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Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, 27/05/2019

27 de Maio de 2019

Papa: reforma da Cúria é um meio, não um fim

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Papa: reforma da Cúria é um meio, não um fim

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12/02/2015 09:35 - Atualizado em 12/02/2015 09:35
Por: Rádio Vaticano

Papa: reforma da Cúria é um meio, não um fim 0

Os Cardeais da Cúria Romana estão reunidos a partir desta quinta-feira (12/02) com o Papa Francisco para o Consistório. Os primeiros dois dias de reuniões serão a portas fechadas. No sábado, será público, com a criação de 20 novos purpurados.

Na manhã desta quinta, ao abrir os trabalhos, o Papa disse como é “belo” e “doce” que os irmãos vivam juntos. “Bem-vindos a esta comunhão, que se expressa na colegialidade”, disse ele.

O Pontífice agradeceu a todos os que preparam este evento, em especial ao Decano do Colégio Cardinalício, Card. Angelo Sodano, à Comissão dos nove Cardeais e ao seu coordenador, Óscar Andrés Rodríguez Maradiaga, e a Dom Marcello Semeraro, secretário, pela apresentação da síntese do trabalho realizado por esta Comissão.

Meta a alcançar

A síntese, recordou o Papa, foi realizada com base nas muitas sugestões por parte dos próprios Cardeais. “A meta a alcançar é sempre a de favorecer maior harmonia no trabalho dos vários dicastérios e departamentos, a fim de realizar uma colaboração mais eficaz naquela absoluta transparência que edifica a autêntica sinodalidade e a colegialidade.”

O Pontífice recordou que a reforma não é fim em si mesma, mas “um meio para dar um forte testemunho cristão; para favorecer uma evangelização mais eficaz; para promover um espírito ecumênico mais fecundo; e para encorajar um diálogo mais construtivo com todos”.

Francisco ressaltou que a reforma desejada “vivamente” pela maioria dos cardeais no âmbito das Congregações gerais antes do Conclave deverá aperfeiçoar ainda mais a identidade da própria Cúria Romana, ou seja, que é coadjuvar o Sucessor de Pedro no exercício da suprema missão pastoral pelo bem e pelo serviço da Igreja universal e das Igrejas particulares. Exercício com o qual se reforçam a unidade de fé, a comunhão do povo de Deus e se promove a missão da Igreja no mundo.

Determinação e colaboração

“Certamente alcançar esta meta não é fácil”, constatou o Papa: requer tempo, determinação e, sobretudo, a colaboração de todos. “Mas para realizar isto devemos, antes de tudo, confiar-nos ao Espírito Santo, que é o verdadeiro guia da Igreja, implorando na oração o dom do autentico discernimento. “Com este espírito de colaboração, tem início o nosso encontro, que será fecundo graças à contribuição que cada um de nós poderá expressar com parresía, fidelidade ao Magistério e consciência de que tudo se realiza em prol da lei suprema. Obrigado.”

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