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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 24/09/2017

24 de Setembro de 2017

Convivência do Seminário Propedêutico

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Convivência do Seminário Propedêutico

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20/03/2017 16:55 - Atualizado em 20/03/2017 16:55
Por: Nathalia Cardoso

Convivência do Seminário Propedêutico 0

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O Seminário Propedêutico Rainha dos Apóstolos realizou a convivência anual de recepção de novos seminaristas na Fazenda São Joaquim das Arcas, em Itaipava, de 20 de fevereiro a 12 de março. Essa foi a primeira vez que o evento aconteceu com o padre Adriano de Abreu Figueira como reitor.

A convivência teve 42 seminaristas participantes. Foram três semanas de atividades físicas, formações sobre a vida no seminário, liturgia e orientações sobre a nova vida que começariam a partir dali. Essas formações foram feitas através de filmes, vídeos e conversas com alguns padres, principalmente diretores espirituais externos, que deram seus testemunhos.

Além dos seminaristas, estiveram presentes no encontro o reitor, padre Adriano, e o diretor espiritual, padre Márcio Luiz da Costa. No último dia, o arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, celebrou missa pela manhã, e passou o restante do dia com eles.

“Ele abordou alguns temas como vidas de santidade, pastoral e comunitária, a unidade, o sentir com a Igreja. Ele quer que os seminaristas sejam aqueles que sentem com a Igreja, estejam sempre com ela: nas horas boas e ruins. Disse palavras muito bonitas”, contou padre Márcio.

Retiro

Os seminaristas participaram de um retiro no próprio local, da última quinta-feira da convivência, 9 de março, até sábado, dia 11. O retiro de ingresso contou com pregação do padre Marcus Vinicius Brito de Macedo, diretor espiritual do Seminário Diocesano da Imaculada Conceição, na Diocese de Nova Friburgo. Ele falou sobre as Bem-aventuranças.

Segundo o reitor, a convivência foi um momento de estreitar os laços, criar intimidade e formar uma família.

“Existem tantas realidades diferentes, e esse momento permite que esses jovens, de diferentes origens e culturas, possam viver e conviver como irmãos. E o retiro espiritual é indispensável nesse início. É bom começar já em oração, buscando a vida em Deus, porque os seminaristas são chamados a serem esses amigos de Deus a vida inteira”, pontuou.

Primeiro ano de reitoria

Para o padre Adriano, foi a primeira convivência como reitor. O sacerdote assumiu a missão no início deste ano, sucedendo o padre Leandro Lenin. Ele contou que quando recebeu o convite de Dom Orani e de Dom Roque Costa Souza – bispo responsável pelas vocações –, ficou um pouco assustado.

“Não sabia se estava preparado para essa missão. Mas, ao mesmo, tempo recebi a notícia com alegria, uma vez que somos ordenados para servir a Deus onde quer que estejamos. Mas aos poucos Deus foi me confirmando que aquele era o momento”, explicou o reitor, que além de pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e Santo Antônio, em Campo Grande, também era promotor vocacional no Vicariato Santa Cruz.

Ele contou que o grupo de seminaristas da convivência foi acompanhado durante todo o ano de 2016 no Grupo Vocacional Arquidiocesano (GVA). Portanto, quando ele chegou à reitoria, não os conhecia, pois não participou do processo de acompanhamento.

“A convivência foi um momento muito bom porque, em primeiro lugar, eu pude conhecê-los melhor. Conhecer um pouquinho da história vocacional de cada um, do chamado, de onde vêm. E eles mesmo puderam se conhecer melhor entre si”, pontuou.

Propedêutico

O Seminário Propedêutico é o ano introdutório ao Seminário Arquidiocesano de São José (Seminário Maior). Após discernir a vocação nas paróquias por meio dos GVAs, as pessoas fazem o início da formação no Propedêutico. Também é o ano em que fazem a preparação para o vestibular da PUC-Rio porque a aprovação no vestibular da universidade é pré-requisito para o ingresso na disciplina de Filosofia do Seminário São José.

“O tempo do Propedêutico ainda é um tempo de intenso discernimento vocacional. Os seminaristas já foram chamados, mas agora vão aprofundar para entender cada vez melhor o que Deus quer de cada um deles. Os que se tornam sacerdotes por vocação se sentem muito felizes e realizados. Peço a todos que rezem por nós, formadores, mas por eles também porque  deixam a vida na casa dos pais, a faculdade, namoros, trabalho, pois encontraram o chamado numa pessoa que realiza muito mais, que é o próprio Cristo”, afirmou padre Adriano.

Foto: Divulgação

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