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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 26/03/2019

26 de Março de 2019

Grupo oficial rumo à JMJ Panamá

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Grupo oficial rumo à JMJ Panamá

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12/01/2019 15:01 - Atualizado em 12/01/2019 15:01
Por: Carlos Moioli

Grupo oficial rumo à JMJ Panamá 0

Uma missa na Capela São João Paulo II, na Glória, no dia 5 de janeiro, presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, marcou o envio do grupo oficial da Arquidiocese do Rio à 34ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Panamá, que será realizada de 22 a 27 de janeiro.

“Estamos celebrando a missa de envio na capela do idealizador e padroeiro da JMJ, que neste ano será mariana. ‘Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc 1,38). Que São João Paulo II nos ajude, através da participação na JMJ, no Panamá, a aumentar nossa adesão a Jesus Cristo”, disse Dom Orani, na acolhida.

Formada por 48 pessoas, a comitiva vai participar primeiro da Pré-Jornada, ou Semana Missionária, que será realizada de 13 a 20 de janeiro, na cidade e diocese panamenha de Chitré, situada na Península de Azuero.

Experiência de Deus

Na homilia, colocando os jovens sob os cuidados da Providência de Deus, Dom Orani lembrou a JMJ Rio2013, e animou a todos para participar com alegria e entusiasmo da Pré-Jornada, em Chitré, e da JMJ, no Panamá.

“Nesta missa de envio, fazemos memória da JMJ Rio2013, quando o Papa Francisco, em Copacabana, enviou todos para evangelizar: ‘Ide, sem medo, para servir’. Ainda hoje sentimos os frutos de tantas pessoas que foram tocadas pelo amor de Deus. Ao fazer a experiência do encontro com o Senhor, foram impelidas em anunciar as maravilhas de Deus, contagiando as pessoas com o bem. Que a participação de cada um que é enviado na JMJ no Panamá não seja uma representatividade, mas uma oportunidade de fazer uma experiência de amor com o Senhor. Que o testemunho de cada um, ao voltar para suas comunidades, possa ser de protagonismo na construção de uma sociedade pautada pela fraternidade e respeito entre todos”, disse Dom Orani.

Transformação da fé

Os enviados estão entusiasmados em participar da JMJ, no Panamá. Cada um tem uma experiência de expectativa para contar.

“A missa de envio pra mim foi a bênção final para a ida em paz rumo a concretizar mais um sonho que é viver a JMJ Panamá. As palavras de Dom Orani que mais me tocaram foram: não ter medo e ir de coração aberto para receber o milagre da transformação da fé e do amor de Deus em minha vida, e poder voltar cheia de esperança e levar essa força aqueles que ainda não conseguem sentir. A minha preparação está sendo rezar o terço todos os dias e entregar essa Jornada,  todos os dias que estão por vir”, disse a estilista Narla Paes Franco Rosa, da Paróquia Nossa Senhora das Neves, em São Gonçalo.

Ela contou ainda que participou como voluntária na JMJ Rio2013. “Foi a melhor experiência da minha vida!”. Agora, estou com muita expectativa para a Semana Missionária e a JMJ no Panamá: “Quero compartilhar culturas e muita fé!”, concluiu Narla Rosa.

Emoção e gratidão

“A JMJ, no Panamá, é um grande sonho que está se concretizando. Desde a JMJ em Madri, em 2011, o Senhor já tinha colocado em meu coração a vontade de participar de uma JMJ, mas naquela época parecia algo impossível de se concretizar”, contou Rafaela Braga Tomaz, da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Curicica.

Ela afirmou que a JMJ no Rio, em 2013, foi uma experiência muita rica, cujos frutos refletiram até dentro de sua casa com o acolhimento de peregrinos, onde seus pais puderam vivenciar um pouco da onda de amor que inundou o Rio de Janeiro.

Porém, ela não conseguiu participar da JMJ de Cracóvia, em 2016, mas ficou animada e começou a rezar quando soube que a JMJ de 2019 seria no Panamá.

“Pedi ao Senhor para que se fosse da vontade d’Ele, providenciasse o necessário para a minha ida ao Panamá. E foi justamente o que aconteceu. Na época, eu estava trabalhando só meio período e apertada financeiramente, mas em agosto de 2017 consegui uma vaga para trabalhar na parte da tarde, e no mês seguinte comecei a pagar as parcelas da JMJ”, contou.

Rafaela acrescentou que a sua ‘ficha’ demorou para cair, e quando ouviu a voz de Dom Orani na celebração, o seu coração ficou acelerado e feliz por fazer parte do grupo oficial da arquidiocese.

“A missa de envio parecia um sonho para mim, um cuidado de Deus, um momento de muita emoção e gratidão. Uma parcela de quanto o amor de Deus nos envolve e nos encoraja a seguir em frente, mesmo não merecendo muitas vezes, e que não há impossível para aqueles que creem na providência do Senhor”, concluiu Rafaela.

Trabalho extra

Fábio Muriel Silva Santos, que participa da Igreja de Santa Teresinha, na Barrinha, vinculada à Paróquia São Francisco de Paula, na Barra da Tijuca, contou sobre sua alegria em participar da celebração.

“A missa de envio foi muito bonita. Me emocionei várias vezes. No final, até chorei com a música da Jornada. Foi especial também porque eu estava com meu pai que está aqui no Rio e foi à missa comigo”, disse.

Fábio, que é motorista, contou que vem se preparando, há muito tempo, para participar da JMJ, no Panamá, e pagou sua passagem em 17 vezes: “Paguei a passagem lavando carros e trabalhando à noite”

Frutos da JMJ

Entre os enviados, estavam o casal Sebastião Laércio Machado e Vera Lúcia Ribeiro Leite Machado, que no dia 3 de janeiro completou 50 anos de matrimônio. Durante a JMJ Rio2013, o casal atendeu o pedido do pároco,  acolheu em sua casa três jovens alemãs  e, também, atuou como voluntário.

“Acolher peregrinos e trabalhar como voluntários fizeram com que ficássemos atados, definitivamente, às JMJs que viessem. Assim, a ida para Cracóvia foi só mais um passo e, agora, a JMJ Panamá é uma consequência desse caminhar rumo à Cruz, rumo ao próprio Cristo e ao próximo, seja ele o gari, o pedinte ou qualquer um que chega à porta de casa em busca de comida. Na missa, Dom Orani nos lembrou que o sentido mais profundo do cristão é ir ao encontro do outro, levar conforto e esperança”, contou Sebastião.

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