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27 de Maio de 2019

Cáritas tem missão fundamental na sociedade do “descarte”, diz o Papa

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Cáritas tem missão fundamental na sociedade do “descarte”, diz o Papa

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17/11/2016 12:48 - Atualizado em 17/11/2016 12:51
Por: Rádio Vaticano

Cáritas tem missão fundamental na sociedade do “descarte”, diz o Papa 0

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Ao encontrar os representantes da Cáritas do mundo inteiro na manhã da quinta-feira, dia 17 de novembro, o Papa recordou que na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium dedicou um capítulo à dimensão social da evangelização, “reafirmando a opção preferencial da Igreja – que existe para evangelizar – pelos pobres”.

Em uma sociedade frequentemente dominada pela cultura do “descarte”, Francisco convida todos a superar a indiferença e o egoísmo para aprender a arte da solidariedade.

“Por isso somos chamados a agir contra a exclusão social dos mais frágeis e trabalhar para a integração destes”.

Missão fundamental

Neste contexto, o Pontífice reiterou a importância fundamental da missão da Cáritas e seu papel específico na Igreja.

“Não são agências sociais, mas organismos eclesiais que partilham a missão da Igreja para ‘auxiliar o Papa e os bispos no ministério da caridade’”.

Francisco incentivou os trabalhadores da Cáritas ao citar João Paulo II e uma “nova ideia de caridade”:

“Trata-se de fazer resplandecer a caridade e a justiça no mundo à luz do Evangelho e do ensinamento da Igreja, envolvendo os pobres para que sejam os verdadeiros protagonistas de seu desenvolvimento”.

“A pobreza, a fome, as doenças, a opressão não são uma fatalidade e não podem representar situações permanentes. Confiando na força o Evangelho, podemos contribuir para mudar as coisas ou, ao menos, melhora-las. Podemos reafirmar a dignidade de quantos aguardam um sinal do nosso amor”, disse o Papa.

Por fim, o Papa disse estar muito “contente” ao saber que a Caritas Internationalis dará início a uma campanha sobre o tema das migrações.

Papa: nada pode justificar violência no Oriente Médio

temp_titleAFP5915923_Articolo_17112016124526A primeira audiência do Papa Francisco esta quinta-feira, dia 17 de novembro, foi ao Catholicos e Patriarca da Igreja Assíria do Oriente, Mar Gewargis III, com o qual rezou na Capela Redemptoris Mater.

“Este encontro e a oração conjunta ao Senhor invocam o dom da paz”, disse o Pontífice em seu discurso, declarando-se “consternado” com o que continua acontecendo no Oriente Médio, especialmente no Iraque e na Síria.

“Sobre milhares de crianças inocentes, mulheres e homens recai a terrível violência de sangrentos conflitos, que nenhuma motivação pode justificar ou permitir”, acrescentou Francisco, implorando o fim da dor para aqueles povos.

Sofrendo provocações cotidianas, prosseguiu, os cristãos do Oriente Médio são “modelos” que nos exortam em qualquer circunstância a permanecer com o Senhor e a abraçar a sua cruz. Esta é a lição que aprendemos com os mártires e com aqueles que, ainda hoje, “mesmo às custas da própria vida, permanecem fiéis ao Senhor e com Ele vencem o mal com o bem”, disse o Papa, evocando o ecumenismo de sangue.

Francisco falou ainda da relação entre as duas confissões, citando de modo especial a Declaração Cristológica Comum e o trabalho da Comissão conjunta. Enquanto os teólogos trabalham em prol do pleno restabelecimento da comunhão eclesial, o Papa falou dos progressos realizados no campo do ecumenismo da caridade.

“Esta recompõe as fraturas e cura as dilacerações. Não nos cansemos de pedir ao Senhor de curar as feridas do passado com a unção benéfica da sua misericórdia.”

Antes dos discursos e da troca de presentes, Francisco e o Patriarca se reuniram para um colóquio privado. A audiência se encerrou com um momento de oração na Capela Redemptoris Mater. 

Fotos: AP e AFP

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