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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 17/08/2018

17 de Agosto de 2018

O amor que cura nas ruas e no cárcere

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O amor que cura nas ruas e no cárcere

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04/05/2018 13:48 - Atualizado em 04/05/2018 13:49
Por: Priscila Xavier / Symone Matias

O amor que cura nas ruas e no cárcere 0

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Numa de suas últimas pregações, antes de se entregar por amor ao mundo, Jesus exortou os discípulos sobre como deveriam tratar o próximo: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim” (Mt 25, 35-36).

Hoje, cada cristão, dentro de seu carisma, é chamado a realizar as obras de misericórdia, auxiliando aos mais necessitados e excluídos, enxergando neles o próprio Cristo. É dessa forma que a Missão Amor que Cura busca ir ao encontro dos filhos de Deus.

A missão nasceu em 2015, quando funcionários do Hospital São Francisco, na Tijuca, assistiram um filme sobre a vida do santo e médico José Moscati – que, além do nome do santo, trazia a frase “O amor que cura”. “Sentimos o desejo de fazer algo além do que fazíamos. Pensamos em algumas ações fora dos muros do hospital. Então, um grupo de voluntários, composto por religiosos, médicos, dentistas, enfermeiros e administradores, se reuniu para a missão”, contou o diretor geral do hospital, frei Paulo Batista.

Para ele, somente a partir de uma experiência com Deus é possível ir ao encontro do outro. “Costumo dizer que essa é uma missão em que oferecemos àquilo que somente podemos dar: o amor. Tudo vem de uma experiência com Deus, porque só oferece o amor àquele que foi amado primeiro por Cristo”, frisou.

Fundadora da missão junto com frei Paulo, a enfermeira e irmã Maria Quirina de Moura, que pertence à Congregação das Irmãs de Caridade da Santa Cruz, recordou a escolha do primeiro local para missão. “A decisão veio através de um funcionário, o qual sempre dizia que o lugar em que morava era muito feio e que quando se mudasse para um lugar bonito, levaria a gente para visitar. Nesse período, teve início uma campanha para o Haiti, na qual recebemos muitos alimentos, muitos com a validade vencida, e tivemos de fazer o descarte. Foi então que ele nos contou que no bairro dele as pessoas viviam no lixo”, lembrou.

O então bairro do funcionário era Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, onde até 2012 havia o maior aterro sanitário a céu aberto da América Latina.

Segundo irmã Maria Quirina, a realidade dos moradores era muito precária. “Quando chegamos ao local vimos que as condições eram sub-humanas. Não havia rede de esgotos ou água encanada; era uma comunidade abandonada pela sociedade. Ao retornarmos, pensamos em uma ação enquanto Igreja naquele local, junto com a Diocese de Duque de Caxias. Esse projeto não é nosso, é de Deus, então só o amor cura”, exclamou.

‘Tive fome e me destes de comer’

Atualmente, a Missão Amor que Cura atua a partir de três eixos. O primeiro deles, que também marcou o início dos trabalhos do grupo, é a visita mensal ao bairro Jardim Gramacho.

Através de um ônibus/consultório, os moradores – que mesmo após o fim do aterro ainda vivem sobre escassas condições – recebem os atendimentos. “Em nosso ônibus, há três consultórios e uma farmácia. “Levamos médicos, dentistas, ginecologistas e enfermeiros. Durante um sábado inteiro, fazemos, em média, 500 atendimentos, visitas às casas e levamos doações de roupas, alimentos, além de brinquedos para as crianças”, relatou frei Paulo.

Funcionária do Hospital São Francisco desde 1995 e uma das primeiras médicas a assumir a missão, a hematologista Marilza Campos Magalhães recordou o que sentiu nos primeiros trabalhos. “Sentimos uma enorme impotência, porque tudo era muito precário e ainda continua assim. Não tínhamos uma estrutura organizacional; tudo provinha de doações. Cheguei a atender, em um dia, 400 pessoas. Ao retornar à minha casa, não me senti cansada, pelo contrário, estava bem para cuidar dos meus afazeres. Percebo a gratidão no olhar dessas pessoas”, lembrou.

Ainda de acordo com ela, “todos eles pertencem à sociedade, não podemos esquecê-los. Existem pessoas que se preocupam com eles, que veem as coisas acontecerem e tentam mudar essa situação de alguma forma. A gente sempre quer fazer mais. Em vez de dar o pão, gostaríamos de ensiná-los a lutar por ele”, pontuou.

