Arquidiocese do Rio de Janeiro

36º 23º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 12/12/2018

12 de Dezembro de 2018

Santa Sé na ONU: intervenções militares não resolvem conflitos

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

12 de Dezembro de 2018

Santa Sé na ONU: intervenções militares não resolvem conflitos

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

19/11/2015 14:50 - Atualizado em 19/11/2015 14:50
Por: Rádio Vaticano

Santa Sé na ONU: intervenções militares não resolvem conflitos 0

Santa Sé na ONU: intervenções militares não resolvem conflitos / Arqrio

Intervenções militares e missões de paz não cortam pela raiz o mal que gera os conflitos. Foi o que afirmou o Observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, Arcebispo Bernardito Auza, na terça-feira, 17 de novembro.  

No debate aberto no Conselho de Segurança sobre as causas dos conflitos mundiais, o arcebispo defendeu que é preciso investir na prevenção dos conflitos e na construção da paz.

“Estes elementos estão na base de todos os esforços em alcançar o desenvolvimento sustentável, a paz duradoura e sociedades que respeitem os direitos humanos. Isso acontece quando líderes e cidadãos transcendem interesses egoístas em nome do bem comum, rejeitam o espírito de vingança e tomam o caminho da cura e da reconciliação”.

Estes dois pontos – afirmou Dom Auza – “não são tão dramáticos e urgentes” como os conflitos atuais, todavia requerem maior atenção, comprometimento e, às vezes, mais recursos do que ações para acabar com guerras e conflitos civis.

Ao recordar que as Nações Unidas recentemente aprovaram as metas da agenda de desenvolvimento sustentável para 2030, o observador lembrou que “não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz tampouco paz sem desenvolvimento sustentável”.

Neste contexto, Dom Auza concluiu exortando a Comunidade internacional “a expressar sua determinação para fomentar sociedades pacíficas, justas e inclusivas livres do medo e da violência”. 

Foto: Reuters 

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.