Arquidiocese do Rio de Janeiro

32º 23º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 19/11/2018

19 de Novembro de 2018

Igreja no Rio em oração pela santificação do clero

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

19 de Novembro de 2018

Igreja no Rio em oração pela santificação do clero

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

08/06/2018 14:19 - Atualizado em 08/06/2018 14:19
Por: Priscila Xavier / Symone Matias

Igreja no Rio em oração pela santificação do clero 0

Durante todo o mês de junho, e principalmente na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, os fiéis da Arquidiocese do Rio são convidados a rezar pela santificação dos sacerdotes.  Às vésperas dessa solenidade, os sacerdotes se reuniram no Seminário Arquidiocesano de São José, no Rio Comprido, no dia 7 de junho, para celebrar a Jornada de Oração pela Santificação do Clero. 

Chamados à santidade

O encontro teve início com a Hora Média, pela Liturgia das Horas, seguida de reflexão com o arcebispo emérito da Arquidiocese de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa.

Durante o encontro, Dom Lessa destacou o caminho de santificação que todo sacerdote precisa percorrer. “Esse caminho de santificação do clero passa na comunhão de coração entre o padre e Jesus, que é o elo de união entre o Pai e nós, sobre a ação do Espírito Santo. Sem essa relação com Jesus, jamais estaríamos em unidade com o Pai, através do Espírito, que nos santifica. É um processo de santificação, à luz do Verbo, ou seja, a partir da vivência de Cristo, a partir do qual caminhamos em direção à santidade. Precisamos ser um com o Pai”, complementou.

Ainda segundo ele, “cada um de nós é chamado a ser, para o outro, expressão do amor mútuo e recíproco do Pai. Tal como Jesus foi dom para nós, temos de ser dom para o próximo. A unidade é primordial para a Igreja, porque a comunhão entre os cristãos é a essência do cristianismo, fundamental para a evangelização. A Igreja não por ser outra coisa se não una e santa, tudo isso por meio do Espírito Santo. Ela é, em Cristo, instrumento da união íntima com Deus, levando-nos a estarmos disponíveis para viver o caminho de Jesus, que é o caminho do amor, da doação de vida, da consumação da cruz, da vitória sobre os pecados e da ressurreição definitiva de todos nós no fim dos tempos”, acrescentou.

Reavivamento do chamado

Após a reflexão, os sacerdotes participaram de celebração penitencial, seguida de confissões e celebração eucarística, presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, na Igreja de São Pedro.

Na homilia, o arcebispo agradeceu a Deus pelo chamado de cada sacerdote. “Colocamos todas as intenções do clero nesta celebração, louvamos e bendizemos ao Senhor pela vida, ministério e caminhada de cada um. Sabemos que somos muitos e temos um trabalho nesta grande cidade. Enquanto Igreja, temos a responsabilidade de levar adiante a missão evangelizadora, catequética, de formação de comunidade, levando as pessoas à conversão e, ao mesmo tempo, rezando por nossa própria conversão”, disse.

Dom Orani ainda destacou a missão e a história de cada sacerdote como os principais aspectos da celebração.  “A Palavra de Deus nos faz refletir dois aspectos: de um lado, a nossa missão de proclamar o Evangelho a toda criatura. Depois, a nossa história, a maneira pela qual o Senhor nos chamou. Neste dia, termos a oportunidade de revermos nossa caminhada, retomando a inspiração inicial, aquilo que nos motivou a darmos a resposta ao chamado do Senhor. Pode ser que as decepções e dificuldades tenham nos machucado e desanimado. Por isso, é bom termos esses momentos de reavivamento em nossa vida, chamado e ministério”, afirmou.

Oração do povo de Deus

Bispo auxiliar do Rio, Dom Luiz Henrique da Silva Brito destacou que “esse é um momento especial de encontro, fraternidade, apoio mútuo na vida de oração, fundamental na vida sacerdotal. Também é importante a certeza das orações dos fiéis, que são fundamentais para nossa caminhada, que particularmente na sexta-feira se reúnem para rezar pelos sacerdotes”, afirmou.

Ele ainda explicou o motivo de a celebração acontecer um dia antes da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e não na data da instituição. “Optamos por celebrar essa data sempre na quinta-feira, que também é uma data sugestiva, uma vez que neste dia foi instituída a Eucaristia, também para permitir a celebração dos sacerdotes junto com suas comunidades paroquiais”, completou.

Santidade gera santidade

Também bispo auxiliar do Rio, Dom Antonio Augusto recordou que essa iniciativa, instituída por São João Paulo II, em 1995, continua a dar muitos frutos. “Ele quis que essa porção da Igreja tivesse um forte momento de santificação e, desde então, tem dado muitos frutos. O primeiro deles é o de suscitar nos cristãos a necessidade de rezar pelos padres. É muito importante que os leigos tenham a noção de que são beneficiados pelo trabalho dos sacerdotes, mas que também devem ajudar esses irmãos a serem santos, porque santidade gera santidade. Em segundo, essa também é uma oportunidade de retiro para os sacerdotes, a partir do qual refletimos, rezamos, recebemos o Sacramento da Confissão, terminando sempre com a Eucaristia, o sacramento da unidade”, finalizou.

Formação do Clero

Dia 11 de julho - Quarta-feira

Local: Casa do Padre e Seminário São José

7h30 - Acolhida com café - Casa do Padre

9h - Oração da manhã (Hora Média) - Auditório do Seminário São José

9h15 - Conferência - Dom Ilson Montanari

10h - Cafezinho

10h20 - Segunda conferência

12h - Almoço no Seminário São José (encerramento)


Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.