O segundo acontece em meio às ruas do Rio de Janeiro. “Vamos com nosso ônibus próximo ao Hospital Souza Aguiar, na Praça da Cruz Vermelha e na Lapa, no Centro. Mas a missão não é fixa. Levamos os alimentos no veículo e andamos conforme vemos as pessoas nas ruas. A gente leva o amor por meio do diálogo, auxiliando aqueles que estão às margens de nossa cidade. Levamos, também, alimentos”, comentou.

Diretor administrativo do hospital, Gilmar Santos é o responsável pela preparação de alimentos e triagem dos voluntários e medicamentos. Para ele, quem pensa em levar algo para quem está nas ruas acaba sendo surpreendido. “É muito gratificante, pois, às vezes, pensamos que vamos ajudar alguém necessitado, mas então percebemos que nós é que somos ajudados. Recebemos deles, como retorno, a satisfação pessoal, grandes experiências e lições de vida. Entendo que colho mais frutos para a minha vida pessoal do que eu tento levar para eles. O meu trabalho é o mínimo diante do retorno que recebo”, completou.

Responsável pela verificação dos medicamentos que chegam ao hospital como doação, a enfermeira Patrícia Leite afirmou que “esse trabalho me ajuda muito como pessoa. Hoje, me sinto parte dele, eu o tenho como uma grande responsabilidade, assim como tenho no hospital. Enfrentamos muitas dificuldades, mas persistimos”, disse.

De acordo com frei Paulo, devido à grave crise financeira no país, o acesso à saúde tem se tornado cada vez mais difícil. “Esse tem sido nosso maior desafio. Nossos médicos receitam e oferecem os medicamentos necessários. Graças a uma doação, conseguimos equipamentos para casos de emergência durante o atendimento e de reanimação. Quando há a necessidade de um procedimento cirúrgico, fazemos o encaminhamento para a própria rede ou para hospitais em que há a possibilidade para a cirurgia”, exclamou.

‘Estava na prisão e viestes a mim’

Já o terceiro eixo é realizado nos presídios masculinos, femininos e nas unidades do Departamento Geral de Ações Socioducativas (Degase). Em parceria com a Arquidiocese do Rio, por meio da Pastoral Carcerária e da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, a missão chega àqueles que estão privados de liberdade, levando, não somente, a questão da dignidade humana, mas a mensagem de que todos são filhos de Deus. “Acima de qualquer julgamento, estamos ali como irmãos. Por mais que tenham errado, a nossa resposta, enquanto cristãos, deve ser a misericórdia e a promoção da paz”, enfatizou frei Paulo.

Segundo ele, a Missão Amor que Cura no Cárcere também leva os profissionais da saúde aos presídios, oferecendo assistência médica e odontológica. Somente em 2017, mais de sete mil atendimentos foram realizados. “A quantidade varia de acordo com o número de detentos em cada local. Já chegamos a fazer 1.800 atendimentos em um só dia”, destacou.

Assim como nas missões em Jardim Gramacho e nas ruas, os pacientes atendidos nos presídios também recebem a medicação necessária. “Realizamos os atendimentos, e todos já saem com os medicamentos, tanto os remédios orais quanto injetáveis”, disse.

A coordenadora de Gestão em Saúde Penitenciária, Maria Elaine Calil, explicou como acontece a escolha da unidade que receberá a missão. “O critério para a escolha da unidade se dá através da necessidade. Geralmente, conseguimos atender os que estão privados de liberdade das 9h às 17h, com atendimentos odontológicos, médicos, inclusive para tuberculose. Quando há necessidade de cirurgia, levamos o paciente para a coordenação e o inserimos no Sistema de Regulação (Sisreg), através do qual o procedimento é marcado. O detento entra na fila como qualquer outra pessoa; não tem prioridade. Somente numa gravidade ele é encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, esclareceu.

De acordo com o coordenador da Pastoral Carcerária, padre Roberto Pereira de Magalhães, enquanto os voluntários atendem, a pastoral evangeliza. “Eu já conhecia o trabalho realizado em Jardim Gramacho, e fui conversar com frei Paulo, devido ao alto índice de detentos com tuberculose e doenças de pele. Juntamos forças para fazer a missão no cárcere em nosso estado e, assim, nasceu esse trabalho nos presídios. O nosso trabalho, enquanto pastoral, é a evangelização. Enquanto vamos às celas atender aos privados de liberdade, entregar os terços e as bíblias, os voluntários realizam os atendimentos”, acrescentou.

Frei Paulo encerrou fazendo um apelo aos cristãos: “A ajuda que eu peço é a oração, para que a nossa missão continue. Além disso, também necessitamos de voluntários, principalmente na área da saúde. A terceira forma de contribuir com nosso trabalho é através das doações. Quando a gente doa, sempre tem alguém precisando, sejam de medicamentos, roupas, cobertores, produtos de higiene, ou de ajuda financeira”, finalizou.


