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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 20/05/2019

20 de Maio de 2019

‘Chamados a ser Igreja penitente, em busca de conversão’

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20 de Maio de 2019

‘Chamados a ser Igreja penitente, em busca de conversão’

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08/03/2019 10:31 - Atualizado em 08/03/2019 10:31
Por: Flávia Muniz

‘Chamados a ser Igreja penitente, em busca de conversão’ 0

Na Quarta-feira de Cinzas, 6 de março, o arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, abriu, em âmbito arquidiocesano, o tempo da Quaresma, em missa solene com o rito de imposição das cinzas, às 18h, na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no Centro. E em unidade com toda a Igreja do Brasil, Cardeal Tempesta deu início, também, à Campanha da Fraternidade 2019, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que tem como tema: “Fraternidade e políticas públicas”, e cujo lema é: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

A cerimônia marcava também o retorno às aulas dos seminaristas da arquidiocese e, por isso, a missa foi concelebrada pelo bispo auxiliar e referencial para os seminários da arquidiocese, Dom Roque Costa Souza, o reitor e vice-reitor do Seminário Arquidiocesano de São José, respectivamente, cônego Leandro de Souza Câmara e o padre Alessandro Manoel dos Santos, que é também vice-reitor do Seminário Menor. E ainda: o reitor e vice-reitor do Seminário Propedêutico Rainha dos Apóstolos, os padres Adriano de Abreu Figueira e Marcelo Ramos Cruz, o reitor do Seminário Missionário Redemptoris Mater, padre Marcos André Nascimento Silva, além dos padres formadores e o pároco da Catedral, cônego Cláudio dos Santos.

No início da celebração, Cardeal Tempesta acolheu os fiéis presentes, recordando que, com o rito da imposição das cinzas, a Igreja entra em um novo tempo litúrgico: de oração e conversão; de contrição, reconciliação e perdão, por meio do jejum, da penitência e da esmola:

“Nós iniciamos, com esta celebração das cinzas, o ciclo pascal. Durante 40 dias, estaremos caminhando, para chegarmos ao Tríduo Pascal, quando então vivenciaremos as celebrações da Páscoa. Ao longo desses 40 dias, a Igreja nos convida à oração, ao jejum, à penitência e à esmola, para renovarmos nossa caminhada batismal”, declarou o arcebispo.

Na homilia, Dom Orani ressaltou que é o tempo de renovar a experiência do êxodo, “como disse o Papa Francisco, em sua mensagem para a Quaresma, ou seja, de que este é o tempo de entrar no deserto, com o Senhor, para fazer voltar a primavera, fazer florir uma vida nova, de homens e mulheres novos”, disse ele.

Dom Orani também ressaltou a pertinência do tema da CF-2019, em face dos problemas enfrentados pela sociedade, por ausência de políticas públicas:

“Iniciamos, com toda a Igreja do Brasil, a Campanha da Fraternidade, em que refletiremos sobre fraternidade e políticas públicas, que lembram a justiça e o direito, segundo o texto do profeta Isaías. O tema mereceu uma mensagem do Papa Francisco, na qual ele nos exorta a que nos empenhemos nesse tempo quaresmal, para que nossa vida de conversão leve à transformação das políticas públicas, para o bem de todos os cidadãos do nosso país”, disse o cardeal.

Para o arcebispo, o tempo litúrgico que se inicia é também uma contrapartida católica aos valores do mundo em testemunho do Senhorio de Jesus:

“As cinzas, produzidas com a queima dos ramos bentos do Domingo de Ramos do ano anterior, são depositadas sobre as nossas cabeças, para nos recordarem dos nossos pecados e infidelidades, quando nem sempre testemunhamos ser Cristo o Senhor, daquela mesma forma com que O aclamamos, no Domingo de Ramos”, lembrou o cardeal. E, por fim, declarou: “o mundo continua com suas festas, porém, para nós cristãos católicos, começa um tempo muito importante. E somos chamados a vivê-lo como Igreja penitente, que busca reconciliação, pedindo ao Senhor o dom da conversão”, concluiu Dom Orani.

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