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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 26/03/2019

26 de Março de 2019

Ordenação: 11 novos sacerdotes marcam o início do Ano Vocacional

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26 de Março de 2019

Ordenação: 11 novos sacerdotes marcam o início do Ano Vocacional

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14/12/2018 11:42 - Atualizado em 14/12/2018 11:44
Por: Priscila Xavier

Ordenação: 11 novos sacerdotes marcam o início do Ano Vocacional 0

Logo no início do Ano Vocacional Sacerdotal, a Arquidiocese do Rio de Janeiro já colheu frutos: a ordenação de 11 novos presbíteros, presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, na Catedral de São Sebastião, no Centro, na manhã do dia 8 de dezembro, data em que a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria.

Foram ordenados sacerdotes: Celso Lima Junior, Jacson Vieira dos Santos Maia, Jadilson Ferreira da Silva, Jones Campos dos Santos, José Alixandre da Silva, Marcelo Queiroz Ramos Cruz, Pedro Israel Gonçalves Thinnes, Renato Lima da Silva, Roberto de Castro Martins, Rodrigo Silva Carneiro e Walace Evangelista do Prado.

Durante a homilia, Dom Orani ressaltou a necessidade de haver um vocacionado por paróquia. “Esses são momentos que nos animam na resposta ao Senhor, dentro da variedade de carismas e dons. A arquidiocese desejou viver esse ano vocacional, com a proposta de que haja em cada comunidade pelo menos um vocacionado. Hoje também é uma oportunidade para rezarmos pelas vocações, bem como apoiar os seminários, pedindo ao Senhor da Messe para que envie mais operários, os quais levarão adiante a missão, no presente e no futuro”, disse.

O cardeal acrescentou: “Louvamos a Deus por esses 11 diáconos que hoje são ordenados sacerdotes. Mas nossa grande cidade necessita de ainda mais vocações para fazer jus às necessidades existentes, bem como na missionaridade, a qual todos nós somos chamados a fazer parte, tanto no interior de nosso país, bem como em outros países”, pontuou.

O arcebispo também sublinhou o chamado de cada sacerdote, mesmo em meio às diferentes histórias de vida. “Temos a graça de ver esses homens que foram chamados do meio do povo de Deus para agora, com o grau do presbiterado, estarem a serviço da santificação, na pregação, nos sacramentos, levando o povo a experimentar a alegria de ver o mal ser vencido. Cada um tem uma história, experiência e caminhos diferentes, mas todos, na busca de responderem ao chamado de Deus, aqui chegaram. Foram escolhidos e preparados para servir, assim como Deus preparou Maria para receber o Salvador”, finalizou.

Bispo animador das vocações, Dom Roque Costa Souza afirmou que “nosso seminário e nossa arquidiocese estão em festa. Foi uma graça ter acompanhado esses jovens, hoje sacerdotes, ainda no início, agradecendo pelo ‘sim’ de cada um. Agradeço também aos familiares que os cedem nesse período para que eles sejam formados no útero, que é o seminário. É o próprio Deus quem os formam e que, através de seu espírito, configura cada um em Jesus, como discípulo e missionário”, completou.

De acordo com o reitor do Seminário Arquidiocesano de São José, cônego Leandro Câmara, a ordenação é um dos dias mais recompensadores para os formadores. “O sentimento é de profunda gratidão a Deus pelos frutos da dedicação e da missão de formar. O dia mais feliz e recompensador na vida de um formador é a ordenação dos que ele procurou dedicar a vida e se consumiu para formar. Os seminaristas e o discernimento vocacional que fazem são a razão de nossa missão”, concluiu.

‘Deus jamais deixa um buraco de onde ele tira uma vocação’

Dentre os ordinandos estava o padre Renato Lima, que disse ter ficado em estado de êxtase. “Foi uma mistura de sentimentos. Confesso que, em alguns momentos, senti-me em estado de êxtase, não sabia como reagir. Era um sentimento de paz. Senti-me repleto de Deus. Na celebração, percebi que, de fato, era isso o que Deus queria para minha vida. Mesmo após celebrar minha quarta missa, posso dizer que sou o padre mais feliz do mundo, por fazer o que Deus sonhou”, contou.

A primeira missa de padre Renato foi celebrada na Igreja São João Batista, em Rio das Pedras, onde o sacerdote fez estágio durante dois anos. Ele permanecerá na paróquia como vigário paroquial e será responsável pela Capela São Nicolau e Santa Rita de Cássia, localizada na comunidade Areinha, uma das mais carentes do bairro.

Tendo sido criado pela avó e sendo a  mãe dele protestante, padre Renato recordou que os tios o ajudaram na caminhada vocacional. “Minha vocação foi mais tardia. Não venho de berço católico, mas meus tios me ajudaram na caminhada. Estava muito ativo na paróquia, e a animação do pároco me cativou. Foi então que me questionei: por que não ser padre? Já estava trabalhando, namorava, mas decidi deixar tudo para viver o que Deus queria. Havia muitas dúvidas, sempre fui muito independente e, desde então, deveria confiar na Providência Divina, além de ter um tio deficiente físico, que dependia muito de mim. Mas Deus jamais deixa um buraco de onde Ele tira uma vocação”, argumentou.

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