Numa de suas últimas pregações, antes de se entregar por amor ao mundo, Jesus exortou os discípulos sobre como deveriam tratar o próximo: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim” (Mt 25, 35-36).

Hoje, cada cristão, dentro de seu carisma, é chamado a realizar as obras de misericórdia, auxiliando aos mais necessitados e excluídos, enxergando neles o próprio Cristo. É dessa forma que a Missão Amor que Cura busca ir ao encontro dos filhos de Deus.

A missão nasceu em 2015, quando funcionários do Hospital São Francisco, na Tijuca, assistiram um filme sobre a vida do santo e médico José Moscati – que, além do nome do santo, trazia a frase “O amor que cura”. “Sentimos o desejo de fazer algo além do que fazíamos. Pensamos em algumas ações fora dos muros do hospital. Então, um grupo de voluntários, composto por religiosos, médicos, dentistas, enfermeiros e administradores, se reuniu para a missão”, contou o diretor geral do hospital, frei Paulo Batista.

Para ele, somente a partir de uma experiência com Deus é possível ir ao encontro do outro. “Costumo dizer que essa é uma missão em que oferecemos àquilo que somente podemos dar: o amor. Tudo vem de uma experiência com Deus, porque só oferece o amor àquele que foi amado primeiro por Cristo”, frisou.

Fundadora da missão junto com frei Paulo, a enfermeira e irmã Maria Quirina de Moura, que pertence à Congregação das Irmãs de Caridade da Santa Cruz, recordou a escolha do primeiro local para missão. “A decisão veio através de um funcionário, o qual sempre dizia que o lugar em que morava era muito feio e que quando se mudasse para um lugar bonito, levaria a gente para visitar. Nesse período, teve início uma campanha para o Haiti, na qual recebemos muitos alimentos, muitos com a validade vencida, e tivemos de fazer o descarte. Foi então que ele nos contou que no bairro dele as pessoas viviam no lixo”, lembrou.

O então bairro do funcionário era Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, onde até 2012 havia o maior aterro sanitário a céu aberto da América Latina.

Segundo irmã Maria Quirina, a realidade dos moradores era muito precária. “Quando chegamos ao local vimos que as condições eram sub-humanas. Não havia rede de esgotos ou água encanada; era uma comunidade abandonada pela sociedade. Ao retornarmos, pensamos em uma ação enquanto Igreja naquele local, junto com a Diocese de Duque de Caxias. Esse projeto não é nosso, é de Deus, então só o amor cura”, exclamou.

‘Tive fome e me destes

de comer’

Atualmente, a Missão Amor que Cura atua a partir de três eixos. O primeiro deles, que também marcou o início dos trabalhos do grupo, é a visita mensal ao bairro Jardim Gramacho.

Através de um ônibus/consultório, os moradores – que mesmo após o fim do aterro ainda vivem sobre escassas condições – recebem os atendimentos. “Em nosso ônibus, há três consultórios e uma farmácia. “Levamos médicos, dentistas, ginecologistas e enfermeiros. Durante um sábado inteiro, fazemos, em média, 500 atendimentos, visitas às casas e levamos doações de roupas, alimentos, além de brinquedos para as crianças”, relatou frei Paulo.

Funcionária do Hospital São Francisco desde 1995 e uma das primeiras médicas a assumir a missão, a hematologista Marilza Campos Magalhães recordou o que sentiu nos primeiros trabalhos. “Sentimos uma enorme impotência, porque tudo era muito precário e ainda continua assim. Não tínhamos uma estrutura organizacional; tudo provinha de doações. Cheguei a atender, em um dia, 400 pessoas. Ao retornar à minha casa, não me senti cansada, pelo contrário, estava bem para cuidar dos meus afazeres. Percebo a gratidão no olhar dessas pessoas”, lembrou.

Ainda de acordo com ela, “todos eles pertencem à sociedade, não podemos esquecê-los. Existem pessoas que se preocupam com eles, que veem as coisas acontecerem e tentam mudar essa situação de alguma forma. A gente sempre quer fazer mais. Em vez de dar o pão, gostaríamos de ensiná-los a lutar por ele”, pontuou.

O segundo acontece em meio às ruas do Rio de Janeiro. “Vamos com nosso ônibus próximo ao Hospital Souza Aguiar, na Praça da Cruz Vermelha e na Lapa, no Centro. Mas a missão não é fixa. Levamos os alimentos no veículo e andamos conforme vemos as pessoas nas ruas. A gente leva o amor por meio do diálogo, auxiliando aqueles que estão às margens de nossa cidade. Levamos, também, alimentos”, comentou.

