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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 24/11/2017

24 de Novembro de 2017

Arquidiocese celebra a Páscoa dos Militares

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Arquidiocese celebra a Páscoa dos Militares

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17/05/2017 15:16 - Atualizado em 17/05/2017 15:17
Por: Leonan Nicolas Soares

Arquidiocese celebra a Páscoa dos Militares 0

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O arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, presidiu no dia 12 de maio, na Catedral de São Sebastião, no Centro, a Páscoa dos Militares.

Concelebrada pelo arcebispo Militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães, pelo bispo auxiliar do Rio, Dom Roque Costa Souza, e diversos sacerdotes capelães, a missa contou com integrantes das Forças Armadas: Marinha, Exército e Aeronáutica, e também as Forças Auxiliares do Estado: Polícia Militar e Bombeiros, e também a Guarda Municipal.

O Rio de Janeiro foi a primeira arquidiocese a celebrar a Páscoa dos Militares, hoje a tradição está expandida por todo o Brasil.
“É um privilegio reunir todas as Forças para  juntos celebrar a Páscoa, que é o anuncio da vida e da esperança na ressurreição de Cristo”, disse o capelão do Colégio Militar do Rio de Janeiro, padre Magnon Cavalcante da Silva.

Fazer a diferença

Durante a homilia, Dom Orani destacou a importância de celebrar a Páscoa com alegria, na certeza que o Senhor Ressuscitado está presente na vida de cada militar, na sua rotina de trabalho.

"Ao celebrar a Páscoa dos Militares, rezamos juntos pelo trabalho e missão de cada militar. O fato de ser cristão e crer em Jesus Cristo faz uma grande diferença, principalmente nesses tempos, em que enfrentamos diversos problemas sociais que se manifestam de várias formas, na violência, na intolerância, em diversas situações", disse.

Assistência religiosa

No final da missa, o arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando, disse que a assistência religiosa para as forças militares e auxiliares é garantida pela constituição brasileira e reguladas por uma lei federal.

“A assistência não é apenas da fé católica. Nós realizamos um trabalho de assistência religiosa e espiritual a todos os militares, atendendo cada um de acordo com a convicção ideológica própria. Contamos com cerca de 170 padres capelães militares, cerca de 60 pastores capelães militares. O atendimento visa apoiar o militar nas suas necessidades e dificuldades”, disse.

Sobre a situação da Policia Militar no Rio de Janeiro, Dom Fernando enfatizou que a situação atual é preocupante, pelo número de mortos em serviço diante a violência na cidade.

“Diante da realidade, faz com que a assistência espiritual religiosa se torne ainda mais necessária e mais intensa, sendo uma palavra de conforto e estímulo, ao militar e a sua família, no dever árduo de garantir a segurança pública na cidade”, disse.

Tradição militar

Dom Fernando também agradeceu ao Cardeal Tempesta pela acolhida e destacou a memória dos pracinhas que morreram na Segunda Guerra Mundial, durante a missão na Itália, entre eles o patrono dos capelães militares, frei Orlando, cujo nome de batismo era Antônio Álvares da Silva, que serviu como capitão capelão do Exército Brasileiro.

"Assim que os pracinhas retornaram a pátria, antes de se separarem e mesmo com o atraso, quiseram celebrar a Páscoa da ressurreição. Os pracinhas pretendiam três coisas, pedindo a benção de Deus: 'Agradecer pelo dom da vida, pela vitória obtida contra as ideologias do fascismo e do nazismo; em segundo lugar, orar pelos mortos em combate; e em terceiro lugar, pelo futuro, pela esperança de uma sociedade nova, renovada, após os horrores da guerra' Esta é a origem da tradição da Páscoa dos Militares, que se espalhou pelo Brasil”, disse.

Segundo Dom Fernando, essas três características continuam a marcar a Páscoa dos Militares.

“Celebrar a Páscoa é um ato de gratidão a Deus pelo dom da vida e pelos serviços que somos chamados a prestar, um momento de oração pelos nossos irmãos e irmãs de farda que já caíram no cumprimento de sua missão, e também um olhar para o futuro, de esperança. Que a mensagem da ressurreição nos ajude no serviço constitucional a pátria, e faça com que a sociedade brasileira, superando as suas dificuldades, possa se desenvolver em paz e harmonia", completou.

temp_title_DSC0119_17052017151251Autoridades militares

Entre as autoridades militares estavam o comandante-em-chefe da Esquadra da Marinha, vice-almirante Celso Luiz Nazareth e o comandante do Primeiro Distrito Naval, o vice-almirante Cláudio Portugal de Viveiros; o vice-chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, general-de-divisão Décio dos Santos Brasil, e o comandante da Primeira Região Militar, general-de-divisão Laerte de Souza Santos; o Comandante do Terceiro Comando Aéreo Regional, o brigadeiro do ar Saulo Valadares do Amaral; o chefe de Estado Maior de Primeiro Comando de Policiamento de Área,

tenente-coronel Marcos Vinícius da Silva Mello; o diretor de Assistência Social do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, tenente-coronel Ricardo Luiz de Macedo Soares e o subinspetor da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, Selmo Barbosa da silva.




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Fotos: Gustavo de Oliveira

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