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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 23/09/2017

23 de Setembro de 2017

Local do batismo de Jesus declarado Patrimônio Mundial pela Unesco

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23 de Setembro de 2017

Local do batismo de Jesus declarado Patrimônio Mundial pela Unesco

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21/07/2015 11:21 - Atualizado em 21/07/2015 11:25
Por: Rádio Vaticano

Local do batismo de Jesus declarado Patrimônio Mundial pela Unesco 0

Local do batismo de Jesus declarado Patrimônio Mundial pela Unesco / Arqrio

Betânia, “na outra margem do Jordão”, o lugar onde foi batizado Jesus, foi inscrito na lista dos Patrimônios Mundiais da UNESCO. O local da "inexplicável” manifestação que deu origem à vida pública de pregador de Nazaré foi por séculos um mistério histórico. Os Evangelhos são concordes em apontar o Rio Jordão, mas param nesta informação genérica. O único a precisar o lugar é o Evangelho de João, que fala de uma “Betânia além do Jordão”. A outra Betânia, pátria de Lázaro e de suas irmãs Marta e Maria, se encontra, por sua vez, nas proximidades de Jerusalém e não próximo ao rio.

Mosaico em Madaba

No século III, todavia, nenhum local nas proximidades do Jordão tinha este nome. Tanto que Orígenes se convenceu de um erro na transmissão do texto evangélico e propôs corrigi-lo substituindo Betânia por Bethabara, “onde se afirma que João batizava”. Esta variante se lê em diversos manuscritos evangélicos, enquanto o mesmo topônimo figura em um esplêndido mosaico do século VI descoberto em 1897 em Madaba (atual Jordânia), com a explicação em grego de que se tratava do “lugar do batismo de João”, diante de “Ainon onde agora é Sapsafas”, na margem oriental do rio.

No mesmo local, a subida aos céus de Elias

Para além de toda esta questão textual, pelo menos a partir do final do século III devem ter-se iniciado as peregrinações na margem do Jordão, a poucos quilômetros ao norte do Mar Morto. Ali se dizia que Jesus havia sido batizado por João, não por acaso no mesmo local onde a tradição colocava a misteriosa subida de Elias aos céus. Desde então os testemunhos literários e monumentais se multiplicaram e guiaram as descobertas divulgadas pelo arqueólogo Michele Piccirillo – o pai Mateus dos romances de Franco Scaglia – sobre “o parque do batismo”. Nem todos, porém, estão de acordo.

Foto: EPA

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