele reiterou que no mundo há intolerâncias e perseguições por causa da fé, mas que o devoto de Maria é impulsionado à missão, a dar testemunho de Jesus Cristo.

Mesmo com as perseguições e acusações que se abatem sobre nós, não devemos desanimar, pois somos chamados a dar testemunho de Cristo no hoje da vida e da missão. Na hora da dor, do sofrimento, das dificuldades, peçamos a intercessão de Maria, e não ficaremos sem respostas. Como aconteceu no alto do penhasco, que deu origem à devoção, que a Senhora da Penha nos livre dos venenos das cobras, de todo o mal, e nos inspire a dar passos com coragem. Que nossas atitudes de vida cristã e de evangelização sejam concretas, para serem um sinal que ultrapasse as fronteiras da comunidade paroquial”, concluiu o arcebispo.

Carreata
Na conclusão, Dom Orani rezou diante da imagem de Nossa Senhora da Penha, concluindo com a Oração da Ave Maria. Após a missa, o andor foi colocado em cima de um carro que seguiu em carreata até o Santuário da Penha, quando o reitor, padre Thiago Sardinha, deu a bênção nos carros.
 
Carlos Moioli


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