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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 06/08/2020

06 de Agosto de 2020

Símbolos missionários visitam Vicariato da Comunicação

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06 de Agosto de 2020

Símbolos missionários visitam Vicariato da Comunicação

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27/12/2019 18:17
Por: Redação

Símbolos missionários visitam Vicariato da Comunicação 0

A Cruz Peregrina e Missionária e o estandarte (uma bandeira com a logomarca do evento), símbolos do Mês Missionário Extraordinário e, por conseguinte, do Ano Missionário Arquidiocesano, foram recebidos, no dia 26 de dezembro, no Setor de Comunicação da Arquidiocese do Rio. Ambos foram acolhidos pelo vigário episcopal do Vicariato para a Comunicação Social e a Cultura, cônego Marcos William Bernardo.

Houve um momento de oração e reflexão, com a presença de profissionais e colaboradores da Rádio Catedral, e da assessoria de imprensa e dos meios de comunicação da arquidiocese.

“Precisamos fazer uma comunicação de qualidade na qual se respeite a integridade das pessoas”, disse o cônego Marcos William, destacando que “não se deve jogar pedra no telhado do outro quando o nosso também é de vidro”. Lembrou ainda que todos somos passíveis de erros, por isso, mais que prudência, “é necessário que cresça entre nós a experiência vivencial que pertencemos à mesma família”, disse o vigário episcopal.

O Mês Missionário Extraordinário, realizado em outubro de 2019, foi proclamado pelo Papa Francisco em comemoração ao centenário da promulgação da Carta Apostólica “Maximum Illud”, do Papa Bento XV, e traz como tema: “Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo”. Por iniciativa do Cardeal Orani João Tempesta, o evento foi estendido na arquidiocese, com a peregrinação dos símbolos nos vicariatos, até a Festa da Unidade de 2020, que será realizada no dia 28 de novembro.

Na sua reflexão, cônego Marcos William destacou que a Cruz Peregrina e Missionária remete ao tempo, à História, no processo de colonização da América e, de forma mais explícita, em nosso país. “O processo de colonização foi marcado pela fé cristã católica. O símbolo da cruz marcou a presença de Deus em nosso continente, em especial o Brasil, que recebeu num primeiro momento o nome de Terra de Santa Cruz, e, ainda, a realização da primeira missa no país. O que recebemos neste processo, diferente do que disseminado, foi o anúncio da Boa Nova do Evangelho”, afirmou.

Ele ainda sublinhou que o culto em relação à cruz de Cristo lembra que para alcançar a glória é preciso passar pelos sofrimentos, obstáculos, as cruzes de cada dia.

“Ao olhar para a cruz de Cristo temos a certeza que fomos agraciados. A cruz de Cristo nos propõe um futuro tangível, de vida eterna, que Ele conquistou. Que saibamos acolher o Cristo Jesus em Seu símbolo maior de Seu sacrifício, de Seu amor absoluto por nós”, disse.

Carlos Moioli


 
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