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14 de Dezembro de 2018

Cem milhas a pé para pedir ajuda ao Papa

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Cem milhas a pé para pedir ajuda ao Papa

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25/08/2015 17:38 - Atualizado em 25/08/2015 17:38
Por: Rádio Vaticano

Cem milhas a pé para pedir ajuda ao Papa 0

Cem milhas a pé para pedir ajuda ao Papa / Arqrio

Cem mulheres vão caminhar 100 milhas para pedir ao Papa, em sua visita aos Estados Unidos, que eleve a sua voz em favor dos imigrantes. Originárias de El Salvador, Honduras e México, elas querem ajuda no sentido de frear as deportações, impedir a separação de famílias e acabar com a discriminação que sofrem nos país.

A peregrinação (160 km) começará no dia 15 de setembro, diante de uma prisão em York (Pensilvânia), aonde os organizadores alegam estar detidos diversos indocumentados à espera de ser deportados. Depois de percorrer cidades como New Freedom (Pensilvânia) e Baltimore (Maryland), o grupo chegará ao Congresso, em Washington, em 22 de setembro para celebrar no dia seguinte uma vigília de oração que coincidirá com os primeiros dias da visita do Papa, entre 22 e 27 de setembro. 

A voz das mulheres imigrantes

“Queremos que o Pontífice, que representa os valores morais e espirituais, escute as histórias destas mulheres, mães e esposas, sobre as injustiças cometidas contra os imigrantes sem documentos”, disse Rosi Carrasco, uma das organizadoras. Ela é membro das Comunidades Organizadas contra Deportações (OCAD), uma organização que reivindica o fim da separação das famílias imigrantes. Mexicana, chegou aos EUA 21 anos atrás com duas filhas, que se formaram no país. No entanto, por não ter filhos estadunidenses, não se insere no plano de regularização migratório.

Em novembro passado, o Presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou uma série de medidas para regulamentar cinco dos onze milhões de indocumentados, especialmente jovens e pais com filhos nascidos no país.

“O Papa tem o poder de tocar o coração das pessoas”, considera outra participante, Rosa Sanluis, que espera que o Pontífice transmita os pedidos das mulheres a Obama, com quem se encontrará em 23 de setembro, e ao Congresso, no dia seguinte.

Sanluis, que chegou no Texas há 25 anos de San Luis Potosí (México), disse que as mulheres estão em contato com várias igrejas católicas, aonde comerão e dormirão durante o percurso, e levarão cartazes com declarações de Francisco em defesa da dignidade dos migrantes. 

Em maio, a Conferência Episcopal dos EUA pediu o fim dos centros de detenção de indocumentados e sua substituição por programas de liberdade vigiada que permitam aos imigrantes permanecer livres enquanto seus pedidos de asilo tramitam.

Otimismo pela reforma migratória

Estas declarações, somadas à visita do Papa latino-americano, geraram uma grande expectativa em meio à comunidade imigrante, que espera que Francisco se alie nesta mensagem de reconciliação no momento em que o debate migratório e as tensões raciais estão à flor da pele.

Fotos: AP

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