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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/05/2019

23 de Maio de 2019

Papa: "Missão não é turismo; pode haver fracasso e sofrimento"

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23 de Maio de 2019

Papa: "Missão não é turismo; pode haver fracasso e sofrimento"

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25/06/2017 10:08 - Atualizado em 25/06/2017 10:15
Por: Rádio Vaticano

Papa: "Missão não é turismo; pode haver fracasso e sofrimento" 0

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Ir em missão não é fazer turismo”, frisou o Papa Francisco, falando aos fiéis antes de rezar a oração do Angelus do domingo, dia 25 de junho, na Praça São Pedro.

Apesar do forte calor, mais de 10 mil pessoas participaram da oração mariana e ouviram a reflexão de Francisco, inspirada no cap. 10 do Evangelho de Mateus, ‘Não tenhais medo daqueles que matam o corpo’.

Levar em conta insucessos e perseguições

“Ser enviado por Jesus em missão não é garantia de sucesso e tampouco protege de fracassos e sofrimentos. É preciso levar em consideração a possibilidade de rejeições e perseguições. Isto assusta um pouco, mas é a verdade!”.

Assim como Cristo – explicou o Papa – foi perseguido pelos homens, conheceu a rejeição, o abandono e a morte na Cruz,  devemos nos lembrar que nenhuma missão cristã é sinal de tranquilidade, mas entrever uma oportunidade:

Ver nas dificuldades uma ocasião

“Dificuldades e tribulações fazem parte da obra de evangelização e nós somos chamados a encontrar nelas a ocasião para verificar a autenticidade de nossa fé e de nossa relação com Jesus”.

Enfim, “no testemunho de fé não contam os sucessos, mas a fidelidade a Cristo”, reiterou, exortando:

Jesus nos assiste sempre

“Não tenham medo de quem os ofende ou maltrata, de quem os ignora, ou de quem ‘pela frente’ os honra, mas ‘pelas costas’ combate o Evangelho. Há muita gente assim”, completou.

A assim como Jesus, que tranquilizou os discípulos três vezes dizendo ‘Não tenham medo’, Francisco afirmou que “nas dificuldades do testemunho cristão do mundo, nunca somos esquecidos, mas sempre assistidos pela solicitude atenta do Pai”.

Perseguição de cristãos ainda existe 

E terminou pedindo para “rezarmos por nossos irmãos e irmãs ainda perseguidos e louvarmos a Deus porque apesar disso, continuam a testemunhar com coragem e fidelidade a sua fé. Seu exemplo nos ajuda a não hesitar em tomar posição em favor de Cristo, testemunhando-o corajosamente também no cotidiano”.   

Em seguida, Francisco concedeu a todos a sua bênção apostólica.  

As saudações do Papa aos grupos

O Papa Francisco, ao término da oração do Angelus, expressou sua proximidade à população de Xinmo. Mais de 120 pessoas estão desaparecidas neste vilarejo na província de Sichuan, no sudeste da China, após terem sido soterradas por um deslizamento provocado pelas fortes chuvas que atingem a região.

“Rezo pelos mortos, pelos feridos e por aqueles que perderam suas casas. Que Deus conforte as famílias e ampare quem presta socorro. Estou muito próximo deles”, disse, detendo-se em oração silenciosa.

Ainda antes de se despedir dos fiéis, Francisco lembrou que em Vilnius (Lituânia), está sendo proclamado Beato o Bispo Teofilo Matulionis, morto ‘em ódio à fé’ em 1962.

O Papa pediu aos presentes um aplauso para a Lituânia, sendo prontamente atendido.

Outra saudação especial do Papa foi dirigida à Igreja greco-católica ucraniana (muitos fiéis estavam na Praça), que celebra 150 anos da canonização de São Josafá.  “Que o Senhor ofereça a coragem do testemunho e o dom da paz para a querida terra ucraniana”. 

Foto: Site oficial da RV

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