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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/09/2018

21 de Setembro de 2018

Sob a proteção da Virgem de Nazaré

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31/08/2018 11:49 - Atualizado em 31/08/2018 12:00
Por: Priscila Xavier

Sob a proteção da Virgem de Nazaré 0

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A Arquidiocese do Rio de Janeiro realiza a 10ª edição do Círio de Nazaré – a maior festividade religiosa do país e uma das maiores do mundo, com a imagem peregrina de Nossa Senhora, vinda de Belém do Pará, junto com sua comitiva, para visitar paróquias, capelas, instituições, centros culturais e diversas comunidades.

O Círio deste ano – que têm início no dia 31 de agosto e findará neste domingo, dia 2 de setembro – leva às mais diferentes localidades da arquidiocese o tema: “Uma jovem chamada Maria”, recordando o exemplo da Virgem, sob o título de Nazaré.

Porém, seja no Pará ou no Rio de Janeiro, uma coisa é certa: entre a multidão de fiéis o que não falta são agradecimentos à padroeira dos paraenses e Rainha da Amazônia, que também já alcançou o coração do povo carioca.

Uma delas é Carla Simone Dias dos Santos, membro na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, em Anchieta. Segundo ela, uma das graças alcançadas foi a aprovação do filho na Força Aérea Brasileira. “Eu morava em Nilópolis e sempre passava próximo à igreja. Quando me mudei para cá, comecei a entender a festa que movimentava a todos. Desde então, passei a acompanhar o Círio na comunidade. No ano passado, meu filho estava num processo para entrar para o quartel. Ele sempre teve a saúde debilitada, devido a uma bronquite. Por conta disso, ele estaria impossibilitado. Como mãe, pedi a intercessão dela por ele, para que ela, também mãe, sustentasse o meu filho. O Felipe passou, teve crises de bronquite durante o acampamento, mas conseguiu superar e hoje ele é um soldado da FAB”, relatou.

Luzia Taciano, catequista da Capela Nossa Senhora de Nazaré, da Paróquia Sagrada Família, na Ilha do Governador, também através da intercessão da Virgem de Nazaré, alcançou a cura para o filho. “Quando vim morar na Ilha, conheci a capela. Eu já sabia a história de Nossa Senhora de Nazaré, mas ao frequentar a comunidade, tornei-me devota. Sou privilegiada por ser uma ‘nazarena’. Uma das muitas graças que recebi foi durante uma das crises de meu filho, na época com 3 anos. Mesmo com pouca idade, ele pediu para que o levássemos à missa porque Nossa Senhora de Nazaré o ajudaria. No fim da celebração, a crise havia passado e não tive a necessidade de levá-lo ao hospital. Além disso, também recebi a graça de ver meus netos atuando na comunidade. São tantas as graças e bênçãos que, por vezes, nem percebemos”, comentou.

Membro há 37 anos da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré e Santos Mártires Ugandenses, em Acari, Joana Maria de França Menezes contou que a devoção tornou-se mais forte na comunidade com a chegada do Círio. “Sempre tivemos devoção a Nossa Senhora de Nazaré, porém ela aumentou com a chegada do Círio, há 10 anos. Mas, desde a minha infância sou apegada a Maria. Minha relação com ela é como as entranhas de mãe e filha. Uma das graças que recebi foi quando minha filha engravidou de um bebê com anencefalia. Mesmo diante da dor, ela levou a gravidez até o fim, mas o bebê não resistiu. Dessa forma, o maior medo de minha filha era não conseguir engravidar novamente. Pedi a intercessão da Virgem de Nazaré e ela me atendeu: hoje temos a Ana Júlia, de 6 anos”, finalizou.

Já para a paraense Luiza Borkowski, que vive no Rio de Janeiro, participa da Liturgia e é membro da Associação de Nossa Senhora de Nazaré, ambas na Basílica Menor e Santuário Arquidiocesano São Sebastião, na Tijuca, a devoção a Virgem de Nazaré faz parte da vida dos paraenses. “Ela faz parte da vida do povo paraense desde o nascimento. Assim também aconteceu comigo. Ao longo de minha vida recebi várias graças por intercessão dela, desde resolver problemas de saúde até a compra de minha casa”, completou.

Foto: Gustavo de Oliveira

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