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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 06/08/2020

06 de Agosto de 2020

Partilha que começa cedo

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Partilha que começa cedo

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19/07/2020 03:59
Por: Diácono Claudino Affonso Esteves Filho

Partilha que começa cedo 0

Formando o dizimista do futuro

Várias Pastorais do Dízimo já vêm fazendo, juntamente com os catequistas e grupos de jovens, o trabalho de divulgação, consequentemente a implantação do Dízimo Mirim (dizimista mirim).

O objetivo é despertar nas crianças e nos jovens a importância e necessidade da partilha, bem como o hábito de ser um dizimista responsável, contribuindo com o que pode, de coração alegre; colaborando dessa forma com sua comunidade e a Igreja.

No livro “As Crianças, os Jovens e o Dízimo”, de Joel Leal Valentim (Pródizimo), encontramos os seguintes itens sobre porque as crianças e os jovens devem entregar seu dízimo. Vejamos algumas respostas:

¨ Para não ser mais necessária a correção dos adultos;
¨ Os jovens dizimistas aprendem a ser desprendidos de bens materiais;
¨ Descobrem o sentido da responsabilidade pelas coisas de Deus;
¨ Se sentem participantes e integrantes da Igreja e da comunidade;
¨ Aprendem a diferença entre Deus e o dinheiro, dando a cada um seu devido valor;
¨ Ficam sabendo que tudo que gostamos vem de Deus e que o dízimo é um sinal de agradecimento;
¨ Se renunciam a pequenas coisas para entregar o dízimo, estarão preparados para fazer os sacrifícios maiores que a vida de adulto exige.

Além desses itens, as crianças e os jovens dizimistas aprendem a respeitar as Leis de Deus e descobrem o valor do relacionamento íntimo com o Criador, despertando o sentido de fé, obediência, justiça e compromisso com Deus, a Igreja e o próximo.

Assim, o que fazer para motivar as crianças e os jovens a participarem do dízimo? O tema “Dízimo” deve naturalmente fazer parte da conversa na Igreja, na paróquia, na comunidade, na família, na catequese e nos grupos de jovens. Para doar o dízimo é bom que as crianças e os jovens tenham um dia específico (celebrativo), envelopes iguais ou métodos iguais aos dos adultos. Podem até participar da celebração em seu setor. Para quem não trabalha, pode até levar como fonte de ensinamento parte do dízimo dos pais. É bom sempre destacar que a oferta maior que Jesus quer deles é o coração, sua vida, as alegrias e tristezas. A partilha e o dízimo são consequências do vosso amor com Deus, a Igreja e o próximo.

Na evangelização, a catequese e os grupos de jovens devem promover em suas reuniões (de preferência mensal) um encontro relativo ao dizimo. O enfoque deve ser a dimensão do amor, da partilha e do dízimo. O dirigente ainda pode realizar dinâmicas, teatros, palavras cruzadas ou contar historinhas envolventes que informam com clareza a importância da religião e do dízimo. Além do material que cada paróquia/diocese já possui, existem livros mais específicos que nos auxiliam muito e que podem ser trabalhados.

Promover concursos de redação com quem já sabe escrever. Pedir que façam pesquisas ou entrevistas com dizimistas, relatando sua experiência, caminhada, testemunho e perseverança. As crianças e os jovens podem fazer um concurso de cartazes e promoverem debates. Os mais experientes podem fazer palestras e homilias nos grupos. Visitarem outras comunidades e paróquias para a troca de experiências.

A Pastoral do Dízimo, os grupos e a catequese devem ter uma sintonia na evangelização, se colocando sempre à disposição dos pais, catequizandos e jovens, para esclarecimento de possíveis dúvidas. Além desse trabalho, é necessário que todos dia a dia ajudem o trabalho pastoral e missionário do dízimo, destacando a necessidade, importância e dimensões do dízimo, para nossa Igreja e para eles.

É bom ressaltar que sendo essa caminhada bem-sucedida, deixaremos para nossos filhos a maior de todas as heranças: “a fé, o amor, a obediência, o compromisso e o respeito às leis de Deus”.

Diácono Claudino Affonso Esteves Filho
Coordenador Arquidiocesano da Pastoral do Dízimo
 
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