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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 21/09/2018

21 de Setembro de 2018

O papel dos leigos e leigas na construção da cultura da paz

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21 de Setembro de 2018

O papel dos leigos e leigas na construção da cultura da paz

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14/05/2018 15:01 - Atualizado em 14/05/2018 15:01
Por: Nathalia Cardoso

O papel dos leigos e leigas na construção da cultura da paz 0

A coordenação arquidiocesana de pastoral e o Conselho Nacional do Laicato do Brasil da arquidiocese (CNLB) promoveram, no dia 28 de abril, a Assembleia dos Organismos do Povo de Deus, com o tema: “Ano do Laicato e a superação de toda forma de violência”, e o lema: “Sal da terra e Luz do Mundo”. No encontro, os coordenadores de pastorais e movimentos puderam partilhar conhecimentos e entender um pouco mais sobre o papel dos leigos na superação da violência.

A reunião, segundo a presidente do CNLB na arquidiocese, Ana Maria Sá, já aconteceu anteriormente, mas este ano ganhou um novo significado por ser o Ano do Laicato. “O objetivo do CNLB é fazer com que o próprio leigo entenda e participe de toda a comunhão da arquidiocese. E para isso promovemos essa assembleia”, afirmou.

O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, celebrou a missa de encerramento, concelebrada pelo coordenador arquidiocesano de pastoral, cônego Cláudio dos Santos.

Em sua homilia, o cardeal convidou a todos a unirem seus dons para construir uma sociedade melhor, sendo uma Igreja em saída.

“Tudo o que somos, como cristãos e como leigos e leigas, tem um fundamento em Jesus Cristo. Quem permanece em Cristo colhe os frutos”, afirmou.

O vice-presidente do CNLB do Rio e apresentador do programa “Leigos em Ação”, que vai ao ar na Rádio Catedral FM aos sábados, Luciano Eufrázio, disse que na assembleia ficou claro que a superação da violência passa pela mudança de atitude por parte dos leigos.

“Cada expositor dos temas nos trouxe um olhar diferenciado e suas experiências, apontando para formas de combater a violência com atitudes individuais efetivas”, disse Luciano.

O coordenador arquidiocesano de Círculos Bíblicos e membro da Comissão Arquidiocesana da Campanha da Fraternidade, José Geraldo Virgínio, palestrou sobre cidadania e liberdade, enfocando a necessidade de unidade e respeito entre as pessoas.

“É preciso levar o máximo de informação às pessoas porque muitas vezes não entendem o que é ser sujeito eclesial, que é o papel do leigo. Não entendem o que é o ‘servir’. Mas quando as pessoas se inteiram sobre isso e se empolgam para o trabalho missionário, que é muito importante para nós, são produzidos muitos frutos”, afirmou.

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