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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/11/2017

23 de Novembro de 2017

Especialista de telecomunicação apresenta o futuro dos smartphones e aponta caminhos para a evangelização

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09/11/2017 17:34 - Atualizado em 09/11/2017 17:35
Por: Gracielle Reis

Especialista de telecomunicação apresenta o futuro dos smartphones e aponta caminhos para a evangelização 0

O que esperar na próxima década? Como a tecnologia continuará a se desenvolver? Estas foram as questões que o vice-presidente executivo da Qualcomm Technologies, Inc. e presidente da Qualcomm CDMA Technologies (na Califórnia, nos Estados Unidos), Cristiano Amon, buscou responder em suas conferências durante a quarta edição do Seminário de Comunicação. O evento acontece deste a última terça, 7 de novembro, no Centro de Estudos e Formação do Sumaré, no Rio de Janeiro.

Cristiano apontou a revolução dos smartphones na sociedade atual. Os dispositivos já atingiram a marca mundial de 7,8 bilhões. Segundo ele, os celulares de hoje foram pensados há cerca de 15 anos e as versões seguintes já estão sendo projetadas para a próxima década.

Uma das inovações será cada vez mais a concentração de diversos serviços e funções em um único aplicativo, como já acontece com uma famosa plataforma na China, pela qual os usuários podem postar fotos e vídeos como já é o usual em redes sociais, além de poder acionar serviços, como transporte particular e lavanderias, fazer pedido de comida e ainda comprar quaisquer produtos.

A evolução dos dispositivos móveis também já tem influenciado outros campos da indústria e de tecnologia, como a automotiva (com destaque para a indústria da Fórmula 1), área de saúde e até a vida das famílias. Já é possível, por exemplo, apenas com o celular, verificar o óleo do carro ou realizar o acompanhamento de pacientes integrado com estruturas hospitalares. As mudanças também atingem o ramo da fotografia: o fotógrafo, com sua câmera, precisa perceber a luz ambiente para o registro e fazer os ajustes necessários no equipamento. Contudo, os smartphones tendem a calibrar todos os elementos fundamentais e mantém a foto em alta qualidade.

Nas residências, na lógica da “internet das coisas”, os eletrodomésticos cada vez mais estão integrados com os dispositivos e pouca coisa, hoje em dia, se faz nos computadores que não podem ser feitas nos smartphones, com a diferença do tamanho de tela. Uma diferença no comportamento das famílias que reflete, por exemplo, na compra de produtos em geral: nos Estados Unidos, a venda no varejo e lojas físicas estão em constante declínio já que praticamente tudo pode ser realizado e adquirido por meio dos aparelhos móveis.

Conforme explicou o especialista, se no passado o petróleo foi uma considerável conquista para as produções industriais, na atualidade, os dados e ferramentas digitais são a grande força motora da indústria e empresas. Um fator em contínuo crescimento, que será em breve marcada pelo lançamento da tecnologia 5G em 2019. E desde o 4G, os EUA decidiram de forma ampla investir na infra-estrutura desse tipo de inteligência. Com isso, foram criados novos modelos de negócio e sem o 4G não seria possível a existência de certos aplicativos, como Instagram, Uber e WhatsApp, que foram concebidos para uso primordial pelos smartphones. 

Quando interpelado sobre a classificação do Brasil nesse cenário, Cristiano Amon indicou aspectos positivos e negativos: a adoção e absorção de tecnologia pelos brasileiros são muito rápidas, refletindo em uma ágil transformação da sociedade com essas ferramentas. Por outro lado, devido às questões políticas e econômicas, o país está atrasado em termos de banda larga e investimentos, além dos altos custos para se obter equipamentos e os serviços de telecomunicação, um dos reflexos da desigualdade social.

“Difícil existir uma regra, mas é válido pensar que não adianta ter um monte de máquinas sem ter pessoas sem poder consumir. A única resposta é o equilíbrio e ensinar as pessoas a pensarem”, ressaltou o vice-presidente executivo da Qualcomm ao destacar também que é preciso oferecer um novo modelo de ensino e uma formação para o que serão as profissões do futuro. Como refletiu, o mecanismo da escola ainda hoje é o da primeira revolução industrial, ou seja, a transmissão de conhecimento de uma única fonte para muitos. Entretanto, na contemporaneidade, existe um leque diversificado de fontes de informação e conhecimento. “Se você investir em tecnologia, muda a vida das pessoas também em termos de educação”, declarou, mas ponderando os desafios existentes no Brasil e da gestão governamental, como a falta de investimentos e de políticas públicas a fim de aliar a tecnologia com a educação.

Evangelização e a inteligência artificial

Entre as várias tecnologias existentes, Amon destacou os assistentes que atendem os usuários apenas com comando de voz. Acionar geladeiras, caixas de som, funções dos carros, lavadoras, aspiradores de pó, acender lâmpadas, buscar informações, entre outros… tudo isto apenas ao se pronunciar poucas palavras.

“Se fizer sentido para a Igreja, seria possível fazer uso da internet das coisas, para oferecer homilias, textos e podcasts com conteúdos evangelizadores”, concluiu.

 

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