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14 de Dezembro de 2017

Ministros da Defesa e da Justiça e Segurança Pública se reúnem com Cardeal Tempesta

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Ministros da Defesa e da Justiça e Segurança Pública se reúnem com Cardeal Tempesta

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28/07/2017 11:10 - Atualizado em 28/07/2017 15:46
Por: Raphael Freire

Ministros da Defesa e da Justiça e Segurança Pública se reúnem com Cardeal Tempesta 0

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O arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, juntamente com seus bispos auxiliares, recebeu na manhã desta sexta-feira, 28 de julho, no Palácio São Joaquim, os ministros da Defesa e da Justiça e Segurança Pública, Raul Jungmann e Torquato Jardim, respectivamente. Em pauta, a atuação das Forças Armadas no Rio até o último dia de 2018. O comunicado foi feito nesta quinta-feira, dia 27, durante coletiva de imprensa na sede do Comando Militar do Leste, no Centro.

"A paz social e a superação da violência são uma grande preocupação tanto do ministro da Justiça, quanto do ministro da Defesa. Para nós, que estamos nos preparando para a próxima Campanha da Fraternidade com o tema 'Fraternidade e superação da violência', creio que é uma missão da Igreja, de ver junto com os poderes constituídos, como superar a violência e trazer a paz social que, é claro, não é a penas uma questão de ter homens das forças armadas trabalhando junto com a polícia, mas também de se construir uma sociedade mais justa, humana e fraterna. E nesse sentido, os dois ministros pontuaram um planejamento de Estado que continue a promover a paz, a capacitação e a fraternidade, como a superação da violência e dos problemas do Rio", disse Dom Orani.

O arcebispo contou ainda quais foram as motivações que levaram os ministros a pedirem o apoio da Igreja, e ressaltou os caminhos que os católicos continuarão a seguir na busca pela paz. 

"Os ministros vieram trazer suas preocupações, afirmaram que o Governo Federal deseja colaborar, fazendo sua parte no Rio, e ao mesmo tempo ouvir o que nós temos feito. Temos trabalhado na mediação de conflitos, nas Escolas de Perdão e Reconciliação, nos presídios, nas comunidades e esperamos fazer muito mais. Não é com violência que se resolvem os conflitos. A Igreja deseja que reine a paz social e a promoção das pessoas. Esse é o caminho que nós sempre trilhamos e vamos continuar trilhando", ressaltou o Cardeal.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, explicou que a recuperação do Rio de Janeiro é mais que uma ação de Estado, pois a sociedade precisa reagir junto e destacou a importância dos parceiros.

"Já nos encontramos com o governador do estado, estamos aqui com Dom Orani e seus bispos auxiliares, e iremos conversar com o secretário de segurança. Também vamos falar com os empresários porque eles têm a chance de gerar empregos e o Rio é um mercado fantástico para turismo, onde há mão-de-obra numerosa. O fundamental é recuperar a capacidade operacional do Estado do Rio, do governo, da Polícia Civil e Militar e de todas as outras instituições do estado. Em síntese, nosso trabalho é ajudar a sociedade carioca a reagir junto com a sociedade estatal e recapacitar todos os órgãos", pontuou Jardim.

De acordo com o ministro da Defesa,  Raul Jungmann, o papel da sociedade é importantíssimo na luta contra os criminosos. O ministro prometeu um pacote de ações sociais durante a permanência do Exército, Marinha e Aeronáutica no estado. Segundo ele, o plano de atuação contempla um pacote de ações que serão administradas pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Jungmann ressaltou ainda o papel da Igreja na busca pela paz.

"Nossa proposta expressa três objetivos: primeiro, explicar o que queremos e o que estamos fazendo; segundo, dialogar, que é ouvir e pedir contribuições; e terceiro, e isso é muito importante, é a participação da sociedade. Nós queremos a contribuição da sociedade e, evidentemente, cabe a ela definir como e quando fazê-lo. A Igreja Católica tem uma autoridade espiritual, participação e conhecimento na busca da paz e no combate à violência, que é imprescindível para todos nós. Nos reunimos com Dom Orani e seus bispos auxiliares por conta disso e também pela Igreja estar sempre ao lado dos mais humildes, dos mais vulneráveis e dos que mais sofrem com a violência. Se houver uma reação que nos declararem guerra nós estaremos firmes e não recuaremos, mas nosso grande objetivo é promover a paz e a segurança", afirmou o ministro da Defesa.

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Colaboração: Jéssica Pinheiro

Fotos: Carlos Moioli

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