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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 19/11/2017

19 de Novembro de 2017

Paixão de Cristo em musical

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Paixão de Cristo em musical

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14/04/2017 15:48 - Atualizado em 16/04/2017 13:31
Por: Symone Matias

Paixão de Cristo em musical 0

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Tradição da preparação para a Páscoa no Rio de Janeiro, o Auto da Paixão foi encenado nos Arcos da Lapa, após a procissão do Senhor morto, no final da tarde do dia 14 de abril.

A montagem promovida pela Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, com patrocínio da Fundação Cesgranrio, foi inspirada no filme “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, com versão brasileira assinada por Alexandre Amorim. A apresentação mesclou músicas de cunho religioso e outras conhecidas de musicais famosos da Broadway, como “Godspell” e “Jesus Cristo Superstar”.

Esse ano, o “Auto da Paixão” contou com a participação de 35 atores/cantores. Os atores Diego Goullart, interpretaram Jesus Cristo e Jack Barraquero, o papel do Diabo. A atriz e cantora Tatty Caldeira, pelo quarto ano seguido, interpreta com sua imagem e voz, Maria Madalena.

Segundo Diego Goullart “foi uma grande responsabilidade interpretar o papel de Jesus Cristo, não apenas pelo que Ele representa para mim, mas por tudo o que Ele significa para o mundo todo, para a igreja. Apesar disso, foi um presente, porque traz uma emoção muito grande, por toda a Sua luz, por Sua mensagem de amor e respeito ao próximo. Não só eu, mas todo o elenco do Auto vibrou com essa forte energia do amor”, concluiu.

A encenação foi dirigida por Márcio Fonseca, que segundo ele “é sempre um desafio contar uma história tão conhecida e renovar o encantamento do público. Todo ano, trabalhamos para narrar a passagem da Paixão de Jesus de uma forma nova, mas com apuro histórico, respeito e devoção”, disse.

O presidente da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, Carlos Alberto Serpa, foi o produtor geral da montagem que teve os figurinos assinados por Beth Serpa. Entre os presentes o Cardeal Orani João Tempesta, os bispos auxiliares, o vigário episcopal para a Comunicação e Cultura cônego Marcos William Bernardo, sacerdotes e fiéis.

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