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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 09/12/2019

09 de Dezembro de 2019

Cultura e fé no terceiro dia da Semana Missionária em Chitré

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Cultura e fé no terceiro dia da Semana Missionária em Chitré

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18/01/2019 14:50 - Atualizado em 18/01/2019 14:58
Por: Priscila Xavier

Cultura e fé no terceiro dia da Semana Missionária em Chitré 0

Além de um encontro de fé e cultura, a Jornada Mundial da Juventude também propõe ações concretas. Dessa forma, no terceiro dia da Semana Missionária, 17 de janeiro, o grupo oficial da Arquidiocese do Rio fez, como gesto concreto, a pintura do Centro Social Santo Agostinho, pertencente à Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Diocese de Chitré.

Conhecido como “Comedor San Agustín”, o local, que fica numa região muito carente, servia refeições para as crianças e os mais necessitados. Porém, as atividades foram encerradas há alguns anos, após o furto dos objetos utilizados para a preparação dos alimentos. Com a ação do grupo oficial, o objetivo é que o comedor retome seus trabalhos.

Mas, antes de “por a mão na massa”, os peregrinos participaram da celebração eucarística, presidida pelo bispo auxiliar e referencial da juventude, Dom Paulo Romão, na Capela Santo Agostinho, que fica ao lado do centro social.

Na homilia, Dom Paulo frisou a necessidade de depositar as esperanças em Cristo. “O verdadeiro significado de ser pobre não é não ter, mas ter como se não tivesse. A natureza de nosso desejo não tem limites. Temos um enorme desejo de sermos felizes, mas se não colocarmos nossa esperança em Jesus e a depositarmos em qualquer outra coisa, não seremos preenchidos, tudo nos frustrará”, pontuou.

Ele ainda acrescentou, dizendo: “O jovem rico voltou triste porque não foi capaz de desapegar de seus bens para ser feliz. A verdadeira pobreza é quando encontramos nossa verdadeira riqueza. O gesto de hoje nos ajuda a compreender a verdadeira riqueza: Jesus Cristo, nosso Senhor”, completou.

No ofertório, os peregrinos depositaram aos pés do altar as tintas, pincéis e todo o material utilizado na pintura.

À tarde, todos os peregrinos acolhidos na Paróquia Nossa Senhora do Rosário participaram da apresentação cultural, na qual os panamenhos e poloneses apresentaram as danças e músicas típicas de suas nacionalidades. Claro, o Rio de Janeiro mostrou sua cultura com músicas de várias ritmos do nosso país. Ao final da apresentação brasileira, a peregrina Tayrine Dias e o bispo auxiliar do Rio Dom Joel Portella, entraram com a imagem de Nossa Senhora Aparecida encerrando o momento com a oração da Ave Maria recitado em três idiomas, português, polonês e panamenho. O dia encerrou com a adoração ao Santíssimo sacramento.

 

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