Arquidiocese do Rio de Janeiro

28º 24º

Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 16/11/2018

16 de Novembro de 2018

Tem início a 51ª AG

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do e-mail.
E-mail enviado com sucesso.

16 de Novembro de 2018

Tem início a 51ª AG

Se você encontrou erro neste texto ou nesta página, por favor preencha os campos abaixo. O link da página será enviado automaticamente a ArqRio.

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do erro.
Erro relatado com sucesso, obrigado.

10/04/2013 14:42 - Atualizado em 10/04/2013 19:39
Por: Da Redação, com CNBB

Tem início a 51ª AG 0

Tem início a 51ª AG / Arqrio

A 51ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que reúne em Aparecida, até o dia 19 de abril, 361 bispos e arcebispos e 43 bispos eméritos, dos17 dos regionais da CNBB, teve início nesta quarta-feira, 10 de abril, com a Celebração Eucarística, realizada às 7h30, no Altar Central do Santuário Nacional.

 Presidida pelo Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno Assis e concelebrada pelo vice-presidente da CNBB e Arcebispo de São Luís (MA), Dom José Belisário da Silva e pelo secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, a missa foi também ocasião para destacar que embora diversos temas de interesse eclesial estejam em pauta para os próximos dias, o objetivo do encontro é a análise do tema central : a renovação das paróquias.

De acordo com Dom Raymundo Damasceno, as paróquias são chamadas a ser comunidades de comunidades, como as denomina o Documento de Aparecida, e são chamadas a uma conversão pastoral, que destaque ainda mais seu dinamismo missionário e seu espírito de acolhimento.

O Cardeal também recordou o pontificado do Papa, hoje emérito, Bento XVI :

— O luminoso testemunho de seu pontificado, que se destacou, sobretudo, pela profundidade e pela qualidade espiritual e teológica de seu magistério, fica gravado em nossas mentes. Assim como fica gravado em nossos corações sua humilde e corajosa decisão, ditada unicamente pelo bem da Igreja e pela fé em Jesus Cristo, que é Quem conduz a Igreja por meio dos pastores por Ele escolhidos.

temp_title51ag_missa_abertura_10042013144134

 

E afirmou que a simplicidade do Papa Francisco e os sinais que, desde o momento de sua eleição ele tem dado, “fazem esperar um pontificado de grande sensibilidade pastoral e de profundo diálogo com toda a Igreja, com os outros cristãos, com as demais religiões, sobretudo, as monoteístas e com o mundo da cultura em geral”.

Ao final de sua reflexão, Dom Damasceno afirmou que acredita que a 51ª Assembleia Geral da CNBB contribui para que a Igreja no Brasil continue manifestando a confiança sem limites nos frutos que o mistério da Páscoa produz. 

Cerimônia de abertura

Após a missa, aconteceu no plenário do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida a cerimônia de abertura solene do encontro, que contou com a presença do prefeito de Aparecida (SP), Márcio Siqueira;  do vice-presidente da CNBB, Dom José Belisário; do Núncio Apostólico, Dom Giovanni D’ Aniello; do presidente  da CNBB, Dom Damasceno; do secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner; do reitor do Santuário Nacional, Padre Domingos Sávio e de demais Arcebispos e Bispos participantes da Assembleia.

O Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, fez a saudação abrindo a Assembleia Geral e acolheu o Núncio Apostólico, Dom Giovanni D’Aniello, o primeiro secretário da Nunciatura, Monsenhor Gianluca Perici e todos os participantes da AG.

— No começo de todos os nossos trabalhos, esse ato solene – pelo qual nos associamos à oração de Nosso Senhor - manifesta nossa convicção de que acima de tudo e no princípio de todas as nossas ações, está o amor de Deus”, afirmou Dom Damasceno.

O cardeal destacou que este acontecimento anual, aguardado por todos com alegre expectativa, é uma experiência de partilha fraterna, oração, estudo e reflexão, que fortalece a comunhão dos bispos entre si e com o sucessor de Pedro, para melhor servir às Igrejas particulares.

Sobre o tema central da Assembleia — “Comunidade de comunidades: uma nova Paróquia” —, Dom Damasceno afirmou que à luz da Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, que se realizou em Aparecida, no ano de 2007, será aprofundada a reflexão a respeito das implicações da “conversão pastoral”:

— Promover cada vez mais a vida comunitária em nossas paróquias e seu dinamismo missionário é o desafio que se nos apresenta nesta hora. Para isso, nós precisamos ter a coragem de fazer as modificações necessárias nas estruturas paroquiais, tomando como pontos de referência fundamentais: Jesus Cristo e seu estilo de atuação, os desafios e sinais dos tempos atuais e a rica história da Paróquia, afirmou.

De acordo com Dom Damasceno, ainda hoje os bispos discutem o projeto do Diretório para a Comunicação da Igreja no Brasil e a questão agrária — temática repetida na AG por várias vezes.

A Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá em julho no Rio de Janeiro, também está em pauta:

— A etapa final da preparação para a Jornada pede de nós que intensifiquemos as orações e os trabalhos, para que a juventude mundial que aqui virá, ou que nos acompanhará pelos meios de comunicação, tenha uma oportunidade singular de encontro com Cristo e com a Igreja. Ainda mais, a realização da Jornada Mundial da Juventude nos dará a oportunidade de receber o Papa Francisco, o primeiro Papa latino-americano a nos visitar, disse Dom Damasceno.

Diversos outros temas e atividades estão no programa da Assembleia, como o Retiro, comunicações do Secretariado Geral e das Comissões Episcopais de Pastoral e dos Grupos de Trabalho, o encontro das Comissões Episcopais de Pastoral com os Bispos Referenciais dos Regionais, comunicado sobre a 13ª Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, o lançamento de uma nova versão, comentada, do Código de Direito Canônico – na comemoração dos 30 anos de sua promulgação, o lançamento de uma edição revisada do Catecismo da Igreja Católica, e diversos outros temas.

 Compreenda melhor a AG

“A Assembleia, órgão supremo da CNBB, é nesta a expressão e a realização maiores do afeto colegial, da comunhão e corresponsabilidade dos Pastores da Igreja no Brasil”. Durante a AG, os bispos tratarão de “assuntos de ordem espiritual e de ordem temporal e os problemas emergentes da vida das pessoas e da sociedade, sempre na perspectiva da evangelização”.

 São convidados para as Assembleias Gerais, com voto consultivo, os bispos eméritos e outros bispos, de qualquer rito, em comunhão com a Santa Sé e que tenham domicílio no País e aqueles nomeados ou eleitos que ainda não forem membros da CNBB. O Núncio Apostólico no Brasil, em razão de seu múnus, também é convidado a participar das sessões.

 Os membros da Assembleia Geral têm toda a autoridade e competência para aprovação de documentos, instruções pastorais e diretrizes, inclusive as declarações doutrinais de magistério. De acordo com o regulamento, têm direito a “voto consultivo e deliberado apenas os membros presentes”.

* Fotos: CNBB

Leia os comentários

Deixe seu comentário

Resposta ao comentário de:

Enviando...
Por favor, preencha os campos adequadamente.
Ocorreu um erro no envio do comentário.
Comentário enviado para aprovação.