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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/10/2020

20 de Outubro de 2020

‘Que a Senhora da Penha interceda por todos nós para que, como famílias cristãs, possamos dar frutos de vida eterna’

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20 de Outubro de 2020

‘Que a Senhora da Penha interceda por todos nós para que, como famílias cristãs, possamos dar frutos de vida eterna’

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13/10/2020 11:06
Por: Redação

‘Que a Senhora da Penha interceda por todos nós para que, como famílias cristãs, possamos dar frutos de vida eterna’ 0

Como acontece todos os anos no mês de outubro, o arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, abriu as festividades em honra à padroeira da Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha, na Penha, no dia 4 de outubro. Neste ano, por causa da pandemia, a missa celebrativa em honra à padroeira teve um número reduzido de fiéis e devotos, e por segurança foi realizada na Concha Acústica, que fica aos pés do morro onde se encontra o santuário arquidiocesano mariano mais antigo da cidade.  

“Vamos reunir um número maior de devotos de Nossa Senhora da Penha, na Catedral de São Sebastião, no Centro, no dia 25 de outubro, às 10h. Será uma grande festa, que poderemos celebrar com mais segurança. Neste dia, haverá uma carreata, seguida por trio elétrico, com bolas, bandeiras e fogos”, convidou o reitor do Santuário da Penha, padre Thiago Sardinha, alertando que os motoristas não podem dar carona, pois os carros deverão ter somente pessoas da mesma família, que convivem juntas”.
 
Famílias cristãs
Na acolhida, Dom Orani fez memória da presença do Papa São João Paulo II no Rio de Janeiro, quando no dia 4 de outubro de 1997, há 23 anos, abria a segunda edição do Encontro Mundial do Papa com as Famílias.

“Estamos celebrando de uma forma diferente, não como nos anos anteriores, mas com o mesmo carinho e solenidade, com o desejo de buscar a Deus, o mesmo que fez Maria. Que a Senhora da Penha interceda por todos nós para que, como famílias cristãs, sejamos uma Igreja presente na sociedade para dar frutos de vida eterna daquilo que é bom e justo, e leve a pessoas a viverem melhor”, disse o arcebispo.
 
Gestos concretos
Na intenção da celebração, o aniversário sacerdotal do reitor, padre Thiago Sardinha, e também do padre Thiago Faria Cardoso, ordenados no dia 23 de outubro de 2010.

Após a homilia, o arcebispo instituiu o regente Marcos Paulo Mendes de Amorim Junior no oficio de mestre de capela, agora responsável pela animação das celebrações no Santuário da Penha. “Deus, que vos inspirou este bom propósito, vos conceda a graça da perseverança e vos una mais perfeitamente a Cristo através dos serviços a esta comunidade”, disse o arcebispo, de acordo com o rito próprio.
 
 
Deus, que vos inspirou este bom propósito, vos conceda a graça da perseverança e vos uma mais perfeitamente a Cristo através dos serviços a esta comunidade.

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A celebração também foi marcada com o lançamento oficial da parceria entre a Arquidiocese do Rio e a empresa canadense Plastic Bank, para retirar os plásticos das casas, ruas e rios e evitar que não cheguem aos oceanos.
 
A pedra angular
Na homilia, Dom Orani recordou que a festa em honra a Nossa Senhora da Penha, embora com limitações, se reveste de solenidade e alegria para os devotos e para quem participa.

“Vivemos tempos diferentes, mas a Igreja é acostumada a vencer as dificuldades, em várias épocas, as pandemias, perseguições, guerras, ideologias e tantas situações. Aos poucos, ela vai encontrando caminhos, outras maneiras de viver a sua missão”, disse.

Na reflexão da liturgia, o arcebispo perguntou aos fiéis que tipo de frutos cada um estava dando, já que todos foram chamados para trabalhar na nova vinha.

“Somos operários da vinha do Senhor, e Ele nos deixou responsabilidades, para dar frutos pelos dons que nos concedeu. Frutos de fraternidade, justiça e paz”, disse.

O arcebispo lembrou que Jesus Cristo é a pedra que os construtores rejeitaram, mas que se tornou a pedra angular.
“Peçamos ao Senhor que nos dê forças para anunciar à sociedade a verdadeira pedra angular, aqu'Ele que é a nossa vida, e não há outro caminho a ser percorrido”, disse.

Por fim, Dom Orani convidou a todos para viver e ajudar as pessoas a encontrar a beleza da vida cristã.

“Somos chamados à conversão de vida, a deixar de dar frutos azedos e amargos. O mundo vive a disparidade, a concorrência, e entre nós ainda há muitas mazelas e desentendimentos. No coração de cada um existe a disponibilidade de crescer, de ser santo. Como vinha do Senhor, precisamos viver a fraternidade para que o mundo creia em Jesus Cristo. Enquanto Igreja que somos, precisamos ser o sal da terra e a luz do mundo, ser uma presença que contagie as pessoas com o bem, a construir um mundo melhor, mais fraterno”, concluiu.
 
Carlos Moioli
 


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