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16 de Novembro de 2018

Olimpíadas do seminário: atletas de Cristo

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Olimpíadas do seminário: atletas de Cristo

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17/08/2018 10:51 - Atualizado em 17/08/2018 10:51
Por: Priscila Xavier

Olimpíadas do seminário: atletas de Cristo 0

Com modalidades esportivas que variam desde o futsal até o pebolim, a Fazenda São Joaquim das Arcas, em Itaipava, acolheu a 29ª edição da Olimpíada do Seminário Arquidiocesano de São José, realizada entre os dias 27 julho e 3 de agosto.

Devido ao cronograma e medidas oficiais para quadras, esportes como basquete, jiu-jitsu, badminton e o pebolim aconteceram no seminário arquidiocesano, no dia 14 de agosto. A entrega de medalhas para as seis comunidades que disputaram as Olimpíadas está prevista para o fim deste mês.

Nesta edição, houve, ainda, uma homenagem ao professor de educação física dos seminaristas, Júlio Carlos da Silva, que completou 30 anos de serviços dedicados ao Seminário de São José. “Foi uma surpresa receber essa homenagem. É emocionante ver a valorização do trabalho desenvolvido”, comentou.

Convidado para atuar no seminário em 1988, Júlio sempre ministrou aulas em colégios de ensino religioso. “Neles, já havia as Olimpíadas. Na época, eu dava aulas de ginástica para os paroquianos da Igreja Santos Anjos, no Leblon, e o então pároco, padre Abílio Soares de Vasconcelos, me convidou para dar aulas no seminário. Foi então que, após um ano como professor dos seminaristas, iniciamos o trabalho com as Olimpíadas”, recordou.

Segundo ele, os seminaristas são incentivados a cuidar da saúde física, assim como a espiritual. “Eles ficam muito empolgados, e busco incentivá-los. A parte física não é para ser atleta, mas sim porque a saúde com a espiritualidade fará com que eles, enquanto sacerdotes, possam desenvolver melhor o trabalho nas comunidades. Eles precisam se cuidar, não podem abandonar a parte física. O povo quer um padre com saúde”, completou.

De acordo com o professor, “os seminaristas estudam, mas não ficam parados. São pessoas normais, como todos, e que praticam esportes e cuidam da saúde. Aqueles que quiserem nos visitar, estaremos de portas abertas. Pretendemos, brevemente, convidar as comunidades paroquiais para participarem de jogos conosco, conhecerem o seminário, conversarem com os seminaristas e, quem sabe, estimular ainda mais vocações”, concluiu.

‘Atletas vocacionados à coroa da santidade’

Logo na primeira Olimpíada do seminarista Alan Galvão de Paula, ele já atuou em quatro modalidades: futsal, vôlei, handebol e corrida de velocidade. Para ele, “o esporte ajuda muito no crescimento espiritual e humano, no trabalho em equipe. Isso é muito bom para o seminário, porque fortalece os laços e a unidade que viveremos mais adiante. Foi muito bom ver uns ajudando aos outros, não pensando em vencer, mas em participar”, afirmou.

Em sua segunda participação, o seminarista Fernando Elias Júnior decidiu, nesta edição, fazer parte da comissão técnica, uma das necessidades do professor Júlio, durante a organização do evento. “No ano passado, participei em duas modalidades, e percebi que o professor precisava de ajuda. Por isso, neste ano, organizamos uma comissão para ajudá-lo e estruturar melhor os jogos e materiais. A competição estava adaptada, mas seguindo as regras oficiais dos esportes olímpicos, e tudo isso vem para somar o nosso crescimento”, declarou.

O seminarista Yure Alves de Souza participou do vôlei, handebol, arremesso de peso a distancia e basquete, mas, se não fosse o limite de vagas nas disputas individuais e coletivas, ele participaria de mais algumas modalidades. “Algumas pessoas gostam de participar mais que outras”, brincou.

Praticante de esportes desde antes do ingresso no seminário, ele destacou que, mesmo rumo ao sacerdócio, é possível continuar na prática esportiva. “Sempre fui muito ativo. Não tinha habilidades com futebol, mas gostava de correr, jogava vôlei, e gosto de assistir aos esportes. Ao entrar no seminário, tive a oportunidade de continuar minhas atividades, não tanto quanto antes, mas ainda mantenho a saúde praticando os esportes que gosto. Esse é um tempo fraterno, de convívio e vivência. Muito mais que uma competição, foi um momento de estarmos mais próximos na dimensão comunitária”, frisou.

Jogador de xadrez, o seminarista Arthur Portugal refletiu que as Olimpíadas são “uma ousada tentativa de expressar, essencialmente, a alegria de ser seminarista, atleta vocacionado à coroa da santidade sacerdotal, alistado numa única e eterna equipe: a Igreja. O xadrez me impõe a reviver tudo que apreciei durante o período escolar, seja nas vitórias ou nas derrotas. O mais importante, para mim, não é ser um forte jogador e conquistar medalhas, mas transmitir a essência do xadrez aos meus irmãos”, finalizou.

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