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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 18/12/2018

18 de Dezembro de 2018

Ano Vocacional: ordenação de 11 novos sacerdotes

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Ano Vocacional: ordenação de 11 novos sacerdotes

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30/11/2018 10:37 - Atualizado em 07/12/2018 10:00
Por: Priscila Xavier / Symone Matias

Ano Vocacional: ordenação de 11 novos sacerdotes 0

Na data em que a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, cujo dogma afirma que a Virgem Maria nasceu e viveu em santidade, sem a mancha do pecado original, a Arquidiocese do Rio de Janeiro ganhará 11 novos sacerdotes. Presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, a missa de ordenação acontecerá na Catedral Metropolitana, no dia 8 de dezembro, às 8h30.

A turma de ordinandos escolheu como tema: “O Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1,49). São eles: Celso Lima Junior, Jacson Vieira dos Santos Maia, Jadilson Ferreira da Silva, Jones Campos dos Santos, José Alixandre da Silva, Marcelo Queiroz Ramos Cruz, Pedro Israel Gonçalves Thinnes, Renato Lima da Silva, Roberto de Castro Martins, Rodrigo Silva Carneiro e Walace Evangelista do Prado.

O reitor do Seminário Arquidiocesano de São José, cônego Leandro Câmara, contou sobre a alegria de poder acompanhar os jovens desde o início até a ordenação. “Que o vigor e a alegria de servir desses 11 novos sacerdotes sejam sementes de novas vocações para a Igreja. Na história de vida, no caminho formativo que fizeram, muitos são os dons com os quais o Senhor os cumulou e que hoje nos faz olhar com muita esperança para pastoreios frutuosos que poderão exercer de agora em diante. Sinto-me muito feliz por tê-los acompanhado desde o início, conduzindo-os ao presbitério, e apresentá-los à Igreja”, disse.

Testemunhos

Para diácono Rodrigo, “chegar a esse momento é experimentar uma mistura de sentimentos que dificilmente consigo descrever. A ordenação não é um prêmio, não é uma formatura, mas sim, uma dádiva da misericórdia de um Deus que nos escolheu, chamou, sustentou e confirmou através da Igreja. Sou muito grato a Ele por isso”, contou.

O diácono Walace recordou que, a partir de um encontro pessoal com Deus, ainda na infância, surgiu o desejo pelo sacerdócio. “Eu desejei ser padre desde criança. Em minha Primeira Eucaristia tive um encontro pessoal com Jesus Cristo, e senti-me impulsionado a segui-Lo mais de perto, no sacerdócio. Cerca de 20 anos depois, ingressei no Seminário de São José, onde fui formado. Chegar até aqui é a concretização do meu sonho, mas é, sobretudo, a concretização dos sonhos de Deus”, completou.

Já para o diácono Pedro, a ação do pároco da igreja que frequentava foi fundamental para o despertar vocacional. “Com muita alegria, colho os frutos de um chamado que o Senhor Jesus me fez há um tempo. Lembro que tinha mais ou menos 12 anos quando comecei a pensar em ser padre; meu pároco havia me chamado para rezar o Pai Nosso ao lado dele, no Altar, e aquilo tocou profundamente meu coração. Construo uma caminhada de profunda gratidão a Jesus por ter me escolhido para estar mais próximo d’Ele, seguindo o caminho sacerdotal”, afirmou.

Natural do estado de Alagoas, diácono Jadilson passou por alguns seminários, e até tornou-se frade antes de chegar à ordenação sacerdotal, chamado o qual ele disse ‘sim’ com alegria. “Ao longo de todo o itinerário formativo, percebi o quanto a mão de Deus me conduziu pelos caminhos, por meio dos quais eu poderia fazer a Sua vontade. Nem sempre as coisas aconteciam de forma clara e compreensível para mim, mas eu sempre tive a certeza de que em tudo estava a mão de Deus a me conduzir. A minha formação para o sacerdócio durou quase 13 anos. Durante todo este tempo, o Senhor não cessou de agir com misericórdia para com a minha vida e vocação. Olhando hoje para a minha vida vocacional, meu coração se enche de gratidão a Deus por seus inúmeros benefícios”, destacou.

O diácono Celso salientou que “todo meu tempo de seminário foi como uma subida ao monte para ouvir a voz de Deus que me dizia: ‘vem, tome a sua cruz e me segue. Não tenhas medo’. No seminário, aprendi a amar a Deus, a amar as pessoas com pureza de coração, aprendi a ser de Deus por inteiro. Chego a essa etapa final da minha formação certo de que sou um vaso de barro, frágil e simples, mas que carrega um tesouro precioso: a vocação sacerdotal”, completou.

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