Arquidiocese do Rio de Janeiro

26º 22º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 24/05/2019

24 de Maio de 2019

Cardeal Parolin na Onu: ajudar os mais expostos à resistência antibiótica

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

24 de Maio de 2019

Cardeal Parolin na Onu: ajudar os mais expostos à resistência antibiótica

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

22/09/2016 17:19 - Atualizado em 22/09/2016 17:33
Por: Rádio Vaticano

Cardeal Parolin na Onu: ajudar os mais expostos à resistência antibiótica 0

temp_titleEPA_22092016171549A Santa Sé pede à comunidade internacional que leve mais em consideração a necessidade de milhões de pessoas no mundo que estão mais expostas à resistência antibiótica e às respectivas enfermidades.

Ouça a reportagem na íntegra.

Foi o apelo lançado na quarta-feira, dia 21 de setembro, pelo secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, que, como chefe da delegação da Santa Sé, pronunciou-se estes dias no Encontro da Onu sobre migrantes e refugiados e, esta quarta-feira, na reunião de alto nível da Assembleia geral. A reunião tem como tema central a resistência antimicrobiana.

De fato, a resistência antimicrobiana, ou seja, a capacidade das bactérias de resistir aos antibióticos, e seu impacto no mundo, é o tema central da Assembleia. Trata-se de uma preocupação partilhada pela Santa Sé, consciente da “situação catastrófica” que poderia desenvolver-se caso não sejam tomadas medidas adequadas de prevenção e higiene.

O discurso do Cardeal Parolin tratou propriamente da necessidade de a comunidade internacional assumir esses problemas, especialmente para as faixas mais frágeis da população, como parturientes, crianças e enfermos, bem como aqueles que vivem situações desfavoráveis como minorias, pobres, deslocados e refugiados.

Efetivamente, as dificuldades de acesso aos cuidados médicos de qualidade pode levá-los a comprar medicamentos em mercados clandestinos e, por conseguinte, torna-os expostos a adquirir medicamentos falsificados.

Foto: EPA

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.