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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 31/10/2020

31 de Outubro de 2020

‘Precisamos ser contagiados com a boa notícia que Cristo Ressuscitado é o remédio contra todas as doenças’

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31 de Outubro de 2020

‘Precisamos ser contagiados com a boa notícia que Cristo Ressuscitado é o remédio contra todas as doenças’

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17/04/2020 19:06
Por: Redação

‘Precisamos ser contagiados com a boa notícia que Cristo Ressuscitado é o remédio contra todas as doenças’ 0

“Cada um de nós, junto com a Igreja e a Humanidade, estamos vivendo um momento difícil. Diante do medo da doença e da incerteza da seguridade de nossas vidas, não podemos perder a esperança e confiança na proteção divina”, disse o pároco da Paróquia São João Batista, no Corcundinha, em Campo Grande, padre Antônio Cleidivan Bezerra Vieira.

“Não está sendo fácil, mas é preciso encarar com esperança, firmados pela fé que temos em Cristo Jesus Ressuscitado, quem nos concede a força de que precisamos para seguir conduzindo as ovelhas que nos confiou”, acrescentou o pároco, que está preocupado com as dificuldades com que o povo está passando.

Para ficarem "conectados pela fé" com o povo de Deus, padre Antônio Cleidivan contou que está usando as mídias sociais para encurtar as distâncias.

“As missas estão sendo celebradas diariamente, transmitidas via online. Com a facilidade que a tecnologia nos traz, podemos interagir de modo simultâneo, como por exemplo, a apresentação das intenções no decorrer de cada transmissão, um comentário de fé e esperança. Além das missas, transmitimos também, semanalmente, a oração do Terço da Misericórdia, adoração ao Santíssimo e a Via-Sacra”, contou.

Para fazer memória do maior mistério da vida cristã, padre Antônio Cleidivan procurou incentivar o povo com palavras de esperança, durante as celebrações da Semana Santa. No Domingo de Ramos, ele saiu em carro aberto pelas ruas do bairro para abençoar o maior número possível de fiéis com o Santíssimo.

“Senti o desejo no meu coração de levar a benção do Santíssimo Sacramento até os fiéis para que pudessem se sentir amados e acolhidos, uma vez que estão privados de saírem de suas casas neste tempo de pandemia”, contou.

A experiência de sair às ruas com o Santíssimo fez com que o pároco se sentisse “como o ‘jumentinho de Cristo’, carregando Jesus, não nas ruas de Jerusalém, mas no bairro do Corcundinha”. A bênção com o Santíssimo mereceu muitos comentários. Um paroquiano disse que o pároco “evangelizou durante mais de quatro horas sem usar uma palavra”. Outro paroquiano escreveu em uma das mídias da paróquia: “Minha filha de 7 anos disse, ao ver o Santíssimo sendo levado às casas, que agora chamaria o padre Antônio de ‘o padre da coragem’, e que iria rezar para ele ser santo, assim como foi o padre Pio”.

No Domingo de Páscoa, padre Antônio Cleidivan aproveitou a Missa da Ressurreição para animar todos os fiéis que estão desolados, saudosos e, ao mesmo tempo, cheios de esperança.

“Pelas mensagens enviadas todos os dias, os fiéis expõem seus sentimentos. Temos consciência que por mais úteis que sejam os e-mails, os vídeos, as transmissões ao vivo, eles não podem nos colocar verdadeiramente em contato uns com os outros, pois a verdadeira comunicação humana é pessoal”, afirmou o pároco.

“Precisamos ser ‘contagiados’ com a boa notícia que Cristo Ressuscitado é o remédio contra todas as doenças e, acima de tudo, contra a morte”, acrescentou.

Na busca de atender as necessidades da comunidade, padre Antônio Cleidivan contou que os vicentinos procuram assistir as famílias mais pobres através da caridade social.

“Fomos agraciados com a ajuda da Comunidade Olhar Misericordioso, que olhou para a nossa paróquia e fez uma generosa doação de cestas básicas através do Caminhão da Misericórdia”, contou.

O pároco também informou que está sendo feito o esforço necessário para continuarem "conectados" com as crianças e jovens da catequese. “Os catequistas têm enviado vídeos e tarefas para os catequizandos. O templo está fechado, mas a Igreja doméstica está funcionando”, concluiu.

Carlos Moioli


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