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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 18/12/2018

18 de Dezembro de 2018

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós

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Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós

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02/02/2018 16:36 - Atualizado em 02/02/2018 16:36
Por: Da redação

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós 0

Na data em que a Igreja celebra a memória de Nossa Senhora de Lourdes – 11 de fevereiro –, todos os fiéis são chamados a vivenciar a contemplação do mistério do sofrimento humano. Dessa forma, a Basílica Menor de Nossa Senhora de Lourdes, em Vila Isabel, preparou programação especial até o dia 11 de fevereiro – data dedicada à padroeira e, também, Dia Mundial dos Doentes.

Aparições em Lourdes

Foi nesse dia também, em 1858, que a Virgem Maria apareceu a uma pequena menina, de família muito pobre e de saúde frágil, chamada Bernadette, em Lourdes, na França – nome o qual foi dado à aparição de Nossa Senhora.

Bernadette vivia, de graça, com os pais e mais dois irmãos numa cela abandonada da cadeia da cidade, justamente por ser um lugar insalubre. A Virgem Maria apareceu para a menina quando ela foi buscar lenha, junto com a irmã e mais uma amiga, para esquentar a cela onde morava e para que a mãe cozinhasse uma sopa.

A menina – que sofria de cólera e de uma asma que a acompanharia até a morte – ao chegar ao riacho, temendo entrar na água fria, devido a sua doença, decidiu tirar as meias para atravessar o riacho.

Foi quando ela percebeu uma rajada de vento sobrenatural e, quando olhou para a Gruta de Massabielle, nos arredores de Lourdes, viu uma jovem, vestida de branco, com uma faixa azul, um rosário e duas rosas douradas nos pés. Instintivamente, Bernadette se ajoelhou e tentou fazer o sinal da cruz, mas seu braço estava como que morto. A Virgem, então, fez o sinal da cruz. Ela imitou-a e pôs-se a rezar o terço.

Essa foi a primeira das 18 aparições de Nossa Senhora em Lourdes à pequena Bernadette, nas quais sempre trazia a mensagem: “Penitência, penitência, penitência!”; e “rezai a Deus pela conversão dos pecadores”, além da recomendação de “beijar a terra em penitência pelos pecadores”.

Porém, na nona aparição, no dia 25 de fevereiro de 1858, Nossa Senhora pediu a Bernadette para escavar o chão, e ali, na Gruta de Massabielle, surgiu uma fonte de água. Esse é um convite da Mãe para que seus filhos renovem o Batismo, mas, também, uma oportunidade para comprovar as aparições, haja vista que muitos milagres foram operados por Deus a partir das águas de Lourdes.

Certa vez, Santa Bernadette – canonizada em 8 de dezembro de 1933, disse: “Esta água é considerada como um remédio, mas você tem que manter a fé e rezar: esta água não poderia fazer nada sem fé”, declarou.

De acordo com o pároco da Basílica Menor Nossa Senhora de Lourdes, padre Valtemário Silva Frazão Junior, a mensagem de Lourdes é um chamado à conversão. “A Santíssima Virgem nos deixou uma mensagem de fé e de esperança, chamando a todos nós à conversão e à penitência. Trata-se de uma devoção muito forte entre os enfermos, visto que, na gruta onde a Virgem apareceu, dali, brotou uma fonte de água mineral comum, como existem em muitos lugares, porém, essa contém um diferencial, pois há muitos relatos de curas milagrosas a partir da utilização piedosa dessa água”, afirmou.

Dia Mundial dos Doentes

Mesmo anos depois dos milagres realizados na Gruta de Massabielle, muitos fiéis continuam a visitar o local e a receber bênçãos. Dessa forma, o então Papa João Paulo II declarou, em 1992, que o Dia Mundial dos Doentes seria celebrado junto à memória de Nossa Senhora de Lourdes, sendo a primeira comemoração em 11 de fevereiro de 1993, na França.

Neste ano, 2018, o Dia Mundial dos Doentes tem como tema as palavras que Jesus dirigiu, do alto da cruz, à sua Mãe e a João: “‘Eis o teu Filho! (…) Eis a tua Mãe!’ E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua” (Jo 19, 26-27).

Na mensagem, escrita pelo Papa Francisco, o pontífice destacou: “Na cruz, Jesus preocupa-Se com a Igreja e toda a Humanidade, e Maria é chamada a partilhar esta mesma preocupação (...) O discípulo João, o amado, representa a Igreja, povo messiânico. Ele deve reconhecer Maria como sua própria Mãe. E, neste reconhecimento, é chamado a recebê-La, contemplar n’Ela o modelo do discipulado e também a vocação materna que Jesus Lhe confiou, incluindo as preocupações e os projetos que isso implica: a Mãe que ama e gera filhos capazes de amar segundo o mandamento de Jesus”, argumentou.

O Papa ainda ressaltou a necessidade de se olhar para o passado para, dessa forma, projetar o futuro. “A memória da longa história de serviço aos doentes é motivo de alegria para a comunidade cristã e, de modo particular, para aqueles que atualmente desempenham esse serviço. Mas é preciso olhar o passado, sobretudo, para com ele nos enriquecermos. Dele devemos aprender: a generosidade até ao sacrifício total de muitos fundadores de institutos a serviço dos enfermos; a criatividade, sugerida pela caridade, de muitas iniciativas empreendidas ao longo dos séculos; o empenho na pesquisa científica, para oferecer aos doentes cuidados inovadores e fiáveis”, disse.

O pontífice também recordou o trabalho realizado pela Pastoral da Saúde em todo o mundo. “A Pastoral da Saúde permanece e sempre permanecerá como um dever necessário e essencial, que se há de viver com um ímpeto renovado, começando pelas comunidades paroquiais até aos centros de tratamento de excelência. Não podemos esquecer aqui a ternura e a perseverança com que muitas famílias acompanham os seus filhos, pais e parentes, doentes crônicos ou gravemente incapacitados. Os cuidados prestados em família são um testemunho extraordinário de amor pela pessoa humana, e devem ser apoiados com o reconhecimento devido e políticas adequadas. Portanto, médicos e enfermeiros, sacerdotes, consagrados e voluntários, familiares e todos aqueles que se empenham no cuidado dos doentes participam nesta missão eclesial. É uma responsabilidade compartilhada, que enriquece o valor do serviço diário de cada um”, acrescentou.

Programação da Basílica Menor de Nossa Senhora de Lourdes, em Vila Isabel

4 de fevereiro

- Missas, às 7h, 10h, 17h e 19h

- Novena, às 16h

de fevereiro

- Missa com bênção contra as doenças da mama, às 7h30 e 19h

- Novena, às 18h

- Missa pelos devotos falecidos, às 19h

de fevereiro

- Missas, às 7h30 e 19h

- Oração das Mil Ave Marias, às 9h

- Novena, às 18h

de fevereiro

- Missas, às 7h30 e 19h

- Novena, às 18h

de fevereiro

- Missas, às 7h30 e 19h

- Adoração Eucarística, às 8h e 12h

- Novena, às 18h

de fevereiro

- Missas, às 7h30 e 19h

- Novena, às 18h

10 de fevereiro

- Missas, às 7h30 e 19h

- Novena, às 18h

11 de fevereiro

- Missas, às 7h e 10h

- Missa com Unção dos Enfermos, às 12h

- Missa, às 16h, presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, seguida de bênção dos  doentes.

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