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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 17/10/2018

17 de Outubro de 2018

Aberta Porta Santa da Basílica de Assis

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17 de Outubro de 2018

Aberta Porta Santa da Basílica de Assis

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22/12/2015 14:30 - Atualizado em 22/12/2015 14:31
Por: Rádio Vaticano

Aberta Porta Santa da Basílica de Assis 0

Aberta Porta Santa da Basílica de Assis / Arqrio

A Porta Santa da Basílica Inferior de São Francisco, em Assis, foi aberta na presença de peregrinos de todo o mundo no domingo, 20, pelo Bispo Dom Domenico Sorrentino, pelo Custódio do Sacro Convento de Assis, Padre Mauro Gambetti e pelo frei mais idoso da comunidade franciscana, Padre Vladimiro Penev. O Jubileu da Misericórdia coincide com os 800 anos da proclamação daquele que é conhecido como o “Perdão de Assis”. A cidade de Francisco é um dos locais símbolos deste Ano Santo.

Humanidade aberta à acolhida

“Um ano de misericórdia e graça. Temos a oportunidade de voltar os nossos corações e as nossas mentes a Deus e aos nossos irmãos, sobretudo aos mais fracos – declarou o Custódio do Sacro Convento, Padre Mauro Gambetti. A Porta Santa da Basílica de São Francisco de Assis se abre para os frágeis corpos que esperam a salvação, para os corações sonhadores ou angustiados, para os olhares profundos ou desorientados e para oferecer uma morada a todos. A morada de Deus. Uma porta que nos leva a abraçar o próximo e a sermos testemunhas de uma humanidade aberta à acolhida, à caridade e à fraternidade. Este estilo – desejou o Custódio – não quer ser um parênteses, mas a trama da vida cotidiana”.

Curar as feridas abertas na história

“A abertura da Porta Santa – declarou o Diretor da Sala de Imprensa do Sacro Convento, Padre Enzo Fortunato -  nos aproxima das feridas que o homem abriu na história. Chagas a serem curadas. Uma mensagem universal de misericórdia, amor e paz que Assis propõe graças a São Francisco. Como comunidade franciscana, dedicamos em nosso site um “Jubileu especial”, com serviços e aprofundamentos franciscanos”.

Jubileu coincide com o Perdão de Assis

O Jubileu convocado pelo Papa coincide com o pedido de São Francisco feito há 800 anos (1216) e que hoje é conhecido e celebrado como o “Perdão de Assis”, ou seja, uma indulgência plenária que por muitos anos podia ser obtida somente na Porciúncula, sendo posteriormente estendida a todas as igrejas franciscanas e a todas aquelas paroquiais. Os diversos elementos que ligam Assis ao Ano Santo, dedicado à descoberta da misericórdia, fazem da cidade na Úmbria a segunda etapa deste Jubileu Extraordinário.

Francisco e a Misericórdia

A ligação entre São Francisco e o tema do Jubileu é muito estreita, visto que o Santo sempre soube, a exemplo de seu Mestre, colocar as exigências da misericórdia antes do rigor da penitência, sobretudo quando entrava em jogo o seguimento de Cristo. Soube conjugar misericórdia e verdade. O segredo de sua santidade foi ter sabido colocar lado a lado aspectos aparentemente contraditórios, como fez Jesus: perdoou a adúltera, que todos queriam lapidar, admoestando-a, porém, a não pecar mais. Foi misericordioso com ela, não a condenou, nem a julgou, mas recordou a ela que o que havia feito era pecado, pois a misericórdia sem a verdade pode transformar-se em cumplicidade, e a verdade sem a misericórdia cai facilmente no julgamento.

Foto: ANSA

 

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