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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/05/2019

23 de Maio de 2019

Papa lava os pés de refugiados: somos todos filhos do mesmo Pai!

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Papa lava os pés de refugiados: somos todos filhos do mesmo Pai!

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24/03/2016 16:53 - Atualizado em 24/03/2016 16:54
Por: Rádio Vaticano

Papa lava os pés de refugiados: somos todos filhos do mesmo Pai! 0

Papa lava os pés de refugiados: somos todos filhos do mesmo Pai! / Arqrio

O Papa deixou o Vaticano na tarde desta Quinta-feira Santa para ir até o norte de Roma onde, na presença de mais de 800 requerentes de asilo, celebrou a Missa da Ceia do Senhor com o Rito do Lava-pés.

A pequena cidade de Castelnuovo di Porto abriga os refugiados que chegam à Itália e permanecem no Centro de Acolhida até obter os documentos para viver legalmente no país.

Em sua homilia feita sem texto preparado, Francisco falou de dois gestos: Jesus que lava os pés aos seus discípulos e Judas que, por 30 moedas, entrega Jesus aos inimigos. "Também hoje aqui existem dois gestos", destacou o Papa:

Integração

“Este: todos nós, juntos, muçulmanos, hindus, católicos, coptas, evangélicos, mas irmãos, filhos do mesmo Deus, que queremos viver em paz, integrados”.

Ao lembrar os atentados terroristas em Bruxelas – “um gesto de guerra, de destruição”, – Francisco recordou que por trás dos camicazes haviam outros interesses:

“Atrás daquele de gesto estão os traficantes de armas que querem o sangue, não a paz, que querem a guerra, não a fraternidade”.

Para contrastar o terrorismo, Francisco citou a reunião de todos – “de diversas religiões, diversas culturas, filhos do mesmo Pai” – para celebrar a Ceia do Senhor contra “aqueles que compram as armas para destruir a fraternidade”. Neste ponto, o Papa recordou as dificuldades enfrentadas pelos refugiados:

Coração aberto

“Este é o gesto que eu faço com vocês: cada um de nós tem uma história, cada um de vocês tem uma história, tantas cruzes e dores, mas também um coração aberto que quer a fraternidade”.

Antes de passar ao Rito do Lava-pés, Francisco pediu que cada um, na sua língua, “rezasse ao Senhor para que esta fraternidade se espalhe pelo mundo”:

“Para que não existam as 30 moedas para matar o irmão, para que sempre exista a fraternidade e a bondade. Assim seja!”, concluiu o Pontífice.

Foto: CTV

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