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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/03/2019

21 de Março de 2019

Centros pastorais acolherão projetos sociais

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Centros pastorais acolherão projetos sociais

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08/03/2019 11:41 - Atualizado em 08/03/2019 11:41
Por: Giselle Martello / Nathalia Cardoso

Centros pastorais acolherão projetos sociais 0

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, na Ilha do Governador, quer dar prosseguimento a duas obras que vão melhorar, substancialmente, o trabalho pastoral, segundo o pároco, padre Gilvan André da Silva. O Centro Pastoral Catequético Nossa Senhora Aparecida e o Centro de Evangelização, Cultura e Promoção da Vida Irmã Dulce são projetos antigos que já tiveram suas obras iniciadas e, agora, estão parados por questões financeiras e de documentação.

A paróquia trabalha, junto à Pastoral do Menor, com projetos que ajudam a tirar as crianças das ruas, tais como o Programa Forças no Esporte (Pofesp), da Marinha do Brasil, em parceria com a pastoral, e também atua na assistência religiosa a adolescentes privados de liberdade.

Padre Gilvan, por ser assistente eclesiástico adjunto da pastoral, tem uma visão preventiva: “Enquanto em uma parte de nosso trabalho, buscamos dar assistência a esses adolescentes privados de liberdade, em outra, buscamos formar os adolescentes para que eles não sejam mais vítimas dos descasos da sociedade e acabem sendo privados também de sua liberdade. São esses os dois vieses da Pastoral do Menor aqui na paróquia”, pontuou.

Por ter atividades sociais intensas e atender a uma comunidade do entorno, o local precisa desses novos espaços, a fim de prover melhor estrutura para os serviços prestados. Além disso, a paróquia não conta com casa paroquial para abrigar os sacerdotes. Ela fará parte das novas instalações que devem ficar prontas em breve.

Padre Gilvan explicou que agora é necessário que a comunidade apoie os projetos a fim de que eles possam continuar com as obras. O Centro Pastoral Catequético Nossa Senhora Aparecida, segundo ele, é fruto das inspirações do ano que antecedeu a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Rio, 2012. Construir esse centro pastoral para acolher os peregrinos era a ideia na época, mas não foi possível.

“Um pouco depois, em 2016, iniciamos a construção do centro pastoral com salas de evangelização, dois salões de informações, um pequeno salão de arte e vídeo, banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, uma cozinha ampla, vários ambientes de acolhimento – porque é uma paróquia de romeiros, que acolhe muitas pessoas de fora. As instalações que temos hoje não são suficientes para atender demandas de pastorais, ministérios e movimentos que se reúnem diariamente em nossa área paroquial”, explicou o sacerdote.

A outra grande obra que está sendo feita é a do Centro de Evangelização, Cultura e Promoção da Vida Irmã Dulce. Padre Gilvan contou que no local já existe uma quadra de eventos, onde acontecem atividades esportivas por meio da Pastoral do Esporte. Além disso, algumas instalações já estão quase inteiramente concluídas: as salas de atendimento de psicologia, pediatria e assistência social.

“Espero em Deus que, em um futuro breve, a comunidade se reanime para darmos prosseguimento a essa obra que, além da questão social, trará ampliações importantes e instalações adaptadas para acolher os padres que porventura tenham alguma necessidade especial. Escolhemos esse nome por causa da grande expressão de caridade, de amor a Jesus Cristo e à Igreja que foi irmã Dulce. E é neste prédio anexo que estão centralizados os serviços sociais da nossa paróquia”, contou.

Pastoral do Menor

Neste Ano Vocacional Sacerdotal, a comunidade paroquial está empenhada em promover o trabalho de todas as pastorais e movimentos. No entanto, a atuação da Pastoral do Menor é relativamente recente e está sendo o foco das atenções.

“É um projeto novo no qual crianças, não só as da Igreja, e muitos jovens e adolescentes fazem parte. Tem sido uma grande bênção em que vemos o futuro das nossas crianças sendo garantido através da pastoral. Despertamos, há três anos, para a necessidade de assistência religiosa, uma vez que a Ilha do Governador concentra as maiores unidades do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), onde estão adolescentes privados de liberdade. E essa é uma das frentes de trabalho da pastoral aqui”, sinalizou.

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