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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/03/2019

21 de Março de 2019

Paróquia São João Batista, em Campo Grande, comemora 8 anos, acolhendo o novo pároco

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21 de Março de 2019

Paróquia São João Batista, em Campo Grande, comemora 8 anos, acolhendo o novo pároco

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08/03/2019 11:16 - Atualizado em 08/03/2019 11:16
Por: Carlos Moioli / Flávia Muniz

Paróquia São João Batista, em Campo Grande, comemora 8 anos, acolhendo o novo pároco 0

Completou 8 anos de criação, no dia 25 de fevereiro, a Paróquia São João Batista, localizada no Corcundinha, na região de Campo Grande, e pertencente ao Vicariato Santa Cruz. O clima de festa na paróquia é motivado, também, pela chegada do novo pároco, padre Antônio Cleidvan Bezerra Vieira, enviado da Arquidiocese de Belém-PA. No dia 17, ele tomou posse, em missa presidida pelo arcebispo Cardeal Orani João Tempesta.

Itinerância

Nascido em Pereiro, no Ceará, Diocese de Limoeiro do Norte, padre Antônio Cleidvan foi ordenado em Brasília - pelo Seminário Missionário Redemptoris Mater - aos 26 anos de idade, no dia 4 de dezembro de 2010. Sua formação está baseada na espiritualidade do Caminho Neocatecumenal, que forma padres e leigos catequistas itinerantes. Essa característica endossou sua missionariedade, de tal sorte que, de Brasília, foi enviado para Belém, logo após a Jornada Mundial da Juventude, saindo do Rio de Janeiro direto para a Arquidiocese de Belém do Pará.

Ali, fundou e foi vice-reitor do Seminário Redemptoris Mater na Amazônia, de 2013 a 2018. Nesse período, por cerca de dois anos, foi também pároco da paróquia Jesus Bom Samaritano, cuja dedicação do templo foi feita por Dom Orani, à época, arcebispo de Belém. Concluído o período de sua designação àquela arquidiocese, foi enviado para a Arquidiocese do Rio, assumindo, então, a Paróquia São João Batista, do bairro Corcundinha, no dia 17.

“Nossa formação no seminário nos prepara para a mudança; às vezes, nem chegamos a desfazer as malas, já que nossa formação nos torna padres itinerantes. Por isso, estamos sempre, como diz o Evangelho, ‘sem ter onde reclinar a cabeça’. E, mesmo com a mudança, conservamos o vínculo com a paróquia de Belém, tanto que para a missa de posse vieram 24 paraenses e outros irmãos de Brasília”, contou padre Antônio.

‘Jovenzinha’

Sobre a nova paróquia, padre Antônio Cleidvan disse que, ao chegar, sua primeira impressão foi a de que se trata de uma paróquia “muito jovenzinha”,  pois só tem oito anos de existência. E que por isso, tem seus desafios para evangelizar e também no que tange ao aspecto físico:

“Somos muito gratos a todos os padres que passaram por aqui. A missão iniciou com o padre Luiz Carlos Pereira, hoje nosso vigário episcopal; depois, prosseguiu com o padre Lucas César Favarim, também do nosso Seminário Redemptoris Mater, de Brasília. Eles priorizaram, como deve ser no início de uma comunidade, a evangelização e a formação litúrgica. Agora, precisamos crescer também no aspecto físico, pois nossa igreja não comporta todos os paroquianos. Esse, no momento, é o primeiro desafio: a construção de um novo templo. Venho com este entusiasmo e fui muito bem recebido”, disse ele.

Unidade na diversidade

Considerando-se necessitado de sabedoria, para bem desempenhar seu ofício de pastor, padre Cleidvan afirmou que tem pedido a Deus que “assim como concedeu ao jovem Salomão, conceda, também a mim, a sabedoria, pois tenho 34 anos de idade e oito anos de padre. Entrei jovem no seminário e fui ordenado também jovem. E minha esperança é, com o Espírito e a formação que recebi, trabalhar em unidade com o cardeal, alinhado ao seu lema e na dinâmica da unidade na diversidade”, pontuou.

Prioridades

Atento às fragilidades e limitações do rebanho que acaba de assumir, o padre revelou ter como prioridade no trabalho pastoral a formação litúrgica dos paroquianos: “observei que nossa paróquia precisa dar uma atenção toda especial à liturgia. Tenho já marcada algumas reuniões formativas com os coordenadores dos movimentos, pastorais e toda a comunidade paroquial, para abordarmos sobre tudo o que engloba a liturgia: música, coroinhas, leituras, a proclamação da Palavra de Deus, posturas, gestos litúrgicos e as vestes litúrgicas. Nossa paróquia ainda não tem um grupo formado para cuidar da liturgia; a cada semana, uma pastoral assume e organiza. Então, vejo como minha maior preocupação, nesse primeiro momento, a formação dos paroquianos em liturgia, para criarmos a Pastoral da Liturgia, que é de suma importância e, pessoalmente, algo de que eu gosto muito”, ressaltou padre Antônio.

Outra preocupação do sacerdote é com a evangelização das pessoas, não descartando a atenção para com o aspecto social: “As formações são uma constante nas paróquias por onde passei. E pretendo incrementar em todas as dimensões, sobretudo o tema de defesa da vida, convidando palestrantes de fora. Temos também a necessidade de assistência social nas áreas mais carentes. Porém, minha prioridade é evangelizar, pregar a Palavra. Assim Jesus fazia: primeiro pregava, só depois alimentava o povo. Além disso, devido à minha experiência de trabalhar no seminário como formador, é meu desejo também fomentar as vocações sacerdotais e missionárias em nossa Igreja. Nossa paróquia está muito unida à arquidiocese, nas suas ações pelo Ano Vocacional Sacerdotal”, concluiu ele.

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