Diretor administrativo do hospital, Gilmar Santos é o responsável pela preparação de alimentos e triagem dos voluntários e medicamentos. Para ele, quem pensa em levar algo para quem está nas ruas acaba sendo surpreendido. “É muito gratificante, pois, às vezes, pensamos que vamos ajudar alguém necessitado, mas então percebemos que nós é que somos ajudados. Recebemos deles, como retorno, a satisfação pessoal, grandes experiências e lições de vida. Entendo que colho mais frutos para a minha vida pessoal do que eu tento levar para eles. O meu trabalho é o mínimo diante do retorno que recebo”, completou.

Responsável pela verificação dos medicamentos que chegam ao hospital como doação, a enfermeira Patrícia Leite afirmou que “esse trabalho me ajuda muito como pessoa. Hoje, me sinto parte dele, eu o tenho como uma grande responsabilidade, assim como tenho no hospital. Enfrentamos muitas dificuldades, mas persistimos”, disse.

De acordo com frei Paulo, devido à grave crise financeira no país, o acesso à saúde tem se tornado cada vez mais difícil. “Esse tem sido nosso maior desafio. Nossos médicos receitam e oferecem os medicamentos necessários. Graças a uma doação, conseguimos equipamentos para casos de emergência durante o atendimento e de reanimação. Quando há a necessidade de um procedimento cirúrgico, fazemos o encaminhamento para a própria rede ou para hospitais em que há a possibilidade para a cirurgia”, exclamou.

‘Estava na prisão e viestes a mim’

Já o terceiro eixo é realizado nos presídios masculinos, femininos e nas unidades do Departamento Geral de Ações Socioducativas (Degase). Em parceria com a Arquidiocese do Rio, por meio da Pastoral Carcerária e da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, a missão chega àqueles que estão privados de liberdade, levando, não somente, a questão da dignidade humana, mas a mensagem de que todos são filhos de Deus. “Acima de qualquer julgamento, estamos ali como irmãos. Por mais que tenham errado, a nossa resposta, enquanto cristãos, deve ser a misericórdia e a promoção da paz”, enfatizou frei Paulo.

Segundo ele, a Missão Amor que Cura no Cárcere também leva os profissionais da saúde aos presídios, oferecendo assistência médica e odontológica. Somente em 2017, mais de sete mil atendimentos foram realizados. “A quantidade varia de acordo com o número de detentos em cada local. Já chegamos a fazer 1.800 atendimentos em um só dia”, destacou.

Assim como nas missões em Jardim Gramacho e nas ruas, os pacientes atendidos nos presídios também recebem a medicação necessária. “Realizamos os atendimentos, e todos já saem com os medicamentos, tanto os remédios orais quanto injetáveis”, disse.

A coordenadora de Gestão em Saúde Penitenciária, Maria Elaine Calil, explicou como acontece a escolha da unidade que receberá a missão. “O critério para a escolha da unidade se dá através da necessidade. Geralmente, conseguimos atender os que estão privados de liberdade das 9h às 17h, com atendimentos odontológicos, médicos, inclusive para tuberculose. Quando há necessidade de cirurgia, levamos o paciente para a coordenação e o inserimos no Sistema de Regulação (Sisreg), através do qual o procedimento é marcado. O detento entra na fila como qualquer outra pessoa; não tem prioridade. Somente numa gravidade ele é encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, esclareceu.

De acordo com o coordenador da Pastoral Carcerária, padre Roberto Pereira de Magalhães, enquanto os voluntários atendem, a pastoral evangeliza. “Eu já conhecia o trabalho realizado em Jardim Gramacho, e fui conversar com frei Paulo, devido ao alto índice de detentos com tuberculose e doenças de pele. Juntamos forças para fazer a missão no cárcere em nosso estado e, assim, nasceu esse trabalho nos presídios. O nosso trabalho, enquanto pastoral, é a evangelização. Enquanto vamos às celas atender aos privados de liberdade, entregar os terços e as bíblias, os voluntários realizam os atendimentos”, acrescentou.

Frei Paulo encerrou fazendo um apelo aos cristãos: “A ajuda que eu peço é a oração, para que a nossa missão continue. Além disso, também necessitamos de voluntários, principalmente na área da saúde. A terceira forma de contribuir com nosso trabalho é através das doações. Quando a gente doa, sempre tem alguém precisando, sejam de medicamentos, roupas, cobertores, produtos de higiene, ou de ajuda financeira”, finalizou.

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