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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 12/12/2019

12 de Dezembro de 2019

Preciosa Vida: arquidiocese reconhece associação e aprova estatutos

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Preciosa Vida: arquidiocese reconhece associação e aprova estatutos

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18/11/2019 11:15
Por: Carlos Moioli

Preciosa Vida: arquidiocese reconhece associação e aprova estatutos 0

A Arquidiocese do Rio de Janeiro reconheceu a Associação Privada de Fiéis Família da Preciosa Vida e erigiu a Associação Pública de Fiéis Filhos e Filhas da Preciosa Vida.

Idealizada pelo padre Geovane Ferreira Silva, a família religiosa completou 15 anos de atuação na arquidiocese com o carisma de reinserção do marginalizado e o compromisso de sacrifício pela conversão dos sacerdotes.

O ato foi marcado com missa na Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Laranjeiras, no dia 28 de outubro, presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta. Entre os sacerdotes concelebrantes, o vigário episcopal para a Vida Consagrada, Dom Roberto Lopes.

A Família Preciosa Vida, agora reconhecida, começou no dia 23 de setembro de 2004, no Complexo da Maré, com sede na Paróquia Sagrada Família e, até então, como explicou o fundador, estava ainda em processo experimental de vivência do carisma a serviço do Reino de Deus.

“Após o período ad experimentum de nosso carisma, cuja família contempla três ramos, os filhos, filhas e os oblatos, fomos reconhecidos pela Igreja de forma canônica, com aprovação de nossos estatutos. A liturgia festiva foi importante porque a Igreja reconheceu que tudo o que fizemos foi vontade de Deus. Nosso carisma está de acordo com o que a Igreja pensa e seja necessário para esse tempo”, disse.

A ereção de associação de fiéis, explicou padre Geovane, é uma passagem para que no futuro se torne uma congregação, um instituto de vida consagrada. “Foi Dom Orani quem viu e reconheceu algo diferente daquilo que estávamos vivendo”, salientou.

Com foco na reinserção do marginalizado, uma das principais atividades no início da comunidade foi com a evangelização na boca de fumo, passando para a cracolândia e os presídios. Depois, de forma mais profunda, no aspecto da recuperação.

“Mais que trabalhar com os marginalizados, começamos a buscar a prevenção, alcançar as crianças antes que elas cheguem ao tráfico e outras situações de vulnerabilidade. Foi aí que começamos a trabalhar com creches e internatos. Junto com esse carisma com os vulneráveis, também temos um amor incondicional pelos sacerdotes. Temos um compromisso de sacrifício pela conversão do sacerdotes”, disse padre Geovane.

Carlos Moioli


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