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16 de Dezembro de 2018

Células-tronco embrionárias: “nenhum resultado terapêutico”

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16 de Dezembro de 2018

Células-tronco embrionárias: “nenhum resultado terapêutico”

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23/05/2013 18:50 - Atualizado em 23/05/2013 18:57
Por: Da Redação

Células-tronco embrionárias: “nenhum resultado terapêutico” 0

Células-tronco embrionárias: “nenhum resultado terapêutico” / Arqrio

A associação espanhola “Profissionais pela Ética” divulgou um comunicado afirmando que “independentemente da maneira de obtê-las, o fato é que, depois de mais de uma década de pesquisas com células-tronco embrionárias, elas não conseguiram atingir nenhum resultado terapêutico”.

O comunicado foi divulgado diante da publicação da revista americana Cell, que noticiou que cientistas da Oregon Health and Science University tinham obtido a primeira clonagem de células-mãe embrionárias "com fins terapêuticos", mas de acordo com a associação espanhola os ensaios clínicos feitos até agora com células-tronco embrionárias não deram resultado algum, diferente das células-tronco adultas e as células IPs que colhem sucessos terapêuticos constantemente, existindo no mundo apenas 24 ensaios clínicos com células-tronco embrionárias, contra 4.099 com células-tronco adultas.

Em seu comunicado, a associação também ressaltou que independentemente do seu objetivo, a clonagem ou transferência nuclear aplicada a seres humanos é expressamente proibida pelo Protocolo Adicional ao Convênio Europeu sobre os Direitos Humanos e a Biomedicina, vigente e aplicável na Espanha.

Para a Secretária Geral dos “Profissionais pela Ética”, Teresa García-Noblejas, não faz nenhum sentido apostar em células embrionárias, que não são rentáveis do ponto de vista da eficiência, não dão resultados terapêuticos e envolvem a destruição de embriões humanos transformados em cobaias de laboratório para satisfazer a vaidade de alguns cientistas e levantar fundos públicos de financiamento.

O presidente da Comissão de Promoção e Defesa da Vida da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, foi enfático ao afirmar que “não se pode considerar a pessoa humana como um meio de comercialização” e fez questão de ressaltar que é papel dos cientistas agirem de forma ética:

— Todo o progresso da ciência não tem sentido se não for, justamente, para colaborar com o crescimento. Não necessariamente numérico, mas com o crescimento do homem como homem, como pessoa humana. Dentro desse progresso da ciência e da tecnologia, tanto da parte dos cientistas como da parte daqueles que utilizam esse conhecimento, cabe, logicamente, uma posição ética, e não só técnica. Então, é preciso desenvolver todo esse progresso da ciência, levando em consideração que existem pessoas que promovem o progresso e outras que se beneficiam do progresso, afirmou.

* Imagem: Reprodução da Internet

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