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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 13/11/2019

13 de Novembro de 2019

Centenário de Dom Eugenio

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Centenário de Dom Eugenio

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01/11/2019 13:54
Por: Redação

Centenário de Dom Eugenio 0

As comemorações do centenário de nascimento do quinto arcebispo do Rio, Cardeal Eugenio de Araujo Sales, terá abertura no dia 8 de novembro, no subsolo da Catedral de São Sebastião, no Centro. Às 10h, haverá missa na cripta onde ele foi sepultado, presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, seguida de exposição fotográfica no Museu Arquidiocesano.
 
Segundo o coordenador arquidiocesano de pastoral, cônego Cláudio dos Santos, haverá uma programação especial culminando no dia 8 de novembro de 2020, quando Dom Eugenio, se estivesse vivo, completaria 100 anos. Dom Eugenio faleceu no dia 9 de julho de 2012, aos 91 anos de idade. “Nosso cardeal, Dom Orani, pediu que organizasse um ano de comemorações para marcar o centenário de Dom Eugenio, que governou a arquidiocese por 30 anos. Ele foi um homem de Deus que consumiu sua vida pelo bem da Igreja e merece todo nosso reconhecimento”, disse.

Cônego Cláudio informou que a próxima homenagem será na Feira da Providência, no Riocentro, que acontecerá de 4 a 8 de dezembro. “Vamos colocar uma imagem de Dom Eugenio na entrada da Feira da Providência, para recordar todo o apoio que ele dava ao trabalho social realizado pelo Banco da Providência. Ele não foi o idealizador, mas deu o apoio necessário. Todos os anos participava da abertura, depois visitava a Feira no domingo, quando almoçava na barraca da Bahia”, disse.

Também estão previstos, durante um ano: um painel; uma roda de conversa com pessoas que conviveram e trabalharam com Dom Eugenio; e uma exposição no Museu Arquidiocesano de seus objetos de uso, como paramentos, livros, imagens, e até uma bengala, que usava no final da vida.

“Já temos no Rio, na Barra da Tijuca, uma ponte com o nome de Dom Eugenio. Agora, queremos colocar o seu busto numa rua que também leva seu nome, e que fica na comunidade Marcílio Dias, no bairro da Penha Circular. Nessa comunidade, cujo povo morava em palafitas, Dom Eugenio conseguiu o terreno para que as famílias pudessem construir suas casas”, afirmou cônego Cláudio.



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