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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 29/10/2020

29 de Outubro de 2020

‘Os catequizandos são marcantes no cumprimento da minha missão’

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29 de Outubro de 2020

‘Os catequizandos são marcantes no cumprimento da minha missão’

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15/05/2020 01:46
Por: Redação

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A Paróquia São Rafael Arcanjo, em Vista Alegre, que tem 478 catequizandos e 50 catequistas, tem procurado atravessar a realidade da pandemia vivenciando a catequese em casa com as famílias.

Segundo a coordenadora paroquial, Lourdes Maria Gomes Silva, a catequese está sendo realizada através de atividades em vídeos, áudios e transmissões das missas, celebradas pelo pároco, padre Alberto Gonzaga Almeida, que muito tem apoiado as iniciativas para favorecer os catequizandos.

“Nos vídeos desenvolvemos atividades com o livro da catequese, incentivando as crianças e as famílias a fazerem as leituras bíblicas, e depois, postar as reflexões. Trocamos vídeos, fotos, tiramos dúvidas, cumprindo nosso compromisso com Jesus”, disse.

Lourdes Maria acrescentou que o compromisso maior é a participação das missas dominicais através das transmissões realizadas pelas mídias da paróquia.

“Através de fotos e vídeos diminuímos as saudades da nossa paróquia, de nosso pároco, das crianças e catequistas”, disse Lourdes Maria.
Algumas atividades são criadas pela coordenação, outras pelo próprio catequista da turma, de acordo com sua realidade.
“Assim, crianças, famílias e catequistas não deixam de viver os ensinamentos de Jesus”, afirmou Lourdes Maria.

Mandato da missão
Catequista há 28 anos, Lourdes Maria contou que começou como ajudante, depois como catequista auxiliar.
“Em pouco tempo, assumi uma turma e até hoje, conduzida pelo Espírito Santo, continuo sendo instrumento de Deus para os pequenos e as famílias. Muitas foram e são minhas experiências no âmbito de ensinar o amor de Deus para as crianças”, disse.

Além da de coordenar a catequese paroquial, Lourdes Maria também é responsável pela coordenação vicarial da Catequese Especial, um seguimento da Iniciação a Vida Cristã no Vicariato Leopoldina. Também é catequista de Catequese Regular e Especial com formação.

“As experiências com crianças e especiais tornaram-me uma pessoa mais fiel ao mandato de Jesus: ‘Ide, pois, e ensinai a todas as nações’ (Mt 28,19. Os catequizandos são marcantes no cumprimento da minha missão. Cada encontro é uma experiência nova. Muitas vezes, sou catequizada por meus pequenos, outras sou testemunho. Famílias que nos buscam como consolo. São agradecidas com mudanças de comportamento de seus filhos. Famílias que através dos catequizandos conseguem alcançar uma conversão diária”, contou.

Com a força do Espírito Santo
Nesse tempo de pandemia de isolamento social, Lourdes Maria contou que começou a elaborar projetos e a procurar alcançar objetivos através das mídias sociais.

“Por muito tempo, as redes sociais foram um instrumento que nos afastou, hoje nos aproxima. Começamos com as missas online em nossa paróquia, pedindo para as crianças participarem e darem retorno. Uma das ações foi no Domingo de Ramos, quando pedimos para que todos colocassem ramos em suas portas e janelas, celebrando a entrada de Jesus em Jerusalém. No Domingo de Páscoa, pedimos pra colocarem toalhas brancas nas janelas. Está dando certo; temos colhido muitos frutos”, afirmou.

Durante a semana, acontecem outras atividades através de vídeos ou áudios. Neste mês de maio, dedicado a Virgem Maria, os catequizandos foram orientados a ter o compromisso de rezar todos os dias para Nossa Senhora em família.

“Mesmo com todas as dificuldades da pandemia, procuro, como catequista, cumprir a minha missão. Sei que, quem nos sustenta é o Espírito Santo de Deus, que age em nós”, completou Lourdes Maria.

Testemunhas do Reino
Junto com Lourdes Maria, outras catequistas da Paróquia São Rafael Arcanjo receberam o chamado para serem testemunhas do Reino de Deus.
Ana Cristina Lamberg permanece intensificando as orações diárias, a recitação do terço, por vídeo, com a família e as missas online.

“A pandemia está sendo uma experiência nova para todos. Porém, estou tentando diminuir a saudade que sinto dos meus catequizandos, mandando mensagens via WhatsApp e mensagens por vídeo”, disse Ana Cristina.

Já Maria Tereza Quintela sente falta da convivência da comunidade paroquial.

“Sinto falta dos meus adolescentes, dos nossos encontros catequéticos e das experiências trazidas por eles. Também dos sorrisos quando nos encontramos nas missas, e a vontade enorme que eles sentiam em encontrar Jesus na Primeira Eucaristia”, disse Maria Tereza

Carlos Moioli


 
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