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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 24/05/2019

24 de Maio de 2019

Pastoral do Trabalhador promove o Dia Internacional da Mulher no Edifício São João Paulo II

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24 de Maio de 2019

Pastoral do Trabalhador promove o Dia Internacional da Mulher no Edifício São João Paulo II

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09/03/2019 00:00 - Atualizado em 13/03/2019 06:44
Por: Flávia Muniz

Pastoral do Trabalhador promove o Dia Internacional da Mulher no Edifício São João Paulo II 0

Com missa no dia 8 de março, presidida, ao meio-dia, pelo bispo auxiliar emérito Dom Assis Lopes e concelebrada pelo padre Vicente de Freitas, dezenas de mulheres agentes da Pastoral do Trabalhador, de todos os vicariatos da Arquidiocese do Rio, e funcionárias da Mitra Arquiepiscopal celebraram o Dia Internacional da Mulher no Edifício São João Paulo II, sede do governo arquidiocesano, no bairro da Glória.

Todos os anos, a Pastoral do Trabalhador realiza esse momento de comunhão e convivência entre as suas agentes e as funcionárias da Mitra. Durante a celebração, Dom Assis convidou os presentes a rezarem pelas mães falecidas, em agradecimento ao legado delas, na vida de seus filhos e, por extensão, na formação da sociedade.

Sempre espirituoso em suas homilias, Dom Assis exaltou a importância das mulheres, a partir do valor da figura materna na vida de cada ser humano:

"Devemos sempre rezar pelas nossas mães e todas as mães de nossa família. Quantos sacrifícios elas fazem para formar seus filhos e filhas! Se tudo o que tiver para dar ao filho é uma tirrina de sopa, a mãe enche essa única tirrina de sopa para o filho com uma concha e o serve com uma colher; mas, dessa mesma tirrina de sopa, ela se serve com um garfo. É ou não é assim que fazem as mães?”, indagou o bispo. E continuou: "rezo sempre pela minha, que foi costureira; sem ela, eu não teria me tornado o homem que eu sou. Como reitor de seminário, cheguei a despedir um jovem e mandá-lo de volta para a casa dos pais, quando descobri que ele sentia vergonha de sua mãe. Quem sente vergonha e despreza a própria mãe não pode querer ser padre. O respeito às mulheres, na sociedade, passa pelo respeito à própria mãe", exortou.

Dirigindo-se às mulheres trabalhadoras presentes, disse: "Agradeço o convite e o privilégio desta celebração. Foi uma grande satisfação, para mim, celebrar esta Eucaristia para vocês, por todo o trabalho que realizam. Deus as abençoe", concluiu Dom Assis.

Antes da bênção final, a coordenadora arquidiocesana da Pastoral do Trabalhador, Shirley Mello, agradeceu a solicitude de Dom Assis, por sua disponibilidade em celebrar a Eucaristia para as trabalhadoras; agradeceu também a presença das mulheres e dos homens que prestigiaram a comemoração proposta pela pastoral. Na sequência, leu um breve memorial sobre a instituição do Dia Internacional da Mulher. Encerrada a santa missa, seguiu-se uma confraternização.


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