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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 22/07/2018

22 de Julho de 2018

Comidi-Rio realiza nova missão em Paranatinga

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06/07/2018 10:54 - Atualizado em 06/07/2018 10:54
Por: Flávia Muniz

Comidi-Rio realiza nova missão em Paranatinga 0

De diferentes paróquias da Arquidiocese do Rio de Janeiro, 26 missionários estão participando, entre os dias 3 e 17 de julho, de mais uma missão na Diocese de Primavera do Leste-Paranatinga, em Mato Grosso. Eles promovem a animação pastoral por meio de visitas domiciliares, formações, cursos, catequeses e encenações para crianças. Os missionários são acompanhados pelo coordenador do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), padre Ludendorff Cohen Couto (padre Licinho), responsável pela dimensão missionária na Arquidiocese e no Regional Leste 1.

Este ano, os missionários, têm uma nova motivação, já que há cerca de quatro meses foi criado o Conselho Missionário em Paranatinga. “Foi um elemento muito positivo, pois o Comidi ali estava começando e, por não terem muita experiência, os membros estavam desejosos de que pudéssemos orientá-los. Após esses meses, e com as visitas realizadas por eles, mantivemos os contatos pelo Whatsapp e vimos o quanto eles estavam motivados, dando continuidade, fazendo várias atividades e nos aguardando ansiosamente. A maior necessidade deles é da Pastoral Familiar e da Pastoral do Acolhimento”, ressaltou padre Licinho.

Colaboração

Ele explicou, ainda, que as paróquias da Arquidiocese do Rio abrem espaço, em suas festas e quermesses, para que sejam arrecadados recursos que garantam as missões do Comidi-Rio, tanto em âmbito arquidiocesano como nas missões extraordinárias. Deste fundo comum, é possível arcar com os custos para os que efetivamente não podem pagar. Porém, os missionários também contribuem, muitos arcam com suas próprias despesas, pois a diocese anfitriã não pode assumir todos os gastos.

Tempo de preparação

Para ser missionário do Comidi-Rio, é necessário ter indicação dos párocos à Coordenação Arquidiocesana de Pastoral. O interessado é inscrito e deverá passar por toda a preparação, que inclui formações e retiros próprios para a missão. Segundo padre Licinho, “é uma expressão do trabalho missionário arquidiocesano, e queremos, cada vez mais, abrir espaço para que novas pessoas possam fazer essa experiência, pois a Igreja assim pede, aconselha, exorta”.

Primeira missão

A primeira missão em Paranatinga aconteceu em 2003, por iniciativa de Dom Vital Chitolina, bispo da então prelazia, após sua visita à Arquidiocese do Rio, sendo arcebispo, à época, o Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid. “As primeiras missões aconteceram, na verdade, nas dioceses de Irecê e Feira de Santana, na Bahia. Após a primeira missão em Paranatinga, percebeu-se a necessidade de se fixar nessa diocese as visitas anuais do Comidi-Rio, também em função dos vínculos que garantem a continuidade dos trabalhos realizados a cada missão. Prova disso é a criação, neste ano, do Conselho Missionário Diocesano de Primavera do Leste e Paranatinga”, explica padre Licinho.

Experiência

A maior parte dos missionários é da paróquia Bom Jesus da Penha, no Vicariato Leopoldina. Segundo o coordenador arquidiocesano, eles já têm grande experiência, porque realizam atividade de missão permanente. A cada domingo, reúnem-se após a missa e vão para uma comunidade do território paroquial. Em recente missão, pelas comemorações dos 80 anos da paróquia, padre Licinho e os missionários visitaram a Vila Cruzeiro, conhecendo de perto a vulnerabilidade do lugar. “Realizamos a missão com tranquilidade, sentimo-nos bem acolhidos, e percebemos que a missão permanente proporciona uma mudança de olhar das pessoas para a ação da Igreja. O Papa quer uma Igreja em saída, e essa é uma maneira de fazer com que a missionariedade aflore com mais força”, concluiu.

Oriundos da paróquia Nossa Senhora da Conceição, na Pavuna, o casal Aluísio e Maria Jacira, casados há 47 anos, participam da missão há 11. Eles testemunham que a experiência permite vivenciar, de perto, a realidade das famílias, acompanhar o desenvolvimento dos irmãos no campo da espiritualidade, além de proporcionar a reciprocidade na alegria do encontro. “É muito bem organizado pelo padre Licinho e os demais membros. É muito proveitoso, realmente. Sempre recebemos muito mais do que aqueles que, através de nós, estão recebendo a Palavra de Deus. Comecei incentivada pelo meu esposo, ele disse que era um trabalho que eu adoraria, já que eu realizava visitas por ser agente da Pastoral da Saúde. Descobrimos que não conseguíamos fazer as missões em separado, sentíamos muita falta um do outro, e a missão nos uniu ainda mais”, disse Maria Jacira.

Segundo Aluísio, os filhos do casal, já adultos, acolhem muito bem a ação missionária dos pais. “Explicamos para eles a nossa função na arquidiocese. Nossos filhos são engajados nas paróquias do lugar onde moram. Conscientizamos, e eles entendem”, finalizou Aluisio.

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