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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 17/07/2019

17 de Julho de 2019

Um ano de atividades na Casa de Acolhida Papa Francisco

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17 de Julho de 2019

Um ano de atividades na Casa de Acolhida Papa Francisco

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12/07/2019 13:45
Por: Redação

Um ano de atividades na Casa de Acolhida Papa Francisco 0

Em julho de 2018, entrou em funcionamento a Casa de Acolhida Papa Francisco, instalada em imóvel cedido pelo Colégio Santo Inácio, localizada no Recreio dos Bandeirantes. Fruto de uma parceria entre a Agência da ONU para Refugiados – Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), a Cáritas Arquidiocesana e a Paróquia Imaculada Conceição, no Receio.

A Casa de Acolhida Papa Francisco destina-se ao acolhimento temporário de mulheres venezuelanas e seus filhos em situação de refúgio, vindas de Roraima para o Rio de Janeiro. Conta com espaços de uso coletivo (quartos, banheiros, salas, refeitório, cozinha e área externa), e tem por objetivo fornecer moradia temporária de forma igualitária, sem discriminação ou diferenciação de qualquer tipo. A permanência é por tempo limitado, podendo ser reavaliada pela equipe técnica, caso a caso. Durante a permanência na casa, as acolhidas devem procurar emprego e moradia para, na medida do possível, adquirir condições de manterem-se por seus próprios meios, para uma vida digna no Brasil.

Para auxiliá-las nesta missão, ACNUR e Cáritas providenciam suas documentações e identificações, bem como ministra cursos e acompanhamento social. A Cáritas tem um curso de língua portuguesa voltado para este público específico. Com ajuda de voluntários, outros treinamentos também foram efetuados, conforme suas habilidades e interesses demonstrados.

As crianças são matriculadas nas redes municipal e estadual de ensino, conforme suas idades, e recebem acompanhamento de voluntários para auxiliá-las em suas dificuldades escolares.

Todos, adultos e crianças, recebem acompanhamento de saúde pelo Posto de Saúde Municipal do Recreio.
Uma das mulheres venezuelanas acolhidas, Estefânia Azuaje, descreveu o que representou para ela e para seus dois filhos a Casa de Acolhida Papa Francisco:

“A casa de acolhida foi a melhor coisa que aconteceu desde que cheguei ao Brasil, há três anos. Uma casa linda e maravilhosa com segurança, comodidades, comida e assistência psicológica e social para minha família. Uma bênção de Deus para conseguir ir para frente e ter uma vida digna. Foi uma experiência linda que nunca vou esquecer e, também, meus filhos. Sempre estarei agradecida pela oportunidade que esta excelente equipe de voluntários da igreja e o padre André Vilar deram para todos nós. Obrigada por todos que se comoverem pelas nossas histórias de imigrantes, e abriram seus corações com tanto amor, nos acolheram com esse calor humano de irmãos e deram toda essa ajuda. Obrigada a cada um de vocês pelos donativos e apoio à igreja do padre André e sua equipe de voluntários maravilhosos”, disse.

Neste período de funcionamento, a Casa de Acolhida Papa Francisco recebeu 56 mulheres e 27 crianças.

Durante este ano, foram consumidos cerca de oito mil quilos de alimentos, além de material de limpeza, higiene e conservação.
A equipe de voluntários da Paróquia Imaculada Conceição, no Recreio, conta hoje com oito voluntários, atuando junto à Casa de Acolhida e mais toda a comunidade paroquial que participa com as doações do que se utiliza na casa.
Da Redação
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