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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/09/2017

23 de Setembro de 2017

A Igreja é perene

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23/09/2016 18:58 - Atualizado em 23/09/2016 18:59
Por: Carlos Moioli e Leonan Nicolas

A Igreja é perene 0

Em meio às eleições municipais, é de suma importância manifestar a postura apartidária da Igreja Católica junto à sociedade. Cientes da importância da Igreja na orientação e apresentação de conteúdo suficiente para que os fiéis compreendam a partir do Evangelho a decisão a ser tomada. “Diante de todo o panorama que vivemos em relação às eleições municipais, na qual iremos votar para prefeito e vereador, sempre me preocupo com a postura da Igreja Católica. Independentemente do governo, que é passageiro, a Igreja sempre permanece e sempre mantém o diálogo com os diversos modelos de governo que passam”, disse o vigário episcopal para a Caridade Social, cônego Manuel Manangão.

A Igreja e o candidato

Cientes da importância da Igreja, os candidatos sempre visitam o arcebispo, em audiência particular, para apresentar os seus projetos. “A Igreja é uma instituição para todos. Neste sentido, nosso cardeal, Dom Orani, tem o hábito de acolher bem os candidatos. Mas sempre deixando claro que a Igreja não tem partido”, afirmou.

É muito importante – acrescentou cônego Manangão – que o candidato compreenda que o momento pessoal não manifesta uma realidade pública. “O uso de uma foto ou qualquer conteúdo de um encontro privado como apoio de campanha eleitoral é uma atitude incorreta, pois esse é um momento pessoal entre o candidato e a realidade da Igreja”, pontuou.

A Igreja e a sociedade

A Igreja tem a responsabilidade de orientar aos grupos que as decisões devem ser tomadas pensando não apenas em si, mas no outro, lembrando que o foco de todas as atividades de instituições ou organismos públicos devem visar o bem comum. “A Igreja faz política? Sempre, mas não partidária. A Igreja tem a responsabilidade de oferecer informações e elementos para que as pessoas formem a sua própria opinião, a partir da percepção da ética e da moral, que nasce do Evangelho, e tomem a decisão de seu voto”, afirmou.

Segundo o vigário episcopal, a política que a Igreja exerce ao pé da letra tem o objetivo de auxiliar as pessoas na vivência de seus ideais, tendo em vista o bem comum. “Quando as decisões tomadas são partidárias ou particularizadas, sempre geram rupturas e divisões na sociedade”, destacou.

 

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