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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 13/11/2019

13 de Novembro de 2019

‘Quem ama e é amado por Deus vai saber construir a civilização do amor’

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13 de Novembro de 2019

‘Quem ama e é amado por Deus vai saber construir a civilização do amor’

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25/10/2019 14:28
Por: João Guilherme Vianna

‘Quem ama e é amado por Deus vai saber construir a civilização do amor’ 0

Com o tema “Juventude e Políticas Públicas: uma história nos chama à civilização do amor”, o Dia Nacional da Juventude 2019 (DNJ) foi realizado no Centro Cultural Social e Pastoral Dom Orani Tempesta (CCSP), em Irajá, na tarde do dia 19 de outubro.

Inspirado no tema da Campanha da Fraternidade deste ano, o encontro que reuniu mil participantes, ofereceu oficinas, palestras, formação, shows e missa para os jovens dos diversos carismas que participam das pastorais, movimentos eclesiais e novas comunidades. Também foi oferecido aos jovens o espaço da misericórdia, com confissões, adoração ao Santíssimo e acompanhamento espiritual.

Acolhimento
O pároco da Paróquia Nossa Senhora da Apresentação, em Irajá, e diretor do CCSP, padre Bruno Vianna Citelli, ressaltou a importância da unidade da Igreja na organização do evento: “Quando se promove a unidade, quando todas as pastorais e paróquias se unem para promover algo bom, como o encontro da juventude da nossa arquidiocese, tudo flui muito bem. Todos nós estamos aqui para dar atenção à nossa juventude, para acolhê-la e enviá-la, depois de ouvir a Palavra do Senhor e do nosso pastor Dom Orani, para que os jovens possam ser sinal de salvação e unidade no mundo”, disse.

Protaganismo
O assessor do Setor da Juventude, padre Jorge Carreira, destacou a importância dos jovens na organização do evento. “Desde o ano passado a gente quis reunir os jovens neste local maravilhoso, um santuário da juventude, o centro cultural da paróquia de Irajá, que tem servido à Igreja no Rio de Janeiro. Quero agradecer muito ao padre Bruno Vianna e à comunidade paroquial, que está aqui abraçando a gente. Neste DNJ vemos cada vez mais o protagonismo dos jovens, da articulação, do Setor da Juventude, das comunidades e dos movimentos. Não tem nem como enumerar tanta gente boa que ajudou a protagonizar essa organização. O DNJ foi uma bênção”, afirmou.

Experiência de Deus
Membro da articulação do Setor Juventude, Yasmim Ellen, também consagrada na Comunidade Católica Shalom, explicou que o DNJ começou a ser organizado com o desejo de profissionalizá-lo, dando melhor estrutura para o evento, favorecendo melhor qualidade, mas o foco foi realmente possibilitar aos jovens uma experiência profunda com Deus, com outros jovens e com a Igreja.

“É com muita alegria e gratidão a Deus que percebo que o DNJ marcou a vida de muitos jovens! E era isso que nós desejávamos com esse encontro, que os jovens saíssem daquele lugar de forma diferente e desejosos de construírem verdadeiramente uma civilização do amor. E acredito que isso tem acontecido ao longo desses dias, porque tenho tocado em muitos testemunhos”, disse.

Partilha da fé
Para o bispo auxiliar e referência para a juventude, Dom Paulo Romão, “foi muito bom ver jovens, de diversas paróquias, de comunidades e movimentos, com uma alegria contagiante, falando e ouvindo pregações sobre Cristo, com um desejo imenso de construir a civilização do amor. É muito bonito ver que isso já acontece nas comunidades e já alimenta a vida deles no presente, ajudando-os a serem protagonistas onde estiverem”, declarou.

Para ele, a animação dos presentes no encontro é fundamental para espalhar a Palavra de Deus entre os jovens: “Um momento como este, de encontro com Cristo, é para louvar, rezar e partilhar a nossa fé. Tivemos oficinas com vários temas que serão de grande ajuda para a fé no setor da juventude e para fazer crescer um ardor missionário entre tantos jovens que vieram aqui e que acabam contagiando seus amigos, mesmo os que estão afastados da Igreja, com o seu testemunho. Isso é maravilhoso”, acrescentou.

Vivência da fé
O DJN foi concluído com missa presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, que viu o evento, já em sua trigésima quarta edição, como um importante meio de formação para os jovens:

“É muito bom ver a preocupação e o empenho dos jovens na construção da civilização do amor para que haja mais justiça, diálogo e fraternidade. O jovem bem formado que vive sua fé, que ama a Deus e ao seu próximo, ele vai dar um testemunho de vida cristã no seu trabalho, na escola, no dia a dia. Quem ama e é amado por Deus vai saber construir a civilização do amor. O amor de Deus deve impregnar de tal modo a vida do jovem para que ele, ao fazer o bem, possa também contagiar os outros”, disse o arcebispo.

João Guilherme Vianna


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