Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 28/05/2017

28 de Maio de 2017

Missa da Ceia do Senhor e do Lava-pés na Catedral

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28 de Maio de 2017

Missa da Ceia do Senhor e do Lava-pés na Catedral

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13/04/2017 00:00 - Atualizado em 14/04/2017 14:12
Por: Priscila Xavier

Missa da Ceia do Senhor e do Lava-pés na Catedral 0

Missa da Ceia do Senhor e do Lava-pés na Catedral / Arqrio

Na noite da Quinta-feira Santa, 13 de abril, teve início o Tríduo Pascal, no qual a Igreja aprofunda o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Na Missa da Ceia do Senhor, Cristo instituiu a Eucaristia, alimento para a alma, mas também se colocou aos pés de seus discípulos e os lavou, dando o exemplo de que, assim como Ele, Seus filhos deveriam servir uns aos outros. Esse foi o último encontro de Jesus com seus amigos antes de ser crucificado.

Na Arquidiocese do Rio, a celebração foi presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta e concelebrada por diversos sacerdotes, na Catedral de São Sebastião, no Centro.

“Também vós laveis os pés uns dos outros”

Como a Arquidiocese do Rio vive o Ano da Família, foram escolhidas duas grandiosas famílias, composta por pais e filhos, para representarem os doze apóstolos, as quais o cardeal lavou os pés. Elas simbolizam todas as demais que receberam, de coração aberto, os filhos confiados por Deus, dizendo sim à vida.

O doutor em Teologia Bíblica, padre Pedro Paulo Alves dos Santos explicou que o rito do lava-pés representa a encarnação de Cristo, uma vez que Deus desce e serve aos Seus filhos. Ele ainda comentou que é na Cruz que o Senhor funda os sacramentos.

“O lava-pés é uma forma interpretação dos textos sagrados e uma credencial para a Eucaristia. Por isso, quando Jesus termina de lavar os pés, Ele questiona gravemente aos discípulos: ‘Entendestes o que vos fiz? Eu, vosso Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros’ (Jo 13,14). Nisso, a Igreja percebe o significado da encarnação: Deus que desce e que nos serve. Também nota-se o valor da Cruz, uma vez que a noite de Quinta-feira Santa é um holofote na densa escuridão da Sexta-feira Santa. A Cruz é serviço de Deus, na qual Ele nos lava com água e sangue e funda os sacramentos”, explicou. 

O padre Pedro Paulo também destacou que a Eucaristia também representa a libertação prometida por Deus e que, com Cristo, atravessa-se para a margem da graça.

“A Igreja celebra, primeiro, a Eucaristia, como sacramento pascal por excelência. Ela é o rito judaico na sua concepção, na sua realização, Deus nos envia a promessa de uma libertação e nós experimentamos essa libertação plena em Cristo Jesus. Não há outra a esperar. Em vez de Mar Vermelho e Egito, trata-se de superar o pecado. A grande oposição é que, com Cristo, passamos para a outra margem: a da graça”, detalhou.

Leia o artigo de Dom Orani: "Eu sou o Pão da vida!" (Jo 6,48)


Fotos: Gustavo de Oliveira

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