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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 14/10/2019

14 de Outubro de 2019

‘A união conjugal precisa ser fecunda e contagiar as pessoas’

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14 de Outubro de 2019

‘A união conjugal precisa ser fecunda e contagiar as pessoas’

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27/09/2019 17:48
Por: Redação

‘A união conjugal precisa ser fecunda e contagiar as pessoas’ 0

“A nossa Catedral, a Igreja mãe da arquidiocese, se embeleza para acolher todos vocês, por aquilo que esse ato significa, isto é, a beleza do Sacramento do Matrimônio. Agradecemos a Deus pela oportunidade de proporcionar a vocês a regularização da vida a dois, como uma graça, um dom especial para a vida matrimonial e familiar”, disse o arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, ao presidir o Casamento Comunitário de 278 casais, na Catedral de São Sebastião, no dia 21 de setembro.

Dom Orani lembrou que este dia era aguardado por todos e, por isso, se tornava marcante, porque desde o início do namoro ou de começar a viverem juntos, havia a busca de regularizar a situação no civil e na Igreja.

“Vocês estão felizes, nós também. Tudo foi preparado com muita alegria e carinho para esse momento, para ficar marcado na vida e no coração de cada um de vocês. Pelo sacramento fica restaurada toda vida matrimonial, a inclusão na caminhada eclesial, a graça de participar da Eucaristia e a responsabilidade de passar para os filhos todos os dons recebidos para que a família possa viver, celebrar e dar testemunho de vida cristã”, disse.
O arcebispo destacou que o matrimônio, a união conjugal, é muito importante para a sociedade, porque prova que ambos se amam. Uma união de amor que já foi provada na caminhada por altos e baixos, mas que se faz necessário ter as bênçãos de Deus para “ser fecunda e contagiar as pessoas”.

“Deus nos amou por primeiro para que pudéssemos amar uns aos outros. Quando o amor de Deus permanece, aumenta a Sua graça na união conjugal, na vida familiar. Uma graça da vida conjugal deve ser viabilizada para que a sociedade possa ver as maravilhas do Senhor. O grande segredo da família, que a sociedade precisa ver e contemplar, é de uma família que reza, perdoa, permanece unida e que participa da vida em comunidade”, salientou Dom Orani.

Valorização da família
Realizado desde 2015, o Casamento Comunitário na Catedral Metropolitana já se tornou uma tradição anual, muito aguardada pelos casais. Organizado pelo pároco, cônego Cláudio dos Santos, o casamento contou com a presença de 48 sacerdotes e diáconos que ouviram o consentimento dos casais. A iniciativa da Igreja é uma parceria com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que oferece gratuitamente a regularização no aspecto religioso e civil.

Segundo o cônego Cláudio dos Santos, houve 278 casais inscritos e, desse total, 194 casaram no civil e no religioso, e os demais somente no religioso. As faixas etárias dos casais variam de 20 a 81 anos, sendo que houve 105 casais de 31 a 35 anos, e 107 casais de 36 a 40 anos. Dos oito vicariatos da arquidiocese, o Vicariato Leopoldina ficou em primeiro lugar, com a presença de 50 casais, seguido do Vicariato Oeste, com 44 casais, e do Vicariato Suburbano, com 38 casais.

“Numa sociedade na qual cada vez mais se pensa na desvalorização da família, o casamento comunitário é um grande sinal da presença e da pertença a Deus. Um sinal de que muitos homens e mulheres continuam a serem chamados a dar continuidade ao Seu projeto de constituir uma família, e que seja marcada com a sua presença, a sua graça por meio do Sacramento do Matrimônio”, disse o pároco da Catedral.

De acordo com cônego Cláudio, “foi um momento muito bonito e significativo”. Ele lembrou que para a realização do casamento houve o empenho de muitas pessoas. “Contamos com a colaboração de 80 fotógrafos voluntários e de dezenas de cabeleiras e maquiadoras oferecidos pelo Senac. Recebemos a doação de diversos vestidos da empresa Glória Noivas e contamos com a ajuda na organização de membros da Aliança de Casais com Cristo de várias paróquias da cidade”, detalhou.

Carlos Moioli


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