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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 25/05/2018

25 de Maio de 2018

Coleta para a Terra Santa

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Coleta para a Terra Santa

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23/03/2018 15:37 - Atualizado em 23/03/2018 15:39
Por: Rádio Vaticano

Coleta para a Terra Santa 0

“Não podemos esquecer milhares de famílias, entre as quais crianças e jovens, que escapam da guerra na Síria e no Iraque”, disse o prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, na carta que enviou para todas as dioceses do mundo, na qual convida os fiéis a participarem da Coleta para a Terra Santa.

A tradicional iniciativa é realizada anualmente na Sexta-Feira Santa, com a finalidade de angariar fundos para apoiar a obra da Igreja no Oriente Médio. Este ano, de modo especial, o Cardeal Sandri indica duas basílicas: a da Natividade, em Belém, construída sobre a gruta onde nasceu Jesus, e a Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, construída sobre o túmulo de Jesus. Ambas foram restauradas no ano passado. “Edificar a Igreja da Terra Santa, nos seus edifícios e nas suas pedras vivas, que são os fiéis cristãos, é responsabilidade de toda a Igreja Cristã particular, conscientes de que a fé cristã teve como seu primeiro centro propulsor a Igreja Mãe de Jerusalém”, lê-se na carta.

O cardeal argentino recorda que a Coleta é uma ocasião propícia para os fiéis se unirem aos irmãos da Terra Santa e do Médio Oriente.

“Infelizmente, desta zona, o grito de milhares de pessoas que se encontram privadas de tudo, até ao limite da própria dignidade de homens, continua a sentir-se, ferindo os nossos corações e convidando-nos a abraçá-los na caridade cristã”, escreveu.

O Cardeal Sandri cita a pequena comunidade cristã do Oriente Médio, que continua a manter a fé entre os refugiados no Iraque e na Síria, ou na Jordânia e no Líbano. “Não podemos esquecer milhares de famílias, entre as quais crianças e jovens, que escapam da guerra na Síria e no Iraque” (…) “Muitos cristãos iraquianos e sírios desejam retornar à sua própria terra onde as suas casas foram destruídas, onde escolas, hospitais e igrejas foram devastadas. Não os deixemos sós!”

Apesar dos desafios e inseguranças, lê-se ainda na carta: “as paróquias continuam fazendo o seu trabalho pastoral, dando atenção preferencial aos pobres. Um trabalho que envolve toda a comunidade católica da Terra Santa em escolas e hospitais: a Igreja latina da Diocese Patriarcal de Jerusalém, a Custódia Franciscana e de outras Circunscrições, a Igreja dos orientais (greco-melequita, copta, maronita, síria, caldeia, armena), as famílias religiosas e os organismos de todo o gênero”.

Peregrinações

O prefeito da Congregação encoraja ainda a retomar as peregrinações à Terra Santa, pois constituem uma ajuda preciosa para a sobrevivência de milhares de famílias.

“Nestes dias de preparação para a Páscoa, convido-os fraternalmente a empenhar em vencer o ódio com o amor, a tristeza e a alegria, rezando e trabalhando, para que a paz habite no coração de cada pessoa, especialmente no dos nossos irmãos da Terra Santa e do Oriente Médio”, concluiu.

 

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