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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 16/12/2018

16 de Dezembro de 2018

Coleta da CF-Rio será destinada a projetos de superação da violência

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16 de Dezembro de 2018

Coleta da CF-Rio será destinada a projetos de superação da violência

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16/03/2018 10:37 - Atualizado em 16/03/2018 10:37
Por: Priscila Xavier

Coleta da CF-Rio será destinada a projetos de superação da violência 0

Na solenidade em que a Igreja recorda a entrada de Jesus em Jerusalém – o Domingo de Ramos, todos os fiéis são chamados a participar do gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2018: a Coleta da Solidariedade, voltada para os mais necessitados, os que mais sofrem na sociedade.

As doações são destinadas da seguinte maneira: 40% do valor total arrecadado serão destinados ao Fundo Nacional de Solidariedade, os quais são revertidos para o fortalecimento da solidariedade entre as diferentes regiões do país, ou seja, as que possuem mais recursos contribuem para o desenvolvimento dos povos menos favorecidos.

Já os outros 60% do valor doado compõem o Fundo Diocesano de Solidariedade e permanecem na diocese de origem. Ou seja, 60% da quantia coletada da Arquidiocese do Rio de Janeiro continuará aqui.

De acordo com o vigário episcopal para a Caridade Social, cônego Manuel de Oliveira Manangão, é a partir desse recurso que a arquidiocese pode dar continuidade aos seus projetos e ações sociais, sendo os recursos deste ano voltados para a temática da violência. “Vamos distribuir esses recursos por projetos que venham das paróquias, para a realização, exatamente, de alguma atividade de superação da violência”, afirmou.

De acordo com o cônego, outras três áreas serão contempladas com a coleta. “A primeira delas é a dimensão das Escolas de Perdão e Reconciliação (ES.PE.RE), cujo trabalho prepara as pessoas para lidarem com as dificuldades da vida, ajudando-as na superação, não se deixando levar pelo ímpeto inicial. A segunda são as escolas e/ou centros de mediação comunitária, que viabilizam que as pessoas sejam conciliadoras de conflitos entre pessoas. Já a terceira parte será destinada ao atendimento a refugiados, uma vez que eles são vítimas da violência e é o trabalho que a Cáritas tem desenvolvido no sentido de superar esses problemas. Por isso, uma parte será usada, ainda, para fortalecer os recursos que, nos dias de hoje, são mais escassos”, completou.

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