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26 de Maio de 2019

Por dentro da diplomacia da Santa Sé nas Nações Unidas

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Por dentro da diplomacia da Santa Sé nas Nações Unidas

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12/08/2016 11:25 - Atualizado em 13/08/2016 18:44
Por: Rádio Vaticano

Por dentro da diplomacia da Santa Sé nas Nações Unidas 0

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A convite do Observador Permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas em Nova Iorque, Arcebispo Bernardito Auza, uma delegação com mais de 100 integrantes entre bispos, sacerdotes e leigos da província de Bohol, nas Filipinas, visitou a sede da ONU no final de julho para conhecer o trabalho da missão diplomática vaticana.

>> Clique aqui e ouça a reportagem

Os membros da Missão permanente explicaram a dinâmica dos trabalhos da Santa Sé e também da ONU, assim como as relações entre as duas instituições. Dom Auza, que é originário da província de Bohol, moderou a conferência.

“A Santa Sé não representa somente o Papa, mas toda a Igreja católica”, afirmou o arcebispo.

Atualmente, a Santa Sé mantém relações diplomáticas com 180 países. De acordo com o site da Missão permanente, a "Santa Sé tem, por escolha própria, o status de Observador Permanente junto à ONU e não de Estado-membro. Isso se deve, antes de tudo, ao desejo da Santa Sé em manter neutralidade absoluta diante de problemáticas políticas específicas". A Santa Sé é Observador Permanente junto às Nações Unidas desde 6 de abril de 1964.

Visitas dos Papas

Ao longo dos 70 anos das Nações Unidas, o Palácio de Vidro recebeu cinco visitas de um Pontífice. A última de Francisco, em setembro de 2015, quando a bandeira da Santa Sé foi hasteada pela 1ª vez junto àquelas dos Estados-membros.

Padre Roger Landry, responsável por eventos especiais na missão, disse que os Pontífices “sempre expressaram estima pelas Nações Unidas como uma instituição necessária”.

“E, ao mesmo tempo, eles disseram também que, à semelhança da Igreja, é uma instituição, é uma instituição que perenemente necessita de reformas”, acrescentou Landry, para afirmar:

“A Santa Sé procura trazer uma perspectiva influenciada pela luz do Evangelho e da experiência humanitária de 2 mil anos da Igreja para o debate internacional. Respeitar a dignidade de toda a vida humana é sempre uma prioridade porque a dignidade está regularmente sob ataque”, concluiu.



Foto: ANSA

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