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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 17/07/2019

17 de Julho de 2019

Sacerdotes celebram jubileu de 25 anos de ordenação com Rebanhão Vocacional

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17 de Julho de 2019

Sacerdotes celebram jubileu de 25 anos de ordenação com Rebanhão Vocacional

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21/06/2019 13:57 - Atualizado em 21/06/2019 13:57
Por: Carlos Moioli e Symone Matias

Sacerdotes celebram jubileu de 25 anos de ordenação com Rebanhão Vocacional 0

A turma de sacerdotes ordenados na Arquidiocese do Rio, em 1994, está em festa. O jubileu dos 25 anos será celebrado com uma missa em ação de graças no dia 22 de junho, às 9h, na Catedral de São Sebastião, presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta. São eles: o bispo auxiliar Dom Roque Costa Souza, o monsenhor Sérgio Costa Couto e os padres Geraldo José Natalino, Jerônimo Pessanha de Almeida, José Geraldo Gomes, Marco Túlio de Castro Carvalho, Sérgio Marcos Sá Ferreira e Sérgio Cavalcante Muniz.

Junto com o jubileu dos sacerdotes será realizada a primeira edição do Rebanhão Vocacional, ambos dentro do contexto do Ano Vocacional Sacerdotal em âmbito arquidiocesano. Na celebração também serão comemorados os aniversários natalícios de Dom Orani e do padre Sérgio Marcos. Após o Rebanhão, haverá festa junina na Catedral.

A turma que escolheu o tema: “Como bons dispensadores das diversas graças de Deus, cada um de vós ponha à disposição dos outros o dom que recebeu (1Pd 4,10)” foi ordenada na Catedral, no dia 18 de junho, pelo Cardeal Eugenio de Araujo Sales. 

 Preparação

Segundo Dom Roque, o jubileu estava sendo preparado desde o ano passado. Primeiro foi celebrada uma missa em conjunto, depois nas paróquias em que os sacerdotes estavam exercendo o ministério.

“Dom Orani, que presidiu todas as missas, incentivou a celebração do jubileu como parte do Ano Vocacional Sacerdotal e também a realização do Rebanhão, que foi uma sugestão do padre Jerônimo. Tudo o que está sendo realizado é uma oportunidade de dar testemunho de perseverança, da alegria de exercer a missão, de acordo com nosso lema de ordenação, de serem dispensadores da graça de Deus. Cada um, com os dons que recebeu de Deus, vai servindo a Igreja e conduzindo os trabalhos na arquidiocese”, disse.

 Servir com alegria

Decano da turma, padre Jerônimo está feliz com a celebração do jubileu. “É uma turma eclética, com temperamentos diferentes, mas a gente se dá bem”. Ele também está animado com a realização do Rebanhão, que passará a fazer parte, a cada ano, da programação oficial da arquidiocese.

“O Rebanhão vai motivar a dimensão vocacional e missionária da nossa juventude. A Feira Vocacional dará subsídios para quem deseja se consagrar ao Senhor. Haverá também estandes de congregações religiosas, de novas comunidades, que abrangem todas as vocações, para homens e mulheres”, disse.

Desde o dia 10 de agosto de 2014, padre Jerônimo está à frente da Paróquia São Sebastião, em Parada de Lucas, e procura servir como “um pai de todos”. A paróquia possui duas capelas anexadas e 36 pastorais, entre elas, a Afro-Brasileira.

“Desde a ordenação, passei por diversas paróquias, como vigário e pároco, sempre exercendo a missão que me foi confiada como o guardião do rebanho. Assim como disse o apóstolo São Paulo, ‘não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”. “Procuro viver o sacerdócio ministerial com alegria, unidade e fidelidade à Igreja, na dimensão da santidade e do serviço”, afirmou.

 Surpresas de Deus

O mais velho da turma, monsenhor Costa Couto, quando entrou no seminário já era formado em letras e tinha mestrado em teologia. Sua intenção era seguir a carreira da diplomacia, de acordo com a tradição da família.

“Eu queria ser diplomata, e meu amigo Noberto Moreti queria ser padre. Mas, Deus tem bom humor e fez uma troca. Cheguei a celebrar o casamento dele. Até hoje não entendi e ele também não. O fato é que nem eu me arrependi, nem ele. Deus tem dessas surpresas”, afirmou.

Segundo monsenhor Costa Couto, a turma dos jubilandos tem várias curiosidades. Padre Sérgio Muniz, o mais novo de todos, havia terminado os estudos no seminário e não tinha a idade para a ordenação, e padre Marcos Túlio era engenheiro. Também há diferenças de opinião e de origens.

“Nossa turma não é homogênea. Somos diferentes, mas sempre nos demos bem, assim como deve ser o clero, a família de Deus. Sempre brincamos com nossas diferenças de condições, origens, opiniões e de formação. Mas, cada um exerce bem o ministério, em favor do bem da Igreja”.

Por ocasião do jubileu, monsenhor Costa Couto lamentou que algumas pessoas especiais não estarão presentes, como a sua mãe, já falecida, mas entende que “faz parte dos planos de Deus, que sempre conduz para o bem”; Dom Eugenio, que ligava todos anos, por ocasião do aniversário de ordenação, e Dom Rafael Llano Cifuentes, que foi seu professor e diretor espiritual